Demência fronto-temporal: antibióticos são esperança de tratamento

Mauricio Kubrusly sofre com doença; estudo notou que substância pode inibi-la

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Fantástico

Em um especial sobre os 50 anos do programa, o jornalista Maurício Kubrusly, que comandou o quadro "Me Leva Brasil", foi homenageado. Afastado da TV, agora ele vive no litoral da Bahia.

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O que houve com Kubrusly?

O jornalista foi diagnosticado com demência fronto-temporal (DFT), a mesma doença que afeta o ator norte-americano Bruce Willis.

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"A memória se foi"

Em reportagem, o Fantástico comentou que o jornalista perdeu a memória. Este é um dos sinais da doença neurológica, considerada um tipo de demência.

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Entenda a doença

A demência fronto-temporal afeta o comportamento e a personalidade do paciente. Mas, os sinais cognitivos se mantêm preservados.

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Doença é degenerativa

A DFT também é conhecida como demência frontotemporal lobar ou demência frontal, e afeta as regiões frontais e temporais do cérebro. É uma condição progressiva e degenerativa.

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Antibiótico promete tratamento

Em 2020, pesquisadores da Universidade de Kentucky (EUA) concluíram que os aminoglicosídeos — uma classe de antibióticos — tem potenciar para tratar a demência fronto-temporal.

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Faixa etária

No experimento, células cerebrais começaram a produzir a proteína de progranulina novamente após receberem aminoglicosídeos. A progranulina impede que os neurônios sofram a mutação que causa demência.

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Hereditariedade

A demência fronto-temporal é uma doença rara e tem ligação com hereditariedade. Ou seja, pode ocorrer diagnóstico em pessoas que os pais apresentaram demências.

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A doença tem cura?

Como outras demências, a DFT não tem cura. Mas o paciente deve receber tratamento multidisciplinar para preservar a qualidade de vida. Além disso, os cientistas da Universidade de Kentucky acreditam que os resultados do antibiótico podem ser promissores para novos medicamentos.

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