Em locais como o Parque Ecológico Selva Viva, em Taubaté, São Paulo, esses profissionais trabalham para garantir o bem-estar e a reabilitação de animais resgatados.
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Segundo uma reportagem publicada pelo g1, entre as tarefas do dia a dia estão ações curiosas, como preparar “picolés” e “milkshakes” para refrescar os animais em dias quentes.
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Já no período de inverno, os recintos são abastecidos com feno, cobertores e sistemas de aquecimento para garantir que as espécies tenham conforto.
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Filhotes órfãos exigem atenção especial e são alimentados com mamadeiras ou seringas. Para amenizar a ausência materna, muitos recebem pelúcias, que funcionam como fonte de conforto emocional.
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Um exemplo é o bicho-preguiça Cacau, que mantém sua pelúcia mesmo depois de adulto — essas estratégias ajudam a reduzir o estresse e promovem o bem-estar dos animais resgatados.
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Outra parte essencial do trabalho é o estímulo comportamental. A equipe cria desafios para incentivar hábitos naturais, como procurar alimento e explorar o ambiente.
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A comida é escondida em caixas, pedaços de madeira e objetos adaptados, exigindo esforço e curiosidade dos animais. Brinquedos como bolas, boias e itens com penas também são utilizados.
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“[…] É para o animal destruir a caixa mesmo e encontrar o alimento […] A gente faz isso também com as aves […] O tamanduá, nós temos cano, cano plástico cheio de furos”, exemplificou o biólogo.
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Essas práticas mantêm os animais ativos e mentalmente estimulados. O objetivo é preservar comportamentos típicos da vida selvagem, fundamentais para sua qualidade de vida.
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Para isso, o contato humano é reduzido ao mínimo possível. A medida evita a criação de vínculos e ajuda a manter os instintos naturais das espécies.
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O espaço abriga animais com histórias diversas, incluindo espécies de grande importância científica, como o lagarto monstro-de-gila, que contribuiu para medicamentos usados no tratamento do diabetes tipo 2.
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Já a cobra jararaca teve seu veneno utilizado no desenvolvimento de remédios para hipertensão. Esses exemplos mostram como a fauna pode impactar diretamente a ciência.
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Apesar de felinos e aves chamarem a atenção, muitas crianças se encantam com animais menos populares, como o sapo-cururu. Esse interesse também ajuda a despertar a valorização da biodiversidade.
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“Para você gostar, você precisa conhecer. Então, esse é o nosso intuito aqui, mostrar a curiosidade, mostrar a diversidade, pra que você valorize isso”, afirmou Buononato.
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Em sua essência, o Selva Viva atua na recuperação de animais vítimas de maus-tratos ou apreendidos. Após o tratamento, alguns são devolvidos à natureza, enquanto outros seguem para instituições adequadas.
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Desde 2016, o local também funciona como zoológico aberto ao público. No entanto, o fato de a maioria dos animais terem sido criados em cativeiro acaba dificultando sua reintrodução na natureza.
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