Os peixes mais rápidos do mundo
Foto: Reprodução de Rede Social
Um marlin-negro foi encontrado sem vida na praia de Balneário Piçarras, litoral de Santa Catarina. O fotógrafo Maurício Guartelá. acionou os agentes do Museu Oceanográfico da Univali, em Piçarras. Essa espécie está na lista dos peixes mais velozes do planeta.
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A velocidade extrema de alguns peixes sempre chamou a atenção de biólogos e mergulhadores, revelando como a vida marinha evoluiu para dominar diferentes ambientes.
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Entre os mais rápidos do planeta, estão espécies famosas pela agilidade, força e corpos altamente hidrodinâmicos.
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Esses animais combinam músculos potentes, nadadeiras afiadas e um bico alongado que reduz o arrasto da água. Conhecer suas características ajuda a entender como conseguem atingir velocidades que rivalizam com veículos motorizados sobre o mar.
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1º- Agulhão-vela (Istiophorus platypterus) – Considerado o peixe mais veloz do mundo, pode chegar a cerca de 110–120 km/h. Habita águas tropicais e subtropicais do Atlântico, Pacífico e Índico, vivendo tanto em mar aberto quanto próximo às correntes quentes.
Foto: Reprodução do X @astraterra_
Sua enorme nadadeira dorsal lembrando uma vela reduz o atrito durante arrancadas, e o corpo esguio funciona como uma verdadeira lâmina. Ele usa o bico alongado para cortar cardumes e capturar presas com precisão impressionante.
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2º. Marlim-azul (Makaira nigricans) – Alcança aproximadamente 80–95 km/h e é encontrado principalmente no Atlântico, além de áreas quentes do Pacífico. Costuma habitar regiões profundas e mar aberto, seguindo deslocamentos de grandes cardumes de peixes.
Foto: - Divulgação
Possui musculatura extremamente forte e um corpo rígido que favorece aceleração rápida. É um dos peixes esportivos mais cobiçados do mundo por causa da potência, resistência e saltos durante a captura.
Foto: Reprodução do Youtube Canal 7 Seas Offshore Pro Fishing
3º- . Marlin-negro (Istiompax indica) – Pode atingir 80–130 km/h, figurando entre os peixes mais rápidos já registrados. É comum em águas tropicais do Atlântico e de grande parte do Pacífico, vivendo em mar aberto e acompanhando correntes quentes.
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Seu porte massivo, combinado ao bico afilado e às nadadeiras rígidas, proporciona arrancadas explosivas. É conhecido pela força extraordinária e pela habilidade de nadar longas distâncias enquanto persegue presas rápidas.
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4º- Wahoo (Acanthocybium solandri) O wahoo pode chegar a 75 km/h, sendo um dos predadores costeiros mais velozes. Habita águas tropicais e subtropicais do Atlântico, Pacífico e Índico, permanecendo próximo à superfície.
Foto: Bommerer/ikimédia Commons
Tem corpo fino, dentes extremamente afiados e grande capacidade de aceleração. Sua velocidade permite emboscadas rápidas, tornando-o um dos peixes mais difíceis de capturar na pesca esportiva.
Foto: Reprodução do Instagram @caribbeanreeflife
5º- Atum-rabilho do Atlântico (Thunnus thynnus) O atum-rabilho alcança cerca de 70 km/h e vive no Atlântico Norte e no Mediterrâneo, migrando por milhares de quilômetros todos os anos. É um dos peixes que melhor toleram variações de temperatura.
Foto: Divulgação
Seu corpo em forma de torpedo e a musculatura vermelha rica em mioglobina garantem potência contínua. É capaz de longas perseguições, mantendo velocidade alta por muitos minutos, algo raro no reino marinho.
Foto: Reprodução do Flickr Visuals Unlimited
6º- Ubarana / Bonefish (Albula vulpes) A ubarana chega a 60–65 km/h e é encontrada em áreas rasas, fundos arenosos e manguezais de regiões tropicais do Atlântico e do Pacífico. Prefere águas claras e quentes, onde se alimenta de pequenos crustáceos.
Foto: Reprodução do Flickr Chalto!
Ágil e muito leve, possui estrutura muscular perfeita para “arrancadas” instantâneas. Sua velocidade é uma estratégia de defesa e de caça, tornando-a uma das espécies mais procuradas na pesca esportiva de água rasa.
Foto: Reprodução do Flickr Ryan
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