Os maiores peixes que habitam as águas doces do Brasil
Foto: LarrynJill - Flickr
O Brasil abriga uma enorme diversidade de peixes de água doce, distribuídos por rios, lagos e outras bacias hidrográficas. Entre tantas espécies, algumas se destacam pelo grande porte e podem atingir dimensões impressionantes. Conheça alguns dos maiores peixes encontrados nas águas doces brasileiras.
Foto: LarrynJill - Flickr
Bicuda (Boulengerella cuvieri) - Pode atingir cerca de 1 metro de comprimento e pesar aproximadamente 5 kg. Tem corpo alongado e focinho comprido e pontudo. Ágil e veloz, alimenta-se principalmente de outros peixes e pode realizar saltos para fora da água.
Foto: wikimedia commons Jonathan (Jon) Armbruster
Dourado (Salminus brasiliensis) - Encontrado principalmente nas bacias dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai, além da bacia do São Francisco. Pode ultrapassar 1 metro de comprimento e atingir cerca de 25 kg. Predador, alimenta-se principalmente de outros peixes.
Foto: wikimedia commons David Morimoto
Tambaqui (Colossoma macropomum) - Nativo da bacia Amazônica, também é criado em várias regiões do Brasil. Pode atingir cerca de 1 metro de comprimento e pesar mais de 30 kg. Alimenta-se principalmente de frutos, sementes e outros materiais vegetais, além de pequenos organismos.
Foto: wikimedia commons Tino Strauss
Pintado (Pseudoplatystoma corruscans) - Encontrado principalmente nas bacias dos rios Paraná e São Francisco. Pode ultrapassar 1,5 metro de comprimento e atingir dezenas de quilos. Predador, alimenta-se principalmente de outros peixes e se destaca pelas manchas escuras espalhadas pelo corpo.
Foto: wikimedia commons Vassil
Cachara (Pseudoplatystoma reticulatum) - Tem cabeça achatada e corpo alongado, marcado por faixas escuras. Pode atingir cerca de 1,2 metro de comprimento e pesar aproximadamente 20 kg. Ocorre principalmente nas bacias Amazônica e do Paraguai-Paraná.
Foto: wikimedia commons Chrumps
Pirarara (Phractocephalus hemioliopterus) - Encontrada nas bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins, pode atingir cerca de 1,5 metro de comprimento e pesar até 60 kg. Onívora, alimenta-se de peixes, frutos, sementes e outros animais.
Foto: Maureen Wikimedia Commons
Jaú (Zungaro jahu) - Pode atingir cerca de 1,5 metro de comprimento e pesar até 100 kg. Predador, alimenta-se principalmente de outros peixes. Costuma viver em trechos profundos dos rios, permanecendo próximo ao fundo e buscando abrigo entre pedras e outros obstáculos submersos.
Foto: reprodução youtube
Poraquê (Electrophorus electricus) - Encontrado na região amazônica, pode atingir cerca de 2 metros de comprimento e pesar aproximadamente 20 kg. Possui órgãos especializados capazes de produzir fortes descargas elétricas, utilizadas para defesa, caça e localização de presas.
Foto: Wikimedia Commons National Institute of Ecology
Piraíba (Brachyplatystoma filamentosum) - Encontrada nas bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins, pode atingir cerca de 2,5 metros de comprimento e pesar mais de 200 kg, com relatos próximos de 300 kg. É um grande bagre predador, alimentando-se principalmente de outros peixes.
Foto: wikimedia commons PauloFerreiraBR
Por causa da pesca intensa, exemplares de piraíba com tamanho máximo são atualmente pouco comuns. A espécie costuma habitar áreas profundas das bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins. Predadora, alimenta-se principalmente de outros peixes.
Foto: Divulgação / belem.pa.gov.br
Por causa da pesca intensa, exemplares de piraíba com tamanho máximo são atualmente pouco comuns. A espécie costuma habitar áreas profundas das bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins. Predadora, alimenta-se principalmente de outros peixes.
Foto: wikimedia commons Citron / CC-BY-SA-3.0
A exemplo da piraíba, exemplares gigantes de pirarucu são cada vez mais raros, principalmente devido à intensa pressão da pesca ao longo do tempo. Medidas de manejo e proteção da espécie têm contribuído para sua recuperação em algumas áreas da Amazônia.
Foto: Flickr - Cliff
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Foto: LarrynJill - Flickr