Suspeito é morto após abrir fogo contra agentes do Serviço Secreto da Casa Branca, nos Estados Unidos

Presidente Donald Trump estava na Casa Branca no momento do incidente, mas não foi afetado, segundo o Serviço Secreto

23 mai 2026 - 21h36
(atualizado às 22h16)
Agentes revidaram a disparos, disseram fontes das forças de segurança
Agentes revidaram a disparos, disseram fontes das forças de segurança
Foto: Getty Images / BBC News Brasil

Um tiroteio perto da Casa Branca neste sábado (23/5) deixou um suspeito morto e um possível transeunte ferido, segundo autoridades americanas.

De acordo com o Serviço Secreto dos Estados Unidos, por volta das 18h no horário local, uma pessoa sacou uma arma de uma bolsa e começou a atirar na região da rua 17 com a Pennsylvania Avenue, perto da Casa Branca.

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Agentes do Serviço Secreto revidaram e atingiram o suspeito, que foi levado a um hospital da região, onde sua morte foi confirmada.

Um possível transeunte também foi atingido pelos disparos e levado ao hospital. Segundo informações anteriores divulgadas pela CBS News, parceira da BBC nos Estados Unidos, ele estaria em estado grave.

Vários agentes do Serviço Secreto foram examinados no local, mas nenhum precisou de atendimento hospitalar.

Entre 15 e 30 tiros teriam sido disparados durante o episódio, segundo fontes das forças de segurança ouvidas pela CBS.

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O diretor do FBI, Kash Patel, afirmou que o Serviço Secreto respondeu ao incidente. O caso segue sob investigação.

Jornalistas na Casa Branca relataram ter ouvido uma sequência de disparos antes de serem levados para a sala de imprensa dentro do prédio. Fotos feitas no interior do edifício mostram jornalistas aglomerados perto das janelas.

Agentes revidaram aos disparos, disseram fontes à CBS News
Foto: Getty Images / BBC News Brasil

Em um vídeo, Selina Wang, repórter da ABC News, é vista se abaixando para se proteger ao ouvir tiros enquanto gravava um vídeo para as redes sociais.

"Pareciam dezenas de tiros", disse ela. "Mandaram que corrêssemos até a sala de coletiva de imprensa, onde estamos agora."

Emer McCarthy, repórter da BBC News, relatou que havia, a poucos quarteirões da Casa Branca, vários carros da polícia e equipes de imprensa reunidos, além de curiosos.

O lockdown na Casa Branca foi suspenso às 19h no horário local.

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Ainda não houve manifestação do presidente Donald Trump, que estava na Casa Branca no momento do tiroteio.

O episódio ocorre apenas um mês depois de um atirador abrir fogo durante o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca.

No dia 27 de abril, Trump foi retirado de um jantar de gala, após um atirador identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, abrir fogo perto do local em Washington. O

Ele foi imobilizado por agentes próximos a uma escadaria que leva a um salão de baile, onde o jantar anual dos correspondentes da Casa Branca, que reunia centenas de jornalistas e figuras públicas, estava começando.

As autoridades disseram que ele portava várias armas e parece ter agido sozinho. Durante a troca de tiros, um agente federal foi atingido, mas foi salvo por seu colete à prova de balas.

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