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Congresso dos EUA faz a 1ª audiência pública sobre Ovnis em 50 anos

Audiência foi realizada nesta terça-feira, 17; oficiais descartaram que fenômenos tenham origem extraterrestre

17 mai 2022 - 12h47
(atualizado às 19h13)
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O Conresso dos Estados Unidos realizou a primeira audiência pública sobre fenômenos aéreos não identificados (UAP, sigla em inglês), em mais de 50 anos, nesta terça-feira, 17. A audiência ocorre 11 meses após a divulgação de um relatório feito pelo Pentágono com mais de 140 de objetos voadores não identificados relatos por pilotos militares. 

O documento foi altamente criticada por outros membros da inteligência do governo, pois teria falhado em oferecer explicações para a maioria dos eventos, estimulando teorias de que esses fenômenos eram de origem extraterrestre.  

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Dois altos funcionários militares americanos encarregados de investigar os fenômenos responderam as perguntas do subcomitê e destacaram que os casos não têm origem extraterrestre, ainda que alguns sigam sem explicação.  

O vice-diretor de inteligência naval, Scott Bray, participou da audiência nesta terça-feira, 17.
O vice-diretor de inteligência naval, Scott Bray, participou da audiência nesta terça-feira, 17.
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“Não encontramos nenhuma emanação dentro da força-tarefa sobre UAP de que os [fenômenos] são ou que possam sugerir que eles são de origem não-terrestre", descartou o vice-diretor de inteligência naval, Scott Bray. Ele ainda exibiu um vídeo sobre uma ocorrência  cujo objeto voador seria, na verdade, um drone. 



“Membros da Marinha dos EUA também observaram aeronaves aéreas não tripuladas e agora estamos razoavelmente confiantes de que esses triângulos correlacionam com veículos aéreos não tripulados no ar (drones)”, explicou Bray. 

"Sabemos que nossos membros do serviço encontraram fenômenos aéreos não identificados e, como os UAP representam potenciais riscos de segurança de voo e segurança geral, estamos comprometidos com um esforço concentrado para determinar suas origens”, disse Ronald Moultrie, que supervisiona a mais recente investigação de UAP no Pentágono. 

Com informações do New York Times. 

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