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EUA atingem marca de 1 milhão de mortes por covid-19

12 mai 2022 - 14h38
(atualizado às 17h08)
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Biden lamenta número "trágico" e diz que os Estados Unidos mudaram "para sempre" devido à pandemia. Quase um sexto das mortes globais ocorreu no país, que já soma mais de 82 milhões de casos da doença.Os Estados Unidos ultrapassaram nesta quinta-feira (12/05) a triste marca de 1 milhão de mortes por covid-19, segundo divulgou a presidência americana.

Máscaras já não são mais obrigatórias nos EUA
Máscaras já não são mais obrigatórias nos EUA
Foto: DW / Deutsche Welle

"Hoje, temos um trágico marco: 1 milhão de vidas perdidas pela covid-19. Cada uma delas, uma perda irreparável", lamentou o presidente Joe Biden, antes de a Universidade Johns Hopkins, que mantém o monitoramento da situação global da pandemia, divulgar o dado.

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Segundo o presidente, os Estados Unidos mudaram "para sempre" devido ao impacto da doença.

"Devemos nos manter vigilantes contra essa pandemia e fazer todo o possível para salvar tantas vidas quanto forem possíveis, mediante mais testes, mais vacinas e mais tratamentos", afirmou Biden, que ordenou que as bandeiras dos EUA sejam hasteadas a meio mastro em sinal de luto.

Os EUA, com cerca de 330 milhões de habitantes, já registraram mais de 82 milhões de casos de coronavírus - o primeiro deles em 20 de janeiro de 2020, de um homem que viajou de Wuhan, na China, para Seattle.

Após vários meses de declínio no número de infecções, o país vem registando um aumento diário de casos no último mês, devido às subvariantes da ômicron e em meio ao relaxamento das medidas de contenção do vírus, como a obrigatoriedade do uso de máscaras, além da baixa taxa de vacinação.

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Embora tenha sido um dos primeiros países a iniciar a imunização contra a covid-19, a taxa de vacinação nos EUA estagnou em pouco mais de 65% da população. Em comparação, no Brasil esse índice é superior a 77%, de acordo com o site Our World in Data, da Universidade de Oxford.

Cúpula sobre covid

A partir desta quinta-feira, após convocação feita pelo governo de Biden, ocorre a segunda cúpula mundial sobre covid-19, de forma virtual, com a participação de entidades como a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização Mundial do Comércio (OMC), o Banco Mundial, entre outras.

Os principais objetivos do encontro são coordenar os esforços para combater a doença e desenvolver mecanismos para prevenir futuras pandemias. A Rússia não foi convidada para a cúpula, enquanto a China se recusou a participar.

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De acordo com a Universidade Johns Hopkins, em todo o mundo já foram registrados oficialmente 519,6 milhões de casos de covid-19 e 6,25 milhões de óbitos devido à doença - ou seja, quase um sexto deles ocorreu nos EUA.

No Brasil, segundo o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), foram contabilizados 30.617.786 casos oficiais da doença e 664.516 mortes. Especialistas acreditam, porém, que o número real seja muito maior, devido à subnotificação.

le (AP, Lusa, Efe)

A Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas.
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