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Polícia prende suspeito de matar jovem em trilha no litoral

Homem foi detido após tentar agarrar uma outra jovem em Ilhabela; o corpo de Julia Rosenberg foi encontrado na segunda-feira, 6

11 jul 2020 14h05 - atualizado às 14h34
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GUARUJÁ- A polícia prendeu no final da tarde desta sexta-feira, 10, em Ilhabela, um homem de 37 anos suspeito de matar a jovem Julia Rosenberg. Ele foi detido após tentar agredir uma mulher de 23 anos. O namorado da vítima chamou a polícia ao flagrar o homem tentando agarrar a jovem e ele foi detido por importunação sexual.

Com o homem, foram encontrados um celular e uma peça de roupa feminina. Durante o depoimento, ele afirmou ter estado em Maresias no dia em que o assassinato de Julia aconteceu. Na delegacia foram recolhidas amostras de tecido para a perícia realizar a comparação com o material apreendido no local onde o corpo de Julia foi encontrado, em São Sebastião.

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Corpo de Julia Rosenberg, de 21 anos, foi encontrado em uma trilha em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo.
Foto: Reprodução/Facebook / Estadão

Segundo a polícia, a importunação sexual cometida em Ilhabela e a relação dele com a cidade de Maresias levantaram a suspeita do suposto envolvimento dele no assassinato de Julia. O caso segue em investigação pelo 2º DP de São Sebastião.

A morte de Julia

O corpo de Júlia Rosenberg, de 21 anos, foi encontrado pelo Corpo de Bombeiros na segunda-feira, 6, em uma trilha em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo.

A jovem havia desaparecido na manhã de domingo, 5, após realizar uma trilha entre as praias de Paúba e Maresias. Segundo a Polícia Civil, o corpo foi encontrado parcialmente enterrado, com folhas cobrindo a cabeça e sinais de estrangulamento.

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Segundo a perícia, o celular, o par de tênis e uma pochete que Júlia usava durante a trilha não foram encontrados junto ao corpo. A cinta da pochete, porém, foi usada para asfixiá-la e também foi encontrada uma máscara dentro da boca da jovem. O crime foi tipificado pela Polícia Civil como latrocínio, ou seja, roubo seguido de morte. Julia morava no Jardim Paulista, na capital, mas estava passando a quarentena com os pais em São Sebastião.

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