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Rossi recorda disputa interna com Lorenzo na Yamaha: "Era difícil não brigarmos"

Valentino Rossi está fora da MotoGP, mas ainda vive das grandes histórias que fez ao longo de 25 anos. Em entrevista, comentou a difícil relação com Jorge Lorenzo na Yamaha

20 jan 2022 09h26
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Valentino Rossi comentou sobre a relação com Jorge Lorenzo
Valentino Rossi comentou sobre a relação com Jorge Lorenzo
Foto: SRT / Grande Prêmio

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Depois de 25 anos, Valentino Rossi finalmente deixou o Mundial de Motovelocidade no fim da última temporada. Com mais de duas décadas dedicadas ao esporte a motor, o multicampeão passou por diversas situações nas pistas e, claro, acumulou muitas rivalidades. Uma das maiores, talvez a maior delas, foi com o ex-companheiro Jorge Lorenzo na Yamaha.

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Mas o tempo passou, ambos deixaram as pistas e a rivalidade parece ter virado uma página no passado, inclusive com uma relação cordial no fim do ano passado. Em entrevista ao jornalista Graham Bensinger, Rossi comentou sobre a relação atual que possui com o bicampeão da MotoGP e comparou com o caso de Lewis Hamilton e Nico Rosberg, que eram amigos na Fórmula 1, mas viraram companheiros e perderam a proximidade de outrora.

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Valentino Rossi e Jorge Lorenzo correram juntos na Yamaha em duas oportunidades (Foto: Yamaha)

"É muito parecido. Eles eram mais amigos do que Lorenzo e eu. Dois pilotos de ponta, na melhor equipe. O problema é que lutamos pelo mesmo objetivo, então há um momento que os caminhos se encontram, mas não é fácil porque todos querem vencer. É difícil porque algo acontece nos circuitos, a tensão é muito alta. Era difícil não brigarmos", comentou Valentino.

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"Em 2008, a Yamaha decidiu fazer uma equipe com dois pilotos de ponta. Eu me irritei com a montadora e disse: 'Venho aqui, ganho depois de 20 anos, mereço um piloto que seja um pouco menos do que eu'. Mas, não, decidiram fazer daquele jeito e isso me fez mudar de moto e partir para a Ducati [em 2011]", completou.

Fora das pistas com a MotoGP, Rossi já admitiu que vai continuar acelerando, mas no GT. Apesar disso, comentou também sobre a aposentadoria do Mundial, planejada há três anos, mas que sós e concretizou em 2021.

"Comecei a pensar na aposentadoria em 2019, quando os resultados não eram tão bons. Em 2020, com a Covid-19, fiquei dois meses sem andar na moto e entendi que poderia sobreviver sem ela", finalizou.

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