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Darryn Binder ignora críticos e diz que "seria idiota" recusar oportunidade na MotoGP

Darryn Binder fez um raro salto da Moto3 para a MotoGP em 2022, mesmo sem muitas vitórias ou pódios nas classes inferiores. Apesar da impensável mudança, o sul-africano defendeu sua decisão

26 jan 2022 09h20
| atualizado às 09h26
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Darryn Binder vai fazer sua estreia na MotoGP em 2022
Darryn Binder vai fazer sua estreia na MotoGP em 2022
Foto: RNF Yamaha / Grande Prêmio

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Darryn Binder chega à MotoGP carregado de dúvidas. Depois de seis temporadas apagadas na Moto3, com apenas uma vitória e alguns poucos pódios, o sul-africano foi promovido direto para a principal classe do Mundial de Motovelocidade e estreia em 2022 pela novata equipe RNF.

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Após o lançamento da moto do time nesta semana, Binder participou de uma entrevista coletiva virtual com diversos veículos de imprensa e comentou sobre o incomum salto da Moto3 para a MotoGP, ainda mais de um piloto que passou longe de vitórias e títulos nos últimos anos.

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Darryn Binder no lançamento da nova moto da RNF Yamaha (Foto: RNF)

"Para mim, é um sonho se tornando realidade, todo mundo quer correr na MotoGP um dia, então não dá para recusar uma oportunidade como essa. É a melhor chance que tive na minha vida, então agarrei com as duas mãos", disse Darryn.

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"Existem diferentes comentários sobre isso, mas eu seria idiota ao não aceitar o sonho da minha vida. Venho trabalhando para isso durante toda minha carreira e se alguém dá essa oportunidade, você precisa aceitar e tirar o máximo disso. Estou super feliz por ir à MotoGP. Obviamente pessoas falaram o contrário, mas eu realmente não me importo", completou.

Um dos principais problemas de Binder no Mundial de Motovelocidade foi o forte ritmo, mas acompanhado de muita inconsistência, com diversas quedas. No fim de 2021, o sul-africano ainda foi decisivo na briga pelo título da Moto3. Em uma tentativa de ultrapassagem na volta final do GP do Algarve, Darryn tirou o então líder Dennis Foggia da disputa e ofereceu o título no colo de Pedro Acosta.

"Quero deixar as coisas ruins no passado e seguir em frente. Tentei fazer isso no ano passado, mas, no fim, cometi um erro e todo mundo apontou os dedos. Vou apenas fazer meu melhor e tentar me manter longe dos incidentes. Espero que possa fazer algumas boas corridas, com disputas contra os competidores, eles gostando de mim ou não. No fim do dia, é cada um por si ali na pista", afirmou o irmão de Brad Binder.

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