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Atlético-MG vence Boca nos pênaltis e avança na Libertadores

Após empate por 0 a 0, o time alvinegro superou o rival argentino na disputa de pênaltis para garantir vaga nas quartas de final do torneio

20 jul 2021 21h36
| atualizado às 21h55
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Foi no sufoco, na emoção dos pênaltis. O Atlético-MG garantiu vaga nas quartas de final da Copa Libertadores ao vencer o Boca Juniors por 3 a 1 nas penalidades após empate por 0 a 0 no tempo normal, na noite desta terça-feira, no Mineirão.

O duelo do Mineirão foi tenso, intenso e com muita entrega física para decidir a vaga às quartas de final-(Pedro Souza/Atlético-MG)
Foto: Lance!

O nome da noite foi o goleiro Éverson, que foi de quase vilão a herói em pouco tempo. Ele havia falhado no gol do Boca, que foi anulado pelo VAR, mas pegou duas cobranças do time argentino e ainda fez o gol que classificou o seu time à próxima fase, na qual irá enfrentar Argentino Juniors ou River Plate. Nacho, Júnior Alonso e Éverson anotaram os gols atleticanos nos pênaltis, enquanto apenas Rojo fez para o Boca.

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O Atlético-MG não soube impor sua superioridade técnica nos 180 minutos de confronto, tendo de sofrer nas penalidades para seguir na competição. Jogou apenas o suficiente para evitar a sua eliminação no tempo normal. O Boca usou as armas que tinha para não ser derrotado com a bola rolando, mas foi incompetente nos pênaltis.

Com um início melhor, avançando a marcação, o Atlético-MG criou duas chances de gol e dava a impressão de que iria pressionar até o fim do primeiro tempo. Mas, o Boca conseguiu se ajustar na marcação e controlou o meio de campo até o fim da etapa inicial. Foi frustrante para o torcedor alvinegro a forma como o time da casa jogou no primeiro tempo.

Em nova falha, com Everson soltando a bola no meio da área, o Boca marcou o seu gol e ia complicando a vida do Atlético, mas o VAR entrou em ação e viu falta no goleiro atleticano. A revisão do lance acirrou ainda mais os ânimos do jogo, que se tornou um duelo de nervos.

O medo de perder se tornou maior do que vencer no tempo normal

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As duas equipes tentaram até o fim do segundo tempo a bola vencedora, para conseguir a classificação. Porém, sem muito risco, já que foram muitos lances de cruzamentos e poucas jogadas trabalhadas, para evitar dar espaços ao rival. Assim, o medo de perder ficou maior do que o de vencer antes das penalidades.

O Boca mostrou o peso da sua camisa

Com fogos de artifícios sendo estourados na porta do hotel por pseudo torcedores, que acharam que iriam abalar a confiança do time argentino, tiveram uma surpresa negativa. O Boca encarou o rival de igual para igual fora de casa e, se não fosse pelo VAR, teria saído com a vaga no tempo normal. 

Nos pênaltis, deu Atlético; Everson: de quase vilão a herói

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Mais competente, o time mineiro fez 3 a 1 em cima do Boca e está garantindo nas quartas de final, além de receber um prêmio de R$ 7,6 milhões pela classificação. O goleiro Everson foi o grande nome das cobranças, pegando dois e ainda marcando o tento que garantiu o alvinegro na outra fase da Libertadores.

Agenda atleticana

O time mineiro encara o Bahia no domingo, 25 de julho, às 11h, no Mineirão. E aguarda a decisão entre River e Argentino Juniors para conhecer seu rival nas quartas de final.

FICHA TÉCNICA DA PARTIDA

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ATLÉTICO-MG 0 (3) x 0 (1) BOCA JUNIORS

Data: 20 de julho de 2021.

Horário: 19h15 (de Brasília).

Local: Mineirão, Belo Horizonte (MG).

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Árbitro: Esteban Daniel Ostojich Vegah (URU).

Assistentes: Carlos Barreiro e Martin Soppi (URU).

VAR: Júlio Baccuñan(CHI).

Cartões amarelos: Nacho Fernández (ATL), Nathan Silva (ATL), Rojo(BOC), Sandez (BOC), Hulk (ATL).

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Cartões vermelhos: -.

Gols: -.

ATLÉTICO-MG 

Everson; Mariano, Júnior Alonso, Nathan Silva e Dodô (Calebe, aos 51'-2ºT); Allan (Hyoran, aos 51'-2ºT), Tchê Tchê (Eduardo Sasha, aos 25'-2ºT) e Zaracho (Alan Franco, aos 34'-2ºT); Nacho, Savarino (Borrero, aos 34'-2ºT) e Hulk. 

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Técnico: Cuca

BOCA JUNIORS 

Rossi; Isquierdóz, Weigandt e Rojo; Sandez, Rolón, Medina (Molinas, aos 46'-2ºT), Diego González (Campuzano, aos 47'-2ºT), Villa, Briasco (Orsini, aos 35'-2ºT) e Pávon. 

Técnico: Miguel Ángel Russo

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