Monte seu e-commerce e divulgue sua marca no Terra

Premier League aprova compra do Chelsea por empresário americano

Liga emitiu nota confirmando a aprovação da venda, que agora só depende de aval do governo britânico

24 mai 2022 - 19h44
(atualizado às 20h30)
Compartilhar
Premier League aprova a compra do Chelsea por Todd Boehly(Foto: JUSTIN TALLIS / AFP)
Premier League aprova a compra do Chelsea por Todd Boehly(Foto: JUSTIN TALLIS / AFP)
Foto: Lance!

A Premier League anunciou em nota, nesta terça, 24, a aprovação da compra do Chelsea pelo consórcio liderado pelo empresário estadunidense Todd Boehly por 4,25 bilhões de libras, poucas semanas depois do clube oficializar sua venda.

A conclusão da compra agora só depende da aprovação do governo britânico, que deve emitir uma licença de venda desde que nenhum dos rendimentos fique com Roman Abramovich, ex-dono do Chelsea, que sofreu sanções após as invasões russas à Ucrânia.

Publicidade

Há a possibilidade de que Abramovich concordará com garantias juridicamente vinculativas que permitiriam que o dinheiro fosse colocado em uma conta congelada sob controle do governo. A licença de operação especial do Chelsea expira em 31 de maio e parece é possível que a venda seja formalizada ainda nesta semana.

"O conselho da Premier League aprovou hoje a proposta de aquisição do Chelsea Football Club pelo consórcio Todd Boehly/Clearlake. A compra continua sujeita à emissão da licença de venda exigida pelo governo e à conclusão satisfatória das etapas finais da transação. O conselho aplicou o teste de proprietários e diretores da Premier League a todos os diretores em potencial e realizou a devida diligência necessária", declarou a Premier League em nota.

Os membros do consórcio que compra o clube são Todd Boehly, o suíço Hansjörg Wyss e Mark Walter, que são afiliados à empresa Clearlake Capital Group. Os dois empresários estadunidenses são sócios do time de beisebol Los Angeles Dodgers.

A Clearlake será a acionista majoritária, embora Boehly seja o principal controlador. O governo britânico propôs um processo de duas etapas no qual o dinheiro da venda iria para uma conta de garantia, onde seria mantido até que se confirme que os fundos irão para uma instituição de caridade para as vítimas da guerra na Ucrânia.

Publicidade
Fique por dentro das principais notícias de Futebol
Ativar notificações