Eletrobras quer manter usina de Tucuruí, mas ainda não negocia com governo, diz CEO

29 jan 2020 - 15h24
(atualizado às 16h05)

A Eletrobras quer manter a operação da hidrelétrica de Tucuruí, cuja concessão vai expirar a partir de 2024, mas ainda não iniciou negociações com o governo sobre o futuro do ativo, disse nesta quarta-feira o presidente da estatal, Wilson Ferreira Jr.

Wilson Ferreira Jr., CEO da Eletrobras, durante evento em São Paulo 
29/01/2019
REUTERS/Amanda Perobelli
Wilson Ferreira Jr., CEO da Eletrobras, durante evento em São Paulo 29/01/2019 REUTERS/Amanda Perobelli
Foto: Reuters

O executivo afirmou, no entanto, que uma possível renovação do contrato pode ser debatida com o Congresso em meio à tramitação de um projeto de lei do governo que prevê a privatização da companhia por meio de uma capitalização que envolveria a emissão de novas ações.

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"Talvez aumentaria até a própria capitalização", disse Ferreira, ao ser questionado sobre o tema durante evento do Credit Suisse em São Paulo.

"Não tivemos (conversas) formalmente com o governo, mas não tenho dúvida de que ela será objeto de discussão, inclusive com o Congresso, e nós temos interesse em ficar com ela em nossa plataforma, sem dúvida", afirmou.

Tucuruí, uma das maiores hidrelétricas do país, na região Norte, é importante fonte de receita da Eletrobras.

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