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Marco Pigossi defende seu sotaque na novela 'A Força do Querer': 'Nunca é igual'

Divulgação, TV Globo / PurePeople

'Sempre vai ter uma diferença', garantiu o intérprete de Zeca em conversa com o Purepeople

27 abr 2017 13h27
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No ar na novela "A Força do Querer", Marco Pigossi recebeu críticas ao sotaque de seu personagem, Zeca, nascido no Pará, que negará o divórcio à Ritinha (Isis Valverde). O ator, no entanto, se defendeu e alegou que o sotaque nunca fica perfeito. "A gente está fazendo uma representação do sotaque deles. O sotaque é algo que nunca vai ser igual e natural. Sempre vai ter uma diferença", declarou em conversa com o Purepeople.

Ator comenta sobre polêmica com expressões

Pigossi ainda respondeu as polêmica a respeito das expressões usadas por seu personagem, disputado por Ritinha e Jeiza (Paolla Oliveira). "O texto vem com todas as expressões. Inclusive, algumas expressões que depois descobri que eles não usam no Pará."

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'A gente está tentando aprimorar', avista artista

Pigossi, que carregou Isis no colo nas gravações, contou que a equipe foi alertada a respeito das expressões e gírias do Pará. "É normal. Nunca faremos o sotaque exatamente perfeito. A gente está tentando aprimorar. No começo, a gente realmente usou expressões que não tinham. Até porque estava no texto. Mas agora a gente está limpando. Mas as coisas demoram para ir ao ar. A gente está caminhando para que tudo fique o mais claro possível", avisou. No entanto, o ator fez um lembrete: "O nosso núcleo carioca é composto por paulista. Ninguém nunca reclamou".

Pigossi aprende a dirigir caminhão

O galã precisou tirar a carteira de motorista categoria C, que permite dirigir caminhões, para a novela. Isso porque Pigossi não tem dublê para gravar suas cenas no folhetim de Glória Perez.

Pigossi nega entrevista sobre sexualidade

Pigossi desmentiu os boatos a respeito de um envolvimento com Rodrigo Simas. O ator, no entanto, garantiu que não ficou abalado com o rumor. "Por sorte, o conteúdo dessa falsa entrevista não me ofende em absolutamente nada. Ao contrario. Faço dessas palavras inventadas, as minhas próprias palavras: 'prazer não tem gênero'. E que isso seja cada vez mais repetido e lembrado nesse momento de intolerância e falta de humanidade que estamos vivendo."

(Com apuração de Samyta Nunes e texto de Tatiana Mariano)

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