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Princesas infelizes: 7 semelhanças entre Diana e Charlene

O drama se repete para confirmar que a vida na realeza pode ser um pesadelo

29 nov 2021 11h39
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Tão lindas, tão tristes: Diana e Charlene se decepcionaram no casamento
Foto: Reprodução TV/BBC e Divulgação/Palais Princier de Monaco

Bem-nascidas, lindas, inteligentes, elegantes, sensuais, admiradas e... infelizes até o último fio de cabelo loiro. Diana Spencer e Charlene Wittstock realizaram o sonho de muitas garotas: tornar-se princesa. Mas pagaram um preço alto, altíssimo, por fama, status e luxo.

Vários aspectos ligam a professora de jardim de infância britânica, transformada em Princesa de Gales, e a nadadora olímpica zimbabuana que se tornou Princesa de Mônaco. Histórias parecidas de mulheres que jamais ficaram frente a frente.

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1 - Nascidas para brilhar

Filha de conde, Diana nasceu em clã aristocrático ligado à realeza. Era uma jovem alegre e com sonhos. Queria ser bailarina clássica, mas depois decidiu se dedicar à educação de crianças. Até que o príncipe Charles cruzou seu caminho. De família com boa situação financeira, Charlene sempre teve espírito de atleta. Em 1996, ela venceu o campeonato sul-africano de natação. Quatro anos depois, ficou em 5º lugar com sua equipe na Olimpíada de Sydney. Conquistou três medalhas de ouro na Copa do Mundo de 2002. A carreira foi interrompida ao conhecer o príncipe Albert. A paixão por um herdeiro de trono mudou o rumo da vida dessas duas mulheres promissoras. Não é possível afirmar que a mudança foi para melhor.

2 - Noivas perfeitas para príncipes sem amor

Diana e Charlene eram tudo o que Charles e Albert precisavam. Bonitas, de origem respeitada, discretas e deslumbradas com o mundo da monarquia. Os príncipes eram solteirões convictos pressionados a arrumar a ‘mulher perfeita’ para casar. Estava em risco a ascensão ao trono e a continuidade da dinastia Windsor, no Reino Unido, e dos Grimaldi, em Mônaco. Charles tinha 32 anos no dia do casamento, em 1981. Diana estava com 20. A diferença de idade entre Albert e Charlene é ainda maior. Na data do casório, em 2011, ele tinha 53 e ela, 33. Príncipes experientes e farristas casando por obrigação com noivas iludidas pelo amor. Receita infalível para o fracasso matrimonial.

3 - Anuladas em nome da tradição

O protocolo pede, ou melhor, exige que princesas consortes e rainhas consortes (aquelas que se casam com os herdeiros e monarcas de fato) sejam recatadas, falem pouco, conformem-se em viver à sombra do marido e jamais polemizem. Não aconteceu com Diana. Logo se rebelou ao notar o desinteresse de Charles por ela e a vida conjugal. Recusou o papel decorativo e desafiou a rainha Elizabeth. Passou a ser um estorvo e uma ameaça à monarquia mais popular de todos os tempos. Em um mundo no qual os nobres jamais revelam questões íntimas, ela expôs desolação e mágoa diante das câmeras. Escândalo! Charlene nunca foi tão ousada, mas também fugiu à regra. Deixou escapar insatisfação com as traições de Albert e a rotina de quase clausura em Mônaco. Em público, ela nem precisa verbalizar a decepção: o olhar triste e o sorriso forçado dizem tudo. Revive o drama de sua sogra, Grace Kelly, que trocou Hollywood, onde era tratada como deusa, por um casamento sufocante com Rainier III de Mônaco.

4 - Solitárias e doentes

O desprezo de Charles e a pressão da realeza para que se anulasse fizeram Diana desenvolver transtornos emocionais. Tornou-se depressiva e bulímica. Chegou a se jogar de uma escadaria quando estava grávida do príncipe William para chamar a atenção do marido ausente. Sofreu com a instabilidade mental até os últimos dias de vida (morreu aos 36 anos, em 1997, dos ferimentos por acidente de carro em Paris). Após seis meses na África do Sul, submetida a um tratamento contra uma infecção grave, Charlene voltou recentemente ao principado de Mônaco. Dias depois, foi internada para tratar profundo esgotamento físico e emocional. A misteriosa doença na garganta, nariz e ouvidos deixou a princesa ainda mais magra, solitária e amargurada. Ninguém sabe quando ela voltará ao palácio. O casamento com Albert parece cada vez mais protocolar, sem afeto.

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Diana e Charlene encantaram a imprensa e depois se tornaram vítimas da invasão de privacidade
Foto: Reproduções

5 - Dividir o marido com outras

Diana amava Charles que amava Camilla... Desde antes de subir ao altar, ela já sabia da paixão do príncipe pela ‘amiga’ casada. O herdeiro do trono jamais abriu mão de sua amante e confidente. Rejeitada, Diana deu o troco: envolveu-se com vários homens, de serviçais dos palácios a nobres. Charlene casou ciente da fama de mulherengo de Albert. Viu-se obrigada a aceitar os casos extraconjugais do marido e os filhos ilegítimos dele, nascidos de romances.

6 - Desprezadas após cumprir a missão

Qual a principal tarefa a ser desempenhada por uma princesa? Óbvio: parir um filho homem para garantir a sucessão do trono. Apesar da consolidação social do respeito à mulher, essa visão machista ainda impera nas famílias reais. Diana deu à luz a William e Harry, para alívio de Charles. Depois disso, com a continuidade dos Windsor assegurada, ela deixou de ser importante ao clã. Charlene concebeu o príncipe herdeiro Jacques e a princesa Gabriella. Presenteou Albert com a linhagem que ele tanto precisava e passou a ser tratada apenas como a mãe do futuro príncipe soberano.

7 - De invejadas a dignas de pena

Os tempos mudaram, mas milhões de jovens mulheres ainda têm o sonho de ser princesa. Quando surgiram na mídia, Diana e Charlene foram celebradas como referência e inspiração. Conforme passaram a sofrer em público – e o conto de fadas contemporâneo se transformou em uma novela triste da vida real – viraram símbolos de infelicidade. Nas décadas de 1980 e 1990, o calvário midiático da Princesa de Gales comoveu pessoas de todos os cantos do planeta. Agora é a vez da Princesa de Mônaco despertar a piedade coletiva. Com Charlene, a recorrente história da princesa infeliz se repete. Tomara que ela não tenha um final sombrio como o de Diana.

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