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		<title><![CDATA[Terra - RSS - Home]]></title>
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		<description><![CDATA[Últimas Notícias - Home]]></description>
		<language><![CDATA[pt-br]]></language>
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		<category><![CDATA[Home]]></category>
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			<title><![CDATA[Terra - RSS - Home]]></title>
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			<title><![CDATA[Refugiados norte-coreanos chegam a Seul vindos do Laos, diz jornal local]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 06:04:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/refugiados-norte-coreanos-chegam-a-seul-vindos-do-laos-diz-jornal-local,82583d49d455f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[O jornal da Coreia do Sul "Chosun" informou nesta terça-feira que cerca de 20 refugiados norte-coreanos chegaram recentemente a Seul vindos do Laos, duas semanas depois que o país do sudeste asiático enviou outros nove para a China para serem repatriados, gerando críticas internacionais. Os 20 dissidentes da Coreia do Norte partiram nos últimos dias da capital do Laos, Vientiane, com destino a Seul, onde será facilitado o asilo político após os procedimentos de interrogatório para saber se são espiões, informou a publicação, citando uma fonte diplomática sul-coreana. O Ministerio das Relações Exteriores da Coreia do Sul, por outro lado, se negou a confirmar ou desmentir esta informação, seguindo sua política de silêncio em assuntos relativos a refugiados norte-coreanos. O fato ocorreu depois que nove jovens dissidentes norte-coreanos, com entre 15 e 23 anos, foram detidos no Laos e entregues, contra a sua vontade, a Pequim, em uma ação sem precedentes das autoridades laosianas que provocou forte polêmica. A China, que não reconhece o status de refugiados dos norte-coreanos, enviou os dissidentes para Pyongyang onde, segundo organizações humanitárias, podem ter sofrido graves represálias por parte do regime de Kim Jong-un. Os norte-coreanos que fogem da fome e da repressão política em seu país para se asilarem na Coreia do Sul têm que percorrer um longo caminho que começa na China, geralmente cruzando o rio Yalu, na fronteira com a Coreia do Norte. Na China, os refugiados têm que viajar milhares de quilômetros sem ser capturados pela polícia até chegarem a um terceiro país - geralmente a Tailândia e o Laos - onde pedem asilo na embaixada sul-coreana, que providencia sua viagem a Seul. O governo sul-coreano antecipou hoje que reforçará em breve o pessoal de suas delegações exteriores em países receptores de refugiados norte-coreanos e que vai estreitar a cooperação com seus governos para prevenir que situações como esta se repitam no futuro. O número de refugiados norte-coreanos que conseguem chegar à Coreia do Sul diminuiu de 2.706 em 2011, para 1.520 em 2012 e 596 desde janeiro deste ano até o fim do mês passado. Segundo especialistas locais, esta queda corresponde a uma repressão cada vez maior dos dissentes pelo regime comunista.]]></content>
			<description><![CDATA[O jornal da Coreia do Sul "Chosun" informou nesta terça-feira que cerca de 20 refugiados norte-coreanos chegaram recentemente a Seul vindos do Laos, duas semanas depois que o país do sudeste asiático enviou outros nove para a China para serem repatriados, gerando críticas internacionais....]]></description>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[SP: vereadores em Bauru são liberados após receberem líderes de movimento]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 05:55:57 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/sp-vereadores-em-bauru-sao-liberados-apos-receberem-lideres-de-movimento,75a443270c55f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/sp-vereadores-em-bauru-sao-liberados-apos-receberem-lideres-de-movimento,75a443270c55f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Encurralados pelos manifestantes do movimento “Vem pra rua” na Câmara, os vereadores de Bauru, no interior de São Paulo, só puderam deixar o prédio do Legislativo depois de receberem os líderes da manifestação.  A sessão desta segunda-feira havia sido encerrada por volta das 19h, mas na saída os vereadores foram impedidos de deixar a Casa. Eles só puderam sair do local quatro horas depois, após receberem uma comissão formada por sete manifestantes. Os jovens apresentaram diversas reivindicações, mas a principal delas é o pedido de abertura de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) para investigar o valor das passagens em Bauru.  De acordo com a advogada Renata Cezar, uma das líderes do movimento, o presidente da Câmara Sandro Bússola (PT) se comprometeu a realizar uma assembleia, na quarta-feira, para analisar o projeto de CEI apresentado pelo vereador Roque Ferreira (PT).  “A redução de tarifa em si não depende do Legislativo e sim do Executivo. Pedimos apoio para a redução da tarifa. Eles são representantes do povo, querendo ou não a influência deles é muito maior”, disse.  Segundo Renata, a vereadora Telma Gobbi (PMDB) se mostrou incomodada com a presença dos manifestantes. “Por diversas vezes a vereadora se ausentou da reunião e quando participou se exaltou”, conta.  Uma nova manifestação está agendada para a próxima quinta-feira. A concentração deve acontecer novamente na Praça Rui Barbosa, no Centro, a partir das 18h e de lá o grupo deve seguir até o Palácio das Cerejeiras, sede do governo bauruense. Os jovens estão mobilizando as pessoas por meio do Facebook, através do grupo “Bauru Acordou”.  Greve Motoristas das empresas de transporte coletivo de Bauru prometem bloquear a saída dos ônibus das garagens na manhã de sexta-feira. A ideia é que nenhum veículo circule das 5h às 7h e, a partir desse horário, apenas 30% dos coletivos.   O grupo intitulando “Bauru Acordou” promete apoiar a paralisação. “Os ônibus vão circular com as catracas liberadas e nós vamos nos unir a este protesto”, disse o estudante Altair Pereira Azevedo, da liderança do movimento. ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/18/altairrenata.JPG&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Talita Zaparolli/Especial para Terra" title="Foto: Talita Zaparolli/Especial para Terra"> <br>Encurralados pelos manifestantes do movimento “Vem pra rua” na Câmara, os vereadores de Bauru, no interior de São Paulo, só puderam deixar o prédio do Legislativo depois de receberem os líderes da manifestação. ...]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/18/altairrenata.JPG]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Obama nega que EUA evitariam tragédia síria se agissem antes]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 05:25:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/obama-nega-que-eua-evitariam-tragedia-siria-se-agissem-antes,2b4830b5c455f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/obama-nega-que-eua-evitariam-tragedia-siria-se-agissem-antes,2b4830b5c455f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, rejeitou nesta segunda-feira que uma ação "com maior antecedência ou mais contundente" de seu país evitaria a "tragédia" na Síria e reiterou que a solução deve ser de caráter "político". "Este argumento, que evitaríamos a atual tragédia e o caos que vemos na Síria caso tivéssemos agido previamente, ou de modo mais contundente, acho que é equivocada", afirmou Obama em uma entrevista ao jornalista Charlie Rose da emissora "PBS", gravada no domingo e transmitida hoje. Desde que começou a revolta contra o governo sírio, em março de 2011, o conflito causou mais de 93 mil mortes e fez milhões de refugiados. Obama, em sua primeira declaração sobre o tema desde o anúncio da ajuda militar americana na última quinta-feira, defendeu a cautela de seu país. "Tínhamos que esclarecer e determinar quem está na oposição síria", afirmou Obama, ao esclarecer que o movimento contra o governo do presidente Bashar al Assad não era uma força militar própria e que existiam dúvidas sobre elementos infiltrados da Al-Qaeda. O presidente americano ressaltou a "necessidade legítima dos EUA de se comprometerem com o seu envolvimento" no conflito sírio, mas garantiu que devem fazê-lo "de maneira cuidadosa e precisa". Além disso, e apesar de reiterar sua aposta por uma solução "política", afirmou que por causa do "apoio do Irã e da Rússia, Assad acredita que não tem que aceitar uma transição política e acha que pode simplesmente reprimir violentamente metade da população síria". "Enquanto continuar com esse pensamento, vai ser muito difícil resolver a situação ali", disse. A entrevista aconteceu horas antes da viagem de Obama à Irlanda do Norte para participar da cúpula do G8, na qual a questão da Síria seria um dos principais pontos da agenda, especialmente na reunião bilateral prevista entre o presidente russo, Vladimir Putin, e o governante americano. No entanto, após o primeiro dia da cúpula, as posições dos países permanecem as mesmas e não foram feitos avanços.]]></content>
			<description><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, rejeitou nesta segunda-feira que uma ação "com maior antecedência ou mais contundente" de seu país evitaria a "tragédia" na Síria e reiterou que a solução deve ser de caráter "político"....]]></description>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Irmão de vítima da Kiss faz protesto na Espanha contra prefeito]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 05:14:28 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/tragedia-em-santa-maria/irmao-de-vitima-da-kiss-faz-protesto-na-espanha-contra-prefeito,9effd511d955f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/tragedia-em-santa-maria/irmao-de-vitima-da-kiss-faz-protesto-na-espanha-contra-prefeito,9effd511d955f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A chegada do prefeito Cezar Schirmer (PMDB) a Madri, na Espanha, motivou o irmão mais velho de uma das vítimas da tragédia da Kiss, André de Moura Ferreira, a fazer um protesto silencioso. Em memória de Andressa Inajá de Moura Ferreira, que era estudante de Medicina Veterinária na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e morreu no incêndio aos 18 anos, André saiu do trabalho, às 4h30 deste domingo (horário local) e, com sua moto, rodou mais de 200 quilômetros para espalhar cartazes de protesto por pontos turísticos da capital espanhola. O primeiro alvo de André era a Casa do Brasil, que já estava confirmada como ponto de visita do prefeito. O local fica ao lado do Palácio da Moncloa, em Madri, que já é alvo de manifestações politicas e de atos de vandalismo. Logo que ele começou a colocar os cartazes no chão, agentes da polícia o abordaram e recolheram o material, por dizer que “se tratava de material que fomentava violência”. Mais tarde, ele teve que dar declarações em uma delegacia, sem maiores consequências. André voltou para sua casa e fez ainda um pequeno folheto explicando quem era Schirmer, com base em informações do inquérito da Polícia Civil sobre a tragédia. O papel foi entregue por ele às pessoas que vinham falar com o brasileiro e no metrô de Madri, bem em uma hora movimentada, quando o povo estava saindo para trabalhar.  O rapaz vive na Espanha desde 2006, quando foi para buscar trabalho. Nos últimos anos, André assumiu a administração de uma discoteca em Madri, o que o fez ficar mais revoltado com o que aconteceu na Kiss. “Me revoltei simplesmente pelo descaso profissional oferecido pelos proprietários da kiss em relação à segurança de seus clientes. Simplesmente pensaram em ganhar e nada em investir. Como os relatos que confirmam que um dos donos retirava os extintores da discoteca pela “estética”. Os cartazes e os panfletos foram motivados pela revolta de André. “Minha discoteca é maior que a Kiss. Tem dois andares. A lei aqui me obriga a ter duas saídas de emergência, luzes de emergência, pelo menos quatro extintores por andar e mangueira de bombeiros dentro da discoteca. Pede formação e licença aos seguranças para lidar e organizar os clientes em qualquer situação”, explica André. O santa-rosense ainda fala que a discoteca recebe inspeções praticamente semanais da fiscalização, independentemente do fato de o alvará estar em ordem ou não. “Se alvará não está ok, o estabelecimento já é fechado”, revela André.  A realidade da Espanha em contraste com o que aconteceu na Kiss não permitiu que André ficasse calado em uma visita ao prefeito de Santa Maria ao seu país. “Sigo muito revoltado, com sede de justiça e sem muita preocupação com minha integridade física. Meus pais perderam seu 'nenê', seu porto seguro, e eu, uma irmã adorável, que era ótima estudante e para quem eu havia prometido trazer para cá, estudar e fazer carreira. Me matou por dentro”, conclui André. André não conseguiu chegar a tempo do enterro da irmã, em Santa Rosa (RS), pois, quando tudo aconteceu, era véspera de Carnaval e todos os voos da Europa para o Brasil estavam lotados ou com o preço inflacionado. Ele chegou na semana seguinte ao enterro. “Fui simplesmente com o objetivo de tentar ser mais forte que os demais para ser o apoio de meus pais, que, naquele momento, estavam destroçados”, comentou André. Ele ficou pouco mais de duas semanas no Brasil e chegou a acompanhar o pai para recolher os pertences de Andressa no apartamento em que ela morava em Santa Maria e foi à primeira reunião da Associação de Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria. No final, André tem um sentimento que é um misto de dor e revolta: “minha irmã havia completado 18 anos no dia 5 de dezembro de 2012. Nunca havia estado longe de meus pais. Estava ansiosa por começar a estudar em Santa Maria. Nunca foi de festas. Fez sua parte como amiga que sempre era, ao confirmar sua presença na festa de seu curso de Veterinária. Era uma menina linda, que tinha uma mentalidade muito madura para a beleza, já que muitas vezes a intelectualidade se perde pelo fácil acesso que a beleza fisica nos oferece". "Ela somente queria estudar... Adorava os animais como eu, sempre fomos muito parecidos. Agora, resta o vazio e a tentativa de arrancar forças de onde for para ser o apoio de meus pais, mesmo estando tão longe”, completa André, que tem a intenção de organizar um passeio em moto com amigos e divulgar o caso Kiss em Portugal, na França, na Itália e na Holanda.  O prefeito Cezar Schirmer viajou à Europa para participar do Encontro Mundial de Prefeitos, que ocorreu em Bilbao, na Espanha, no último fim de semana. Ele teve uma passagem rápida por Lisboa, em Portugal, antes do evento. Desde esta segunda-feira, ele faz visitas a instituições de ensino de hotelaria e gastronomia, acompanhado por empresários de Santa Maria e Caxias do Sul. O retorno ao Brasil está previsto para quarta-feira, dia 19.   ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/18/protestoespanhasantamaria.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: André Ferreira/Arquivo Pessoal/Reprodução" title="Foto: André Ferreira/Arquivo Pessoal/Reprodução"> <br>A chegada do prefeito Cezar Schirmer (PMDB) a Madri, na Espanha, motivou o irmão mais velho de uma das vítimas da tragédia da Kiss, André de Moura Ferreira, a fazer um protesto silencioso. Em memória de Andressa Inajá de Moura Ferreira, que era estudante de Medicina Veterinária na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e morreu no incêndio aos 18 anos, André saiu do trabalho, às 4h30 deste domingo (horário local) e, com sua moto, rodou mais de 200 quilômetros para espalhar cartazes de protesto por pontos turísticos da capital espanhola....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/18/protestoespanhasantamaria.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Tragédia em Santa Maria]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Obama cético sobre ação militar dos EUA na Síria]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 04:46:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/obama-cetico-sobre-acao-militar-dos-eua-na-siria,74383d49d455f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/obama-cetico-sobre-acao-militar-dos-eua-na-siria,74383d49d455f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, manifestou nesta segunda-feira seu ceticismo sobre uma possível ação militar americana na Síria, como a instalação de uma zona de exclusão aérea, estimando que tal medida não mudaria a situação do conflito. "Mesmo com a criação de uma zona de exclusão aérea, é possível que não se solucione o problema que há dentro desta zona", disse o presidente no "The Charlie Rose Show". Em entrevista ao jornalista da PBS Charlie Rose, Obama afirmou que "é difícil entender a complexidade da situação" na Síria e "como não devemos nos precipitar em mais uma guerra no Oriente Médio". "Disse que ampliaria o apoio tanto à oposição política como à oposição armada, mas não precisei exatamente o que faremos e não vou fazê-lo nesta entrevista". A Casa Branca anunciou o reforço da ajuda à oposição síria na semana passada, após a conclusão de que o regime de Bashar al-Assad utilizou armas químicas contra os rebeldes. "Se criarmos um corredor humanitário, conseguiremos impedir a chegada de aviões a este corredor ou também de mísseis?" - perguntou Obama sobre uma eventual zona de exclusão aérea. "Isto significaria eliminar o armamento em Damasco e, portanto, ter a disposição de bombardear Damasco. E o que ocorreria se fizéssemos vítimas civis?" Na mesma entrevista, Obama estimou que a China está endurecendo sua política contra o programa nuclear da Coreia do Norte. "Vemos que os chineses estão levando a sério o problema das declarações e provocações constantes dos norte-coreanos e rejeitando seu programa nuclear". Os políticos chineses "costumam deixar de lado este tipo de problema, mas agora vemos um interesse e uma vontade de se envolver com nossas negociações estratégicas sobre estes aspectos", disse Obama. "Minha impressão do presidente Xi (Jinping) é que consolidou sua posição bastante rápido dentro da China, e que é mais jovem, forte, robusto e mais seguro de si mesmo (...) do que outros líderes do passado". Em um fato pouco comum, o governo chinês - aliado econômico e diplomático do regime em Pyongyang - decidiu impor penalizações sobre contas bancárias norte-coreanas, com base em um pacote de sanções aprovado pela ONU. Ainda sobre a China, Obama disse que Pequim entendeu muito claramente as consequências de um ciberataque contra os Estados Unidos, o que deterioraria as relações entre as duas potências. "Tivemos conversações muito claras sobre este tema. Eles entenderam, acredito, que isto pode prejudicar as bases da relação entre Estados Unidos e China", revelou o presidente.]]></content>
			<description><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, manifestou nesta segunda-feira seu ceticismo sobre uma possível ação militar americana na Síria, como a instalação de uma zona de exclusão aérea, estimando que tal medida não mudaria a situação do conflito....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[ES: manifestação termina em confusão provocada por policiais]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 04:18:50 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/es-manifestacao-termina-em-confusao-provocada-por-policiais,2c5f483ea755f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/es-manifestacao-termina-em-confusao-provocada-por-policiais,2c5f483ea755f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Cerca de 20 mil pessoas percorreram nessa segunda-feira aproximadamente 12 quilômetros durante uma manifestação em Vitória, capital do Espírito Santo. Os participantes do ato público, que teve eventos similares em diversos Estados do Brasil, caminharam da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) até as proximidades da casa do governador Renato Casagrande. A passeata não teve situações violentas durante todo o trajeto, mas o cerco estava fechado no destino final, pelo Batalhão de Missões Especiais (BME). E no fim, o que era pacífico, transformou-se em uma verdadeira guerra. Após um possível arremesso de pedra ou lata de cerveja – a polícia diz que foi uma lata e o governo diz que foi pedra -, o BME decidiu lançar bombas de efeito moral e gás lacrimogênio. A confusão se espalhou pelas ruas do bairro Praia da Costa, em Vila Velha. Manifestantes começaram a espalhar latas de lixo pelas ruas, e entraram em conflito com os policiais. Muitos correram desesperadamente, e nossa equipe de reportagem foi atingida por uma bomba de gás lacrimogênio. Felizmente, após alguns minutos, o efeito do gás diminuiu. Mas o estrago nas ruas de Vila Velha foi grande. Ranking das tarifas de &amp;amp;amp;ocirc;nibus no Pa&amp;amp;amp;iacute;s&amp;amp;amp;lt;a data-cke-saved-href=&amp;amp;amp;quot;http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/tarifas-de-onibus/iframe.htm&amp;amp;amp;quot; href=&amp;amp;amp;quot;http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/tarifas-de-onibus/iframe.htm&amp;amp;amp;quot;&amp;amp;amp;gt;veja o infogr&amp;amp;amp;aacute;fico&amp;amp;amp;lt;/a&amp;amp;amp;gt; &amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;lt;a data-cke-saved-href=&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/tarifas-de-onibus/iframe.htm&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot; href=&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/tarifas-de-onibus/iframe.htm&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;gt;veja o infogr&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;aacute;fico&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;lt;/a&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;gt; Passeata pacífica Todo o trajeto da manifestação em Vitória teve manifestação pacífica. Entre as milhares de pessoas, alguns resolveram agir de maneira distinta dos demais, mas esses foram poucos. A polícia respeitou a todos desde a concentração na Ufes. Slides com algumas frases que estão circulando na internet desde o início dos protestos, em São Paulo, foram projetados na parte frontal do Teatro Universitário, onde os participantes do manifesto se reuniram. O grito de “vem pra rua” se expandiu, e os cartazes foram levantados quando o relógio marcava 18h30. A apreensão do que estava por vir era com os policiais militares que estavam espalhados pelo trajeto. Mas estes nada fizeram, e sequer tentaram impedir os manifestantes.Mas ao chegar nas cancelas da Terceira Ponte, que liga Vitória a Vila Velha, quem estava na frente decidiu passar, já que o local foi liberado. Ali foi decidido que todos iriam até a casa do governador do Espírito Santo. Apesar do congestionamento no trânsito, tanto na capital quanto na cidade de Vila Velha, motoristas e moradores da região demonstraram apoio aos manifestantes, com buzinas no ritmo das palavras de ordem da passeata, panos brancos pendurados nas janelas como forma de pedir a paz, e alguns moradores ainda piscavam as luzes do apartamento a medida que os manifestantes passavam. Moradores de Vila Velha aderem à manifestação Já em Vila Velha, as pessoas foram às ruas e compraram a ideia da manifestação que começou em Vitória. No local, os gritos de “vem pra rua” tomaram conta das principais avenidas da cidade. O canto do hino nacional foi sonoro, e pacificamente os manifestantes chegaram até a rua onde reside o governador do Espírito Santo, na região nobre de Vila Velha. Gritos contra Dilma e TV Globo O que chamou a atenção durante toda a manifestação foram os gritos contra a presidente Dilma Rousseff e a TV Globo. Contra a presidente, os gritos eram de teor ofensivo, com xingamentos. Já para a emissora, a frase emblemática foi “o povo não é bobo, chupa Rede Globo”. Confusão após bombas de efeito moral Se durante 90% do trajeto a paz esteve presente, no fim, algum artifício arremessado contra os policiais foi o argumento necessário para que as bombas de gás lacrimogênio fossem lançadas contra os manifestantes. Nossa equipe de reportagem estava próxima do local onde o gás foi expelido. Pânico e revolta tomaram conta do local. Foi a partir daí que o conflito começou. Muitas pessoas depredaram carros, lixeiras, e atiravam objetos. A guerra se estendeu, e durou aproximadamente até às 23h.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/18/esmanifestantesespacacio.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Acácio Rodrigues/Especial para Terra" title="Foto: Acácio Rodrigues/Especial para Terra"> <br>Cerca de 20 mil pessoas percorreram nessa segunda-feira aproximadamente 12 quilômetros durante uma manifestação em Vitória, capital do Espírito Santo. Os participantes do ato público, que teve eventos similares em diversos Estados do Brasil, caminharam da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) até as proximidades da casa do governador Renato Casagrande. A passeata não teve situações violentas durante todo o trajeto, mas o cerco estava fechado no destino final, pelo Batalhão de Missões Especiais (BME). E no fim, o que era pacífico, transformou-se em uma verdadeira guerra....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/18/esmanifestantesespacacio.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Em dia de paz em SP, imagem da 'tomada' do Congresso ganha o mundo]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 04:12:26 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/em-dia-de-paz-em-sp-imagem-da-tomada-do-congresso-ganha-o-mundo,6afc47a43655f310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Quando todas as atenções estavam voltadas a São Paulo, diante de um temor de que as cenas de violência registradas na semana passada se repetissem nesta segunda-feira, a capital paulista deu mostras de civilidade neste histórico 17 de junho, em que mais de 65 mil pessoas decidiram ir às ruas pacificamente para reivindicar seus direitos. A manifestação cidadã da maior metrópole brasileira, porém, foi ofuscada pelos jovens que subiram no topo do prédio do Congresso Nacional, em Brasília, e a tentativa de invasão da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, cujas imagens ganharam o mundo como retrato da insatisfação popular com o atual momento do País. A movimentação no Largo da Batata, na região central de São Paulo, começou ainda no início da tarde. Como o protesto estava marcado para as 17h, diversos estabelecimentos comerciais da região da avenida Faria Lima fecharam as portas mais cedo, com medo de atos de vandalismo e tumultos provocados pela repressão policial. Com a ordem do governo de evitar ao máximo o confronto com manifestantes, proibindo inclusive o uso de balas de borracha, a Polícia Militar acompanhou, à distância, a marcha dos inconformados, que tomaram as ruas e se dividiram em grupos distintos, seguindo para a avenida Paulista e para o Palácio dos Bandeirantes. Na avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, 10 policiais militares deram uma demonstração de apoio à manifestação e acompanharam ativistas, sentando-se na pista. Eles foram aplaudidos por integrantes do protesto. "Isso é uma demonstração de respeito da Polícia Militar à vontade política da população", diz Matheus Prei, integrante do Movimento Passe Livre e que acompanha os policiais. "Estamos vivendo uma experiência que nunca vivemos. Estamos aprendendo com essa passeata. Quando a gente não é reprimido, a gente consegue manter o controle das pessoas e não tem vandalismo, nem violência." Foi justamente na sede do governo que, após mais de seis horas sem qualquer registro de ocorrência, foi visto o primeiro confronto, por volta das 23h. Vaiados pela maioria dos manifestantes, um grupo tentou invadir o palácio e foi recebido pela Polícia Militar com bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral. 'O Congresso é nosso' Mais de cinco mil pessoas participaram do ato que, ao menos simbolicamente, representou o maior "feito" dos manifestantes em todo o Brasil. Após marchar pela Esplanada dos Ministérios e cercar o Congresso Nacional, em Brasília, a multidão conseguiu furar o bloqueio e subiu no prédio do parlamento, pela lateral do edifício. A PM respondeu com bombas, mas os manifestantes retornaram em maior número e ocuparam o local onde ficam as abóbadas invertidas. Eles gritavam frases como "aha-uhu, o Congresso é nosso". Do lado de baixo, no gramado, manifestantes cantavam o Hino Nacional, segurando os celulares acesos. Os senadores Inácio Arruda (PCdoB-CE), Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), Paulo Paim (PT-RS) e Eduardo Suplicy (PT-SP) e o presidente em exercício da Câmara, André Vargas (PT-PR), tentaram negociar a saída dos manifestantes, mas a falta de uma liderança do movimento dificultou o diálogo. Houve princípio de tumulto mais cedo, quando o grupo invadiu o espalho d'água em frente ao Congresso. Cerco à Assembleia do RJ Depois de um começo de manifestação pacífico, a polícia e uma pequena parte dos mais de 50 mil manifestantes entraram em confronto na noite desta segunda-feira durante os protestos contra o aumento da passagem no Rio de Janeiro. O enfrentamento aconteceu em frente à Assembleia do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), que recebeu forte policiamento para evitar pichações. Os manifestantes fizeram fogueiras nas imediações do prédio e atearam fogo em dois carros, um no estacionamento funcional da Assembleia Legislativa e outro atrás da Alerj. Pelo menos 15 focos de incêndio foram contados pela reportagem do Terra. No fim da noite, um grupo de manifestantes conseguiu invadir o prédio da Alerj, quebrou janelas, ateou fogo na porta e tirou cadeiras de dentro do edifício. Dezenas de PMs e funcionários ficaram presos dentro da Alerj, cercada por manifestantes. Eles negociaram com os que protestavam para sair com os policiais que ficaram feridos durante a invasão. Oficialmente, cinco estão machucados, mas havia informações de que até 20 PMs estariam feridos. Por volta das 23h15, a Tropa de Choque chegou ao local e usou bombas de gás lacrimogênio. Às 23h45, os policiais conseguiram deixar a Alerj. Funcionários dizem que havia mais de 100 pessoas dentro do prédio. "Ficamos numa sala no segundo andar, presos. Eles jogavam muitas pedras do lado de fora. Está tudo arrebentado, janelas, portas. Algumas pessoas entraram em pânico. Tinham três PMs feridos com a gente. Nunca imaginei que pudesse acontecer isso. Eles quebraram tudo, é uma pena", disse o supervisor dos ascensoristas, Robert Rodrigues. Os manifestantes começaram a chegar ao local por volta das 19h50. A polícia montou dois cordões de isolamento com a ajuda de grades para impedir que os ativistas tivessem acesso à escadaria do prédio. O objetivo era evitar que as pichações ao prédio registradas nos protestos de quinta-feira se repetissem. Segundo a Polícia Militar, a tropa de choque foi chamada após uma tentativa de arrombamento. A polícia tentou impedir a entrada dos manifestantes com balas de borracha, e muitas pessoas tentam fugir do local. Do lado de fora, o cenário era de caos, com carros e orelhões destruídos e incendiados. Várias agencias bancárias foram depredadas. Na rua da Assembleia, o cenário era de destruição. Além dos vidros quebrados, as agências foram pichadas pelos manifestantes. Algumas lojas do centro começaram a ser saqueadas. Enquanto registrava a ação de quatro pessoas que quebravam uma agência bancária nas proximidades da Alerj, o repórter do Terra André Naddeo foi agredido e assaltado. "Eles estavam destruindo uma agência do Itaú e eu estava fazendo foto com celular", disse. Ele foi cercado e questionado se estava filmando a ação. "Quando fui tentar argumentar, ele me deu um soco na barriga, o celular caiu no chão e eles saíram correndo com o aparelho", disse. Vandalismo de minoria em Porto Alegre Em meio à manifestação pacífica de cerca de 5 mil pessoas, a ação de um grupo reduzido causou destruição e transtornos na região central de Porto Alegre (RS). Após manifestantes quebrarem os vidros de uma revenda de automóveis da Honda, a Polícia Militar usou bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha. O Batalhão de Operações Especiais (BOE) esperava a passeata em frente ao prédio do jornal Zero Hora, da RBS (afiliada da Globo). Segundo o BOE, nove pessoas foram detidas. A maior parte dos ativistas gritava "sem vandalismo, sem violência". A polícia forçou o trajeto dos manifestantes até a avenida João Pessoa e, na avenida Azenha, a manifestação foi dispersada. Um grupo que se manteve no local ateou fogo a objetos, como um contêiner de construção, outro de lixo, um telefone público e uma caixa de correio. Um ônibus também foi incendiado. "Eles não fizeram nada conosco, apenas exigiram que a gente saísse. Eu abri as portas e deixei todos os passageiros saírem", diz José Gusmão, motorista do veículo. O condutor diz também que o coletivo não estava lotado, mas tinha um bom número de pessoas. O grupo quebrou os vidros e depois tentou virar e queimar outro ônibus na Azenha, que estava vazio. A polícia usou bombas de gás e os manifestantes correram. Os bombeiros chegaram para apagar os focos de incêndio. Os manifestantes se dispersaram após o primeiro confronto, mas a violência continuou. Ocorreu um reagrupamento no bairro da Cidade Baixa, onde queimaram diversas lixeiras e quebraram vitrines de banco. Conforme avançava, o grupo realizava novas depredações de lojas e bancos. Nos arredores do Palácio Piratini, sede do governo gaúcho, os manifestantes entraram em confronto novamente com a polícia, que reagiu com mais bombas de efeito moral e gás. Porto Alegre foi uma das primeiras cidades brasileiras onde o aumento anunciado no preço da passagem gerou uma onda de protestos. Após uma série de manifestações, uma decisão judicial suspendeu o reajuste. Dilma defende legitimidade de manifestações Pressionada pelos protestos que se alastram pelo País, a presidente Dilma Rousseff não apareceu em público nesta segunda-feira. Por meio de mensagem transmitida a jornalistas da ministra da Comunicação Social, Helena Chagas, a presidente declarou que "as manifestações pacíficas são legítimas e próprias da democracia". "É próprio dos jovens se manifestarem", afirmou a presidente no pronunciamento. À tarde, Dilma recebeu o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, em reunião que não constava em sua agenda oficial. O ministro fez um relato sobre os protestos pelo Brasil. "Ela está encarando isso como uma questão normal da democracia", afirmou a ministra. Helena Chagas não relatou impressões de Dilma sobre as vaias sofridas durante a abertura da Copa das Confederações no último sábado. "Isso não tem relevância", limitou-se a dizer a ministra. Outras cidades Organizações como o Movimento Passe Livre estimam a ocorrência de protestos em cerca de 200 municípios brasileiros nesta segunda-feira. Houve registro de confrontos em Curitiba (PR) e Belo Horizonte (MG). Em Maceió (AL), um estudante foi baleado durante a manifestação. Segundo a Polícia Militar, o homem tentou furar o bloqueio feito pelos ativistas em uma rua, quando os manifestantes começaram a bater e empurrar o veículo. O motorista teria então disparado contra o jovem. Cenas de guerra nos protestos em SP A cidade de São Paulo enfrenta protestos contra o aumento na tarifa do transporte público desde o dia 6 de junho. Manifestantes e policiais entraram em confronto em diferentes ocasiões e ruas do centro se transformaram em cenários de guerra. Enquanto policiais usavam bombas e tiros de bala de borracha, manifestantes respondiam com pedras e rojões. Durante os atos, portas de agências bancárias e estabelecimentos comerciais foram quebrados, ônibus, muros e monumentos pichados e lixeiras incendiadas. Os manifestantes alegam que reagem à repressão opressiva da polícia, que age de maneira truculenta para tentar conter ou dispersar os protestos. Veja a cronologia e mais detalhes sobre os protestos em SP Segundo a administração pública, em quatro dias de manifestações mais de 250 pessoas foram presas, muitas sob acusação de depredação de patrimônio público e formação de quadrilha. No dia 13 de junho, bombas de gás lacrimogêneo lançadas pela Polícia Militar na rua da Consolação deram início a uma sequência de atos violentos por parte das forças de segurança, que se espalharam pelo centro. O cenário foi de caos: manifestantes e pessoas pegas de surpresa pelo protesto correndo para todos os lados tentando se proteger; motoristas e passageiros de ônibus inalando gás de pimenta sem ter como fugir em meio ao trânsito; e vários jornalistas, que cobriam o protesto, detidos, ameaçados ou agredidos. No dia seguinte ao protesto marcado pela violência, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) declarou que via "ações coordenadas" oportunistas no movimento, reiterou "a defesa do direito de ir e vir" da população, mas garantiu que não permitirá que os manifestantes prejudiquem a circulação de veículos e pessoas. No mesmo dia, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou que a polícia deve ser investigada por abusos cometidos, mas não deixou de criticar a ação dos ativistas. As agressões da polícia repercutiram negativamente na imprensa e também nas redes sociais. Vítimas e testemunhas da ação violenta divulgaram relatos, fotografias e vídeos na internet. A mobilização ultrapassou as fronteiras do País e ganhou as ruas de várias cidades do mundo. Dezenas de manifestações foram organizadas em outros países em apoio aos protestos em São Paulo e repúdio à ação violenta da Polícia Militar. Eventos foram marcados pelas redes sociais em quase 30 cidades da Europa, Estados Unidos e América Latina. As passagens de ônibus, metrô e trem da cidade de São Paulo passaram a custar R$ 3,20 no dia 2 de junho. A tarifa anterior, de R$ 3, vigorava desde janeiro de 2011. Segundo a administração paulista, caso fosse feito o reajuste com base na inflação acumulada no período, aferido pelo IPC/Fipe, o valor chegaria a R$ 3,40. "O reajuste abaixo da inflação é um esforço da prefeitura para não onerar em excesso os passageiros", disse em nota.  O prefeito da capital havia declarado que o reajuste poderia ser menor caso o Congresso aprovasse a desoneração do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) para o transporte público. A proposta foi aprovada, mas não houve manifestação da administração municipal sobre redução das tarifas. Evolu&ccedil;&atilde;o da tarifa de transporte em S&atilde;o Paulo &lt;a data-cke-saved-href=&quot;http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/tarifas-metro-onibus-sp/iframe.htm&quot; data-cke-714-href=&quot;http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/tarifas-metro-onibus-sp/iframe.htm&quot;&gt;veja o infogr&aacute;fico&lt;/a&gt; Ranking das tarifas de &ocirc;nibus no Pa&iacute;s&lt;a data-cke-saved-href=&quot;http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/tarifas-de-onibus/iframe.htm&quot; href=&quot;http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/tarifas-de-onibus/iframe.htm&quot;&gt;veja o infogr&aacute;fico&lt;/a&gt; &amp;amp;lt;a data-cke-saved-href=&amp;quot;http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/tarifas-de-onibus/iframe.htm&amp;quot; href=&amp;quot;http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/tarifas-de-onibus/iframe.htm&amp;quot;&amp;amp;gt;veja o infogr&amp;aacute;fico&amp;amp;lt;/a&amp;amp;gt;]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/17/bsbprotestogantoisinvasao.jpeg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Gustavo Gantois/Terra" title="Foto: Gustavo Gantois/Terra"> <br>Quando todas as atenções estavam voltadas a São Paulo, diante de um temor de que as cenas de violência registradas na semana passada se repetissem nesta segunda-feira, a capital paulista deu mostras de civilidade neste histórico 17 de junho, em que mais de 65 mil pessoas decidiram ir às ruas pacificamente para reivindicar seus direitos. A manifestação cidadã da maior metrópole brasileira, porém, foi ofuscada pelos jovens que subiram no topo do prédio do Congresso Nacional, em Brasília, e a tentativa de invasão da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, cujas imagens ganharam o mundo como retrato da insatisfação popular com o atual momento do País....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/17/bsbprotestogantoisinvasao.jpeg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Jornais estrangeiros destacam 'causas vagas' e 'políticos à prova' no Brasil]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 04:08:40 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/jornais-estrangeiros-destacam-causas-vagas-e-politicos-a-prova-no-brasil,66c51501e655f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[A onda de protestos que se espalhou por diversas cidades brasileiras nesta segunda-feira foi destaque na imprensa internacional, que, de forma geral, considerou as manifestações pacíficas com "algumas exceções", como o incêndio registrado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. O diário espanhol El País, que dedicou nos últimos dias diversos artigos à discussão sobre o preço da tarifa de transporte nas maiores cidades brasileiras, afirmou que os atos tiveram seu momento mais "valioso" nesta sexta. "As causas das novas manifestações eram as mais variadas, mas sempre a partir de um elemento comum: o aumento do bilhete", escreveu o periódico, que classificou as diferentes razões de protestos como "vagas e ambiciosas". Entre os cartazes que a reportagem espanhola selecionou para ilustrar o ambiente dos protestos em São Paulo estavam "faça amor, não faça guerra", "liberdade para Julian Assange", "não venha ao Mundial" e "o povo unido não precisa de partidos", entre outros. Também espanhol, o ABC disse que o Brasil "colocou as autoridades à prova" em protestos contra o aumento do transporte, a corrupção, os gastos com a Copa das Confederações e a violência policial. A inglesa BBC destacou os eventos de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, mas não deixou de mencionar incidentes como um estudante baleado durante protesto em Maceió e tumultos em torno do Mineirão, em Belo Horizonte, antes do jogo entre Taiti e Nigéria pela Copa das Confederações. A americana CBS exaltou as lideranças dos movimentos por "orientar manifestantes a não destruir propriedades públicas ou privadas para não manchar a causa". "O que começou como pequenos protestos pelo aumento de tarifas de transportes rapidamente se tornou um movimento mais amplo, com grupos e indivíduos irados com diversos temas, como o alto custo de vida brasileiro e custosos novos projetos de estádios", escreveu o The New York Times. "Os protestos (desta segunda) são os mais ressonantes desde o fim da ditadura militar no País, em 1985", analisou o jornal nova-iorquino, que traçou um paralelo com as manifestações realizadas atualmente na Turquia: "(nos dois casos) a população intensificou seus protestos após a ação truculenta de policiais". No argentino Clarín, a imagem de protestantes invadindo o Congresso Nacional, em Brasília, foi a mais destacada dentre diversas fotos dos atos nas maiores capitais brasileiras.]]></content>
			<description><![CDATA[A onda de protestos que se espalhou por diversas cidades brasileiras nesta segunda-feira foi destaque na imprensa internacional, que, de forma geral, considerou as manifestações pacíficas com "algumas exceções", como o incêndio registrado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro....]]></description>
			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Brasil acorda com protestos em todo o país]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 04:07:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/brasil-acorda-com-protestos-em-todo-o-pais,5a2830b5c455f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Dezenas de milhares de brasileiros participaram de manifestações nesta segunda-feira nas maiores cidades do país para protestar contra o aumento das tarifas dos transportes e os gastos com a Copa do Mundo de 2014 em detrimento dos serviços públicos. Em São Paulo, ao menos 65 mil pessoas participaram dos protestos, que ocuparam dois pontos distintos da cidade, e em Brasília, manifestantes invadiram o teto do Congresso Nacional. No Rio de Janeiro, outro grande protesto tomou conta de toda a avenida Rio Branco. Especialistas da Coppe/UFRJ avaliaram em 100 mil o número de participantes. Confrontos foram registrados em frente à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Manifestantes que tentaram invadir o local jogaram pedras, coquetéis Molotov e disparavam rojões em direção a policiais acuados no prédio, alvo de pichações. Na tentativa de entrar no Palácio Tiradentes, os manifestantes utilizaram rojões para destruir os cadeados e fizeram uma fogueira em uma das portas da Alerj, enquanto funcionários e cerca de 20 policiais feridos permaneciam dentro do prédio. Durante o confronto, alguns jovens conseguiram escalar o prédio e entrar na Assembleia por uma janela lateral. No final da noite, o Batalhão de Choque da Polícia Militar retomou o controle da Assembleia Legislativa e das ruas na região, permitindo o socorro dos 20 PMs feridos e libertando os funcionários da Casa. Na operação, os policiais utilizaram balas de borracha e bombas de efeito moral, e os manifestantes se dispersaram rapidamente. Em São Paulo, os manifestações fecharam a Marginal Pinheiros e seguiram para o Palácio dos Bandeirantes. Outra multidão ocupou a Avenida Paulista. No final da noite, um grupo de manifestantes tentou invadir o Palácio dos Bandeirantes e foi reprimido pela polícia com bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha. Em Brasília, manifestantes marcharam pela Esplanada dos Ministérios e centenas ocuparam o teto do Congresso Nacional. "Brasil se fodeu, o povo apareceu", "sou brasileiro com muito orgulho", cantavam os manifestantes. Ao menos 5 mil pessoas protestaram em Brasília, segundo a polícia local. "Chegamos à Casa do Povo. É o primeiro passo para demonstrar que não somos um povo morto. Pensavam que pararíamos para ver futebol, mas não foi assim", disse Bruno Pastrana, um estudante de 24 anos, sentado no teto do Congresso. A presidente Dilma Rousseff reagiu afirmando que "as manifestações pacíficas são legítimas e próprias da democracia". "É próprio dos jovens se manifestar", estimou Dilma em um comunicado divulgado pelo blog da Presidência. Belo Horizonte, Fortaleza, Salvador, Porto Alegre e Curitiba também tiveram protestos nesta segunda-feira. As manifestações reúnem diversos movimentos de contestação, que vão daqueles que protestam contra o aumento das tarifas dos transportes coletivos aos que condenam os gastos com os eventos esportivos sediados no Brasil. Em Belo Horizonte, onde o protesto reuniu cerca de 30 mil pessoas, segundo seus organizadores, a polícia disparou bombas de gás lacrimogêneo contra os manifestantes para impedir que o movimento chegasse ao Mineirão, onde Nigéria e Taiti jogavam pela Copa das Confederações. Em Porto Alegre, a polícia dispersou manifestantes com bombas de gás lacrimogêneo após grupos destruírem um ônibus e incendiarem lixo no centro da cidade. Convocadas através das redes sociais, as reivindicações não têm vínculo político. Com gritos de "não tenho partido", a maior parte dos manifestantes é composta por jovens da classe média. "Eu vim porque quero que o Brasil acorde. Não é apenas contra a alta dos preços dos transportes, mas pela educação e pela saúde", disse à AFP Diyo Coelho, 20 anos, que participava de uma passeata junto a um grupo de amigos em São Paulo, que levavam flores brancas nas mãos. "Vem, vem, vem pra rua, vem!", gritavam os manifestantes no centro histórico e financeiro do Rio. Do alto dos prédios comerciais, pessoas jogavam papéis brancos em apoio aos manifestantes. "Estou aqui para mostrar que o Brasil não é apenas o país do futebol e do carnaval. Aqui nós temos outras preocupações, como a falta de investimentos em coisas realmente importantes, como saúde e educação", disse Daiana Venâncio, 24 anos, formada em direito. "Isto é muito bom. No Brasil as pessoas não costumam sair às ruas para protestar, é uma imagem bonita", disse à AFP outro manifestante no Rio de Janeiro. "Que sentido tem fazer uma festa para os gringos quando o Brasil está mal?" - perguntou Priscila Parra, estudante de física de 20 anos. A onda de protestos começou em São Paulo na semana passada. O motivo inicial era contestar o aumento das tarifas dos transportes coletivos, que passaram de R$ 3,00 para R$ 3,20. Rapidamente as manifestações se espalharam para outras cidades. Na ordem do dia dos protestos estão os gastos colossais com a Copa das Confederações e a Copa do Mundo -- 15 bilhões de reais -- em detrimento de outras áreas, como saúde e educação. Estas são as maiores manifestações de rua no Brasil em 21 anos, desde os protestos de 1992 contra a corrupção do governo do então presidente Fernando Collor de Melo, que renunciou durante o processo de impeachment.]]></content>
			<description><![CDATA[Dezenas de milhares de brasileiros participaram de manifestações nesta segunda-feira nas maiores cidades do país para protestar contra o aumento das tarifas dos transportes e os gastos com a Copa do Mundo de 2014 em detrimento dos serviços públicos....]]></description>
			<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Após protestos, grupo Anonymous invade site oficial do PMDB]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 04:06:32 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/apos-protestos-grupo-anonymous-invade-site-oficial-do-pmdb,b4a11db03655f310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/apos-protestos-grupo-anonymous-invade-site-oficial-do-pmdb,b4a11db03655f310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O site do PMDB foi invadido na madrugada desta terça-feira pelo grupo de hackers Anonymous Brasil. Na pagina foi incluída uma mensagem de apoio aos protestos contra o aumento das passagens do transporte público no Brasil. Um vídeo com várias cenas das manifestações também foi disponibilizado no endereço www.pmdb.org.br. “A luta da população contra o aumento das passagens de um transporte que se diz público está cada vez maior e mais forte!”, diz a mensagem no site. “Eles querem nos calar, nos separar, nos enfraquecer. Mas nós não deixaremos! Ninguém vai nos deter em nosso direito de nos manifestar até a tarifa baixar!”, completa a mensagem, que encerra com um convite aos internautas: “vem pra rua!” Na tarde de segunda-feira, o mesmo grupo invadiu o perfil no Twitter da revista Veja. O responsável pelo ato, que se identificou como @AnonManifest!, utilizou a conta do veículo para publicar a seguinte mensagem: "'Jornalismo fascista nós não precisamos de vocês.' A #LUTA CONTINUA #Brasil #OGiganteAcordou #Brasil #rEvolução", em alusão aos protestos contra o aumento das tarifas no transporte público.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/18/siteepmdbderrubadoreprod.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Reprodução" title="Foto: Reprodução"> <br>O site do PMDB foi invadido na madrugada desta terça-feira pelo grupo de hackers Anonymous Brasil. Na pagina foi incluída uma mensagem de apoio aos protestos contra o aumento das passagens do transporte público no Brasil. Um vídeo com várias cenas das manifestações também foi disponibilizado no endereço www.pmdb.org.br....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/18/siteepmdbderrubadoreprod.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Obama cético sobre ação militar dos EUA na Síria]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 04:04:39 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/obama-cetico-sobre-acao-militar-dos-eua-na-siria,032830b5c455f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/obama-cetico-sobre-acao-militar-dos-eua-na-siria,032830b5c455f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, manifestou nesta segunda-feira seu ceticismo sobre uma possível ação militar americana na Síria, como a instalação de uma zona de exclusão aérea, estimando que tal medida não mudaria a situação do conflito. "Mesmo com a criação de uma zona de exclusão aérea, é possível que não se solucione o problema que há dentro desta zona", disse o presidente no "The Charlie Rose Show". Na mesma entrevista, Obama estimou que a China está endurecendo sua política contra o programa nuclear da Coreia do Norte. "Vemos que os chineses estão levando a sério o problema das declarações e provocações constantes dos norte-coreanos e rejeitando seu programa nuclear". Ainda sobre a China, Obama disse que Pequim entendeu muito claramente as consequências de um ciberataque contra os Estados Unidos, o que deterioraria as relações entre as duas potências. "Tivemos conversações muito claras sobre este tema. Eles entenderam, acredito, que isto pode prejudicar as bases da relação entre Estados Unidos e China", revelou o presidente.]]></content>
			<description><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, manifestou nesta segunda-feira seu ceticismo sobre uma possível ação militar americana na Síria, como a instalação de uma zona de exclusão aérea, estimando que tal medida não mudaria a situação do conflito....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Obama defende espionagem de agências de inteligência dos EUA]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 04:04:24 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/estados-unidos/obama-defende-espionagem-de-agencias-de-inteligencia-dos-eua,912830b5c455f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/estados-unidos/obama-defende-espionagem-de-agencias-de-inteligencia-dos-eua,912830b5c455f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos Barack Obama reiterou sua defesa da atuação da Agência de Segurança Nacional americana (NSA) nesta segunda-feira, mas destacou as diferenças em relação à administração de George W. Bush, em especial do ex-vice-presidente Dick Cheney. "Algumas pessoas dizem: 'Obama era esse liberal convicto antes e agora é como Dick Cheney'", afirmou o atual presidente americano durante uma entrevista para a emissora PBS. "Cheney às vezes dizia: 'ok, vamos com tudo'. Minha preocupação sempre foi não que não exista coleta de informações para prevenir atos de terrorismo, mas sim estabelecer um sistema de monitoramento e revisão", disse Obama, em uma tentativa de se afastar das políticas da administração anterior. O presidente reiterou na entrevista os argumentos de sua administração depois que Edward Snowden, ex-técnico da CIA e da NSA, divulgou no início do mês a existência de dois programas secretos que o governo supostamente utilizava para espionar registros telefônicos e dados digitais de milhões de usuários. Nesse sentido, Obama reiterou a importância do trabalho das agências de inteligência e insistiu que graças a elas foram evitados ataques terroristas. "Uma das coisas que as pessoas deveriam entender sobre todos estes programas é que eles nos ajudaram a descobrir planos terroristas, não só nos EUA, mas também no exterior", ressaltou. A entrevista foi gravada no domingo pela tarde na Casa Branca, pouco antes da viagem de Obama para a Irlanda do Norte para a cúpula do G8 que acontece hoje e amanhã. "Continuo achando que não temos que sacrificar nossa liberdade para garantir a segurança. Esse é um falso dilema", disse o presidente. "Eu vejo que o meu trabalho consiste tanto em proteger os americanos como o modo de vida americano, o que inclui a sua privacidade" · Com isso, reiterou a "transparência" destes programas que incluem a supervisão de organismos independentes e informam pontualmente o congresso. Também disse que os programas não foram criados para gravar conversas, apenas fazem a associação de números telefônicos, e rejeitou a figura de um "Big Brother" que vigia todos os e-mails e ligações. "O que pedi à comunidade de inteligência é que analise o quanto desta informação pode ser desclassificada sem comprometer o programa", afirmou Obama. Além disso, anunciou sua intenção de se reunir em breve com um conselho de supervisão da privacidade e das liberdades civis para estudar modos para equilibrar as necessidades de vigilância e o respeito ao direito à privacidade.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/17/irlandadonortechegadaobamaap.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: AP" title="Foto: AP"> <br>O presidente dos Estados Unidos Barack Obama reiterou sua defesa da atuação da Agência de Segurança Nacional americana (NSA) nesta segunda-feira, mas destacou as diferenças em relação à administração de George W. Bush, em especial do ex-vice-presidente Dick Cheney....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/17/irlandadonortechegadaobamaap.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Protestos se espalham pelo Brasil com cenas de insatisfação e revolta]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 04:04:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/protestos-se-espalham-pelo-brasil-com-cenas-de-insatisfacao-e-revolta,802830b5c455f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[A onda de manifestações que se espalhou por pelo menos 11 Estados brasileiros nesta segunda-feira levou à invasão da cobertura do Congresso Nacional, em Brasília, e da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro em uma série de protestos considerada a maior desde o impeachment do presidente Fernando Collor, em 1992. Seguranças e policiais militares não conseguiram evitar que participantes de uma marcha com 5 mil manifestantes chegassem ao Congresso Nacional e ocupassem a marquise do prédio, onde ficam as cúpulas da Câmara e do Senado. Os manifestantes deixaram o local pacificamente e de forma espontânea em uma das cenas mais marcantes do dia de protestos. Porém, o desfecho em outras capitais teve momentos de confronto e tensão. No Rio, um grupo de cem manifestantes invadiu o edifício da Assembleia Legislativa e entrou em choque com a Polícia Militar. Ao menos 20 policiais foram feridos e duas pessoas teriam sido baleadas. A manifestação na cidade reuniu 100 mil pessoas, segundo a PM. Segundo o correspondente da BBC Brasil Caio Quero, houve corre-corre na cidade e ao menos dois focos de incêndio, um deles em um carro. Um pequeno grupo colocou fogo no veículo, mas a ação foi reprovada por outros manifestantes. Diversos disparos foram registrados na região, e a tropa de choque da Polícia Militar foi enviada ao local e conseguiu dispersar os manifestantes. Violência também foi registrada na capital mineira, depois que a polícia lançou bombas de gás para dispersar os manifestantes que se agrupavam na Avenida Antônio Carlos, perto da Universidade Federal de Minas Gerais, segundo a Agência Brasil. A polícia afirmou que entrou em ação quando manifestantes tentaram invadir o estádio do Mineirão, onde Nigéria e Tahiti jogavam pela Copa das Confederações. Em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, manifestantes incendiaram ônibus e contêineres, além de promoverem atos de vandalismo no centro da cidade. Eles foram dispersados pela polícia com bombas de gás. No Paraná, segundo a RPC TV, manifestantes tentaram invadir a sede do governo, em Curitiba, mas foram impedidos pela Polícia Militar. Segundo a ministra da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Helena Chagas, a presidente Dilma Rousseff afirmou que "manifestações pacíficas são próprias da democracia e que é próprio dos jovens se manifestar". De acordo com a ministra, Dilma acompanhou o desenrolar das manifestações e se reuniu com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para tratar do assunto. Mais cedo, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, disse que o governo está preocupado com os protestos e quer garantir diálogo com os movimentos para entender "anseios importantes" que têm levado as pessoas a se manifestar. Palavras de ordem Em São Paulo, a marcha de protesto começou com a concentração de 30 mil manifestantes por volta das 17h no Largo da Batata, na zona oeste. O protesto transcorreu de forma pacífica nas primeiras horas, mas terminou em confronto entre a polícia e um grupo de manifestantes que tentou invadir o Palácio do Governo. "Oh! O povo acordou!" Essa era a palavra de ordem que embalou dezenas de milhares de jovens manifestantes que tomaram algumas das principais avenidas da cidade. A ação violenta da polícia contra manifestantes e jornalistas na semana anterior transformou um protesto inicialmente motivado pelo aumento das tarifas dos ônibus, metrô e trens (e organizado por ativistas e partidos políticos) em um movimento maior - que arrebatou participantes de diversas origens, descontentes com a situação da educação, da segurança, da saúde, além de críticos das diversas esferas de governo. "Não sou ligado a nenhum movimento, mas achei que deveria vir aqui hoje. Estou protestando contra tudo, especialmente contra o governo e contra essa violência sem sentido da polícia", disse o estudante de administração de empresas Pedro Henrique Nejm, de 21 anos, que dizia não ser ativista nem militante político. Durante o protesto, grupos formados por participantes como ele se revoltaram contra militantes de agremiações políticas que ostentavam bandeiras e tentavam liderar a manifestação. Gritando "sem partido!", os manifestantes tentavam pressionar os colegas e dar um caráter suprapartidário, de pessoas comuns, ao movimento. A maioria dos manifestantes era formada por estudantes e jovens. Cartazes e tumulto Muitos saíam do trabalho e procuravam a concentração da manifestação. Um deles foi Wallace da Silva, de 27 anos, que terminou o expediente em uma fábrica de alto-falantes na cidade vizinha de Cotia e se dirigiu para a concentração do movimento. "Temos que lutar pelos nossos direitos. Estamos cansados dessa situação. Só o fato de estar aqui já ajuda a mudar alguma coisa", disse ele. Os manifestantes também direcionaram seus protestos contra os gastos governamentais com a Copa do Mundo de 2014. Muitos cartazes, em inglês, pediam para que os estrangeiros não viessem ao Brasil para o evento. O protesto chegou a reunir mais de 60 mil participantes, segundo o instituto Datafolha. O grupo inicial se dividiu para ocupar as principais avenidas da cidade, entre elas a Paulista, Avenida 23 de Maio, Luiz Carlos Berrini, Brigadeiro Faria Lima e Marginal Pinheiros. Um grupo de 3 mil manifestantes se dirigiu ao Palácio dos Bandeirantes e tentou invadir o complexo. Após derrubarem o portão, eles foram dispersados pela Polícia Militar, que usou bombas de gás lacrimogênio.]]></content>
			<description><![CDATA[A onda de manifestações que se espalhou por pelo menos 11 Estados brasileiros nesta segunda-feira levou à invasão da cobertura do Congresso Nacional, em Brasília, e da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro em uma série de protestos considerada a maior desde o impeachment do presidente Fernando Collor, em 1992....]]></description>
			<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Japão pede colaboração para reduzir suicídio entre jovens]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 04:04:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/japao-pede-colaboracao-para-reduzir-suicidio-entre-jovens,a02830b5c455f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/japao-pede-colaboracao-para-reduzir-suicidio-entre-jovens,a02830b5c455f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O governo do Japão pediu nesta terça-feira uma maior colaboração para reduzir a alta taxa de suicídio dos jovens japoneses entre 20 e 29 anos, que representa quase a metade das causas de mortalidade dessa faixa etária e ocorre principalmente por problemas trabalhistas e emocionais. O pedido do governo aconteceu durante um encontro para analisar os dados da Agência Nacional de Polícia japonesa, que revelou que no ano passado 27.858 pessoas se suicidaram no Japão. O dado de 2012 representa uma redução de 2.793 mortes em relação a 2011 e se situou, pela primeira vez nos últimos 15 anos, abaixo dos 30 mil, mas o país ainda está entre os primeiros países do mundo em número de suicídios. Segundo a informação divulgada pela polícia japonesa, os suicídios correspondem a 47% das causas de mortalidade entre os jovens japoneses de 20 a 29 anos, informou a agência "Kyodo". O medo de perder o emprego é uma das principais causas de suicídio entre os jovens, que aumentou de 60 casos em 2007 para 149 em 2012. Segundo o documento, existe um forte vínculo entre os suicídios e o índice de desemprego, que no Japão se encontra abaixo de 4,3%, por isso a polícia pede que este indicador seja controlado para evitar a elevação dos casos. Desta forma, as medidas aprovadas no ano passado pelo governo japonês para a solução dos problemas das dívidas ajudaram a reduzir em 18% em 2012 os suicídios motivados por problemas econômicos e financeiros, detalhou a polícia. Além disso, nos últimos anos o governo japonês fez várias campanhas para reduzir os suicídios, que incluíram ajudas no valor de 10 bilhões de ienes (US$ 107 milhões) para promover consultas e assistência psicológica às pessoas.]]></content>
			<description><![CDATA[O governo do Japão pediu nesta terça-feira uma maior colaboração para reduzir a alta taxa de suicídio dos jovens japoneses entre 20 e 29 anos, que representa quase a metade das causas de mortalidade dessa faixa etária e ocorre principalmente por problemas trabalhistas e emocionais....]]></description>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[PM culpa manifestantes por confrontos em Belo Horizonte]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 03:25:27 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/pm-culpa-manifestantes-por-confrontos-em-belo-horizonte,f075ae6b4355f310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/pm-culpa-manifestantes-por-confrontos-em-belo-horizonte,f075ae6b4355f310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Em coletiva de imprensa na noite desta segunda-feira, o porta-voz da Policia Militar de Minas Gerais, tenente Luiz Alberto Alves, afirmou que os manifestantes são os culpados pelo confronto nesta tarde em Belo Horizonte. Segundo a PM, a confusão aconteceu após policiais terem sido atacados por jovens que faziam o protesto contra o valor de passagem - R$2,80 - e também um movimento contra a Copa do Mundo no Brasil. De acordo com Luiz Alberto, a PM usou balas de borracha para conter os ânimos dos manifestantes.  O comandante negou, no entanto, que os militares tenham usado da violência excessiva. “A polícia é pacífica e não passiva”, afirmou. Alves ainda explicou que a PM não perdeu o controle da situação em nenhum momento. A manifestação em Belo Horizonte começou por volta de 13h30, na praça Sete, no centro da capital. Quando o grupo ganhou corpo, os jovens caminharam em direção à praça da Rodoviária, também no centro, e depois foram para a avenida Antônio Carlos, principal via de acesso do centro à zona norte da capital e ao Mineirão - onde as seleções de Taiti e Nigéria se enfrentaram à tarde. Quando os 25 mil manifestantes chegaram até cerca de cinco quilômetros do estádio, foram barrados pela PM. Neste momento, o clima ficou tenso. A manifestação, porém, seguiu pacífica. A um quilômetro do Mineirão, em nova barreira da polícia, a situação ficou complicada e militares e manifestantes se enfrentaram. A polícia usou bombas de efeito moral e balas de borracha para conter os manifestantes. Segundo o tenente Luiz Alberto, houve a recomendação de que os militares mirassem da cintura para baixo. De acordo com a PM, cinco pessoas foram presas durante a manifestação, três por danos a patrimônio privado e duas por pichação, e outras três ficaram feridas. Duas pessoas caem de viaduto durante protesto Duas pessoas caíram do viaduto José Alencar, em Belo Horizonte, que foi palco nesta segunda-feira de confronto entre a polícia e manifestantes que protestam contra a Copa das Confederações e o aumento da passagem de ônibus. Gustavo Magalhães Justino, 19 anos, caiu do viaduto durante o confronto e foi encaminhado ao hospital Risoleta Neves. Segundo a polícia, ele caiu quanto tentava saltar de um nível para o outro. Seu estado de saúde é estável e ele não corre risco. O mesmo aconteceu com uma mulher carregando uma criança no colo também caiu do viaduto. Ela não foi identificada e não há informações sobre o estado de saúde dela e da criança. Ela teria tido fratura exposta.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/18/13consolidadaparte2manifestobhmg1706diegogarcia.JPG&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Diego Garcia/Terra" title="Foto: Diego Garcia/Terra"> <br>Em coletiva de imprensa na noite desta segunda-feira, o porta-voz da Policia Militar de Minas Gerais, tenente Luiz Alberto Alves, afirmou que os manifestantes são os culpados pelo confronto nesta tarde em Belo Horizonte. Segundo a PM, a confusão aconteceu após policiais terem sido atacados por jovens que faziam o protesto contra o valor de passagem - R$2,80 - e também um movimento contra a Copa do Mundo no Brasil....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/18/13consolidadaparte2manifestobhmg1706diegogarcia.JPG]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[RS: País passa por acontecimento surpreendente, diz Tarso]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 03:19:10 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/rs-pais-passa-por-acontecimento-surpreendente-diz-tarso,ec05ae6b4355f310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/rs-pais-passa-por-acontecimento-surpreendente-diz-tarso,ec05ae6b4355f310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Após os protestos que terminaram com depredação e confronto com a polícia, nas ruas de Porto Alegre, na noite desta segunda-feira, o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), afirmou que o País passa por “um acontecimento surpreendente, com mobilização que não tem bandeira ou lideranças definidas”, referindo-se as mobilizações violentas em todo o Brasil. Para o chefe do executivo estadual, a polícia gaúcha foi obrigada a usar de força contra os manifestantes para “garantir a integridade das pessoas”. “Estamos diante de um acontecimento surpreendente no País, uma mobilização que não tem liderança nem bandeira definidas ou unificadas nacionalmente, são manifestações importantes, mas que descambaram, em boa parte do País, para ações violenta que, na minha opinião, atrapalham os movimentos”, disse. Segundo o governador, a orientação passada para a polícia militar foi de que fosse usada ponderação, “e pelas informações que essas recomendações foram cumpridas, se houve excesso de comportamento inadequado de qualquer brigadiano (policial militar local), nós temos que apurar”, afirmou. Para Tarso, a classe política deve responder aos anseios da sociedade com medidas como a reforma política. “Talvez nosso parlamento aproveite para fazer a reforma politica... centenas de jovens indignados com situação, com as políticas nacionais”.  Cerca de 5 mil pessoas se reuniram no início da noite desta segunda-feira em frente à Prefeitura de Porto Alegre, no centro da cidade, dando continuidade aos protestos iniciados por conta do aumento da passagem de ônibus. Os manifestantes expressam apoio ao movimento iniciado em São Paulo há mais de uma semana. Com cartazes e tambores, eles fazem muito barulho. Após manifestantes quebrarem os vidros de uma revenda de automóveis da Honda, em Porto Alegre, a Polícia Militar usou bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha. O Batalhão de Operações Especiais (BOE) esperava a passeata em frente ao prédio do jornal Zero Hora, da RBS (afiliada da Globo). Segundo o BOE, nove pessoas foram detidas. A maior parte dos ativistas gritava "sem vandalismo, sem violência". A polícia forçou os manifestantes até a avenida João Pessoa e, na avenida Azenha, a manifestação foi dispersada. Um grupo que se manteve ateou fogo a objetos, como um contêiner de construção, outro de lixo, um telefone público e uma caixa de correio. Um ônibus também foi incendiado. "Eles não fizeram nada conosco, apenas exigiram que a gente saísse. Eu abri as portas e deixei todos os passageiros saírem", diz José Gusmão, motorista do veículo. O condutor diz também que o coletivo não estava lotado, mas tinha um bom número de pessoas. Ranking das tarifas de ônibus no País<a data-cke-saved-href="http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/tarifas-de-onibus/iframe.htm" href="http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/tarifas-de-onibus/iframe.htm">veja o infográfico</a> &lt;a data-cke-saved-href="http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/tarifas-de-onibus/iframe.htm" href="http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/tarifas-de-onibus/iframe.htm"&gt;veja o infográfico&lt;/a&gt;]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/18/protestopoa-6.JPG&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Daniel Favero/Terra" title="Foto: Daniel Favero/Terra"> <br>Após os protestos que terminaram com depredação e confronto com a polícia, nas ruas de Porto Alegre, na noite desta segunda-feira, o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), afirmou que o País passa por “um acontecimento surpreendente, com mobilização que não tem bandeira ou lideranças definidas”, referindo-se as mobilizações violentas em todo o Brasil. Para o chefe do executivo estadual, a polícia gaúcha foi obrigada a usar de força contra os manifestantes para “garantir a integridade das pessoas”....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/18/protestopoa-6.JPG]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Política]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Tropa de Choque invade Alerj e atinge bombeiros que apagavam incêndios]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 03:17:54 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/tropa-de-choque-invade-alerj-e-atinge-bombeiros-que-apagavam-incendios,af7bf684a715f310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/tropa-de-choque-invade-alerj-e-atinge-bombeiros-que-apagavam-incendios,af7bf684a715f310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Os bombeiros foram aplaudidos por manifestantes quando chegaram aos arredores da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), na noite desta segunda-feira. Contudo, quando a Tropa de Choque chegou com gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar manifestantes que invadiam a Alerj, os bombeiros ficaram entre os vândalos e os policiais. "O que vocês estão fazendo? Vocês estão malucos? Só tem bombeiro e repórter aqui", gritou um bombeiro que não quis se identificar. Pelo menos um deles ficou ferido por um tiro de bala de borracha. "Essa foi uma péssima operação. Vou relatar isso ao meu comandante", disse outro militar da corporação, que não também pediu para não ter o nome divulgado. Manifestante ferido Um manifestante teria sido ferido com um tiro durante protesto em frente à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) na noite desta segunda-feira. Cleberson de Oliveira, 21 anos, foi atingido no braço direito e socorrido inicialmente por médicos voluntários da Universidade Federal Fluminense (UFF) que acompanham a manifestação. A vítima garante que foi baleada, mas os médicos suspeitam que o ferimento possa ter sido causado por estilhaços de vidro. "Estava na escadaria da Alerj, do lado esquerdo, quando fui atingido. Não consegui ver se foi policial ou manifestante. Só senti a dor e saí correndo", disse Cleberson. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) encaminhou o jovem para o hospital Souza Aguiar.  O estudante de Medicina da UFF Juan Médici, que prestou os primeiros socorros à vítima, disse acreditar que Cleberson não foi baleado. "Pelo que eu vi do ferimento, foi estilhaço de vidro. Se tivesse sido baleado, provavelmente teria fraturado o braço dele", afirmou. Os manifestantes entraram em confronto com policiais em frente à Alerj. No fim da noite, um grupo conseguiu invadir o prédio da Assembleia, quebrou janelas, ateou fogo na porta e tirou cadeiras de dentro do edifício. Policiais presos dentro da Alerj Dezenas de PMs e funcionários ficaram presos dentro da Alerj, cercada por manifestantes. Eles negociaram com os que protestavam para sair com os policiais que ficaram feridos durante a invasão. Oficialmente, cinco estão machucados, mas havia informações de que até 20 PMs estariam feridos. Por volta das 23h15, a Tropa de Choque chegou ao local e usou bombas de gás lacrimogênio. Às 23h45, os policiais deixaram a Alerj. Funcionários dizem que havia mais de 100 pessoas dentro do prédio. "Ficamos numa sala no segundo andar, presos. Eles jogavam muitas pedras do lado de fora. Está tudo arrebentado, janelas, portas. Algumas pessoas entraram em pânico. Tinham três PMs feridos com a gente. Nunca imaginei que pudesse acontecer isso. Eles quebraram tudo, é uma pena", disse o supervisor dos ascensoristas, Robert Rodrigues. Um dos PMs feridos foi identificado como sargento Washington, que está machucado no olho, vítima de um rojão. Outros policiais foram atingidos por pedradas. Durante a confusão, PMs deram tiros de fuzil para o alto para tentar dispersar a multidão. Policiais à paisana estavam do lado de fora, circulando entre os manifestantes. Um deles foi até um orelhão e dizia para um interlocutor. "É melhor chamar mais gente, porque vai dar merda".  Numa das portas laterais, os manifestantes tinham contato com os PMs que estavam dentro do prédio. Muitos hostilizavam os policiais, e diziam que iriam invadir a Alerj. Outros seguiam jogando pedras no edifício e em prédios próximos.  No início do confronto, policiais militares tentaram dispersar os manifestantes que se aproximaram da Alerj, e estes reagiram com fogos de artifício e jogando pedras. A polícia então usou balas de borracha, gás lacrimogêneo e spray de pimenta. Houve tumulto e correria na região da Assembleia, e alguns manifestantes quebraram vidraças de lojas e agências bancárias, enquanto outros picharam as pilastras do Palácio Tiradentes, sede do Legislativo estadual. Uma pessoa foi detida, acusada de invadir um carro oficial da Assembleia. O manifestante foi levado para a 5ª Delegacia de Polícia. Os manifestantes começaram a chegar ao local por volta das 19h50. A polícia montou dois cordões de isolamento com a ajuda de grades para impedir que os ativistas tivessem acesso à escadaria do prédio. O objetivo era evitar que as pichações ao prédio registradas nos protestos de quinta-feira se repetissem. Segundo a Polícia Militar, a tropa de choque foi chamada após uma tentativa de arrombamento. A polícia tentou impedir a entrada dos manifestantes com balas de borracha, e muitas pessoas tentam fugir do local. ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/18/rjmanifestantefogophotopress.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Marcelo Fonseca/Brazil Photo Press" title="Foto: Marcelo Fonseca/Brazil Photo Press"> <br>Os bombeiros foram aplaudidos por manifestantes quando chegaram aos arredores da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), na noite desta segunda-feira. Contudo, quando a Tropa de Choque chegou com gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar manifestantes que invadiam a Alerj, os bombeiros ficaram entre os vândalos e os policiais....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/18/rjmanifestantefogophotopress.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Paz em SP e batalha no Rio: veja os melhores vídeos dos protestos]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 02:51:57 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/paz-em-sp-e-batalha-no-rio-veja-os-melhores-videos-dos-protestos,9a4480aed055f310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/paz-em-sp-e-batalha-no-rio-veja-os-melhores-videos-dos-protestos,9a4480aed055f310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Os protestos tomaram conta do País nesta segunda-feira. Em São Paulo, a maior parte da manifestação foi pacífica, ao contrário do que ocorreu na semana passada. Em Brasília, pessoas conseguiram subir a rampa do Congresso. Já no Rio de Janeiro, uma minoria da multidão que tomou a cidade fez dos arredores da Alerj um campo de batalha. Veja a seguir os vídeos dos principais momentos das manifestações pelo Brasil. São Paulo Na maior cidade do País, as manifestações foram marcadas pelo movimento pacífico. Ao contrário da semana passada, a multidão que foi para as ruas não enfrentou a truculência da polícia. Os agentes de segurança, inclusive, chegaram a se unir aos ativistas - e receberam os aplausos da massa. Rio de Janeiro Já os cariocas enfrentaram a violência, que partiu não da polícia, mas de uma minoria de manifestantes. Ao redor da Assembleia Legislativa, a cena era de focos de incêndio, agências bancárias depredadas e lojas saqueadas.  Um repórter do Terra foi agredido e roubado por vândalos. Brasília Na capital federal, chamou a atenção um grupo de manifestantes que conseguiu subir a rampa do Congresso. Os ativistas conseguiram furar o bloqueio e subir pela lateral do edifício. Eles gritavam frases como "aha-uhu, o Congresso é nosso". Do lado de baixo, no gramado, manifestantes cantavam o hino nacional segurando os celulares acesos. Belo Horizonte Ao contrário da manifestação pacífica do dia 15, Belo Horizonte também tem um confronto iniciado por um grupo pequeno.  ]]></content>
			<description><![CDATA[Os protestos tomaram conta do País nesta segunda-feira. Em São Paulo, a maior parte da manifestação foi pacífica, ao contrário do que ocorreu na semana passada. Em Brasília, pessoas conseguiram subir a rampa do Congresso. Já no Rio de Janeiro, uma minoria da multidão que tomou a cidade fez dos arredores da Alerj um campo de batalha. Veja a seguir os vídeos dos principais momentos das manifestações pelo Brasil....]]></description>
			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Liga Sorocabana contrata mais 3 jogadores para a próxima temporada]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 02:32:07 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://esportes.terra.com.br/basquete/liga-sorocabana-contrata-mais-3-jogadores-para-a-proxima-temporada,16de541d7bf4f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://esportes.terra.com.br/basquete/liga-sorocabana-contrata-mais-3-jogadores-para-a-proxima-temporada,16de541d7bf4f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Nesta segunda-feira, a Liga Sorocabana de Basquete anunciou a contratação de mais três reforços para a próxima temporada. O armador Thiago Marcello, que estava no basquete universitário norte-americano, mas que já jogou no Paulistano/Unimed, o ala Guilherme Schneider, ex-Sky/Basquete Cearense, e o pivô Guilherme Hubner, que atuou no Winner/Kabum/Limeira na última edição do NBB, chegam à equipe sorocabana. A equipe já havia acertado com três atletas norte-americanos. Rinaldo Rodrigues, técnico da LSB, falou sobre as contratações. "São jogadores que estão procurando o seu espaço, brigadores e de qualidade; tenho certeza que irão nos ajudar muito na temporada, encaixando bem na nossa forma de trabalhar e jogar", disse o comandante. "O Thiago é um atleta que foi formado em Sorocaba e está retornando para casa, enquanto que o Schneider vem crescendo e o Guilherme Hubner é um jogador que foi convocado a Seleção Brasileira e a expectativa é resgatar esse jogo que o fez aparecer muito bem no cenário nacional", continuou. Thiago Marcello, de 22 anos de idade, foi criado nas categorias de base da cidade de Sorocaba (SP) e passou grande parte de sua trajetória no basquete no Paulistano, onde ele atuou por quase oito anos e disputou o NBB3 e NBB4. "O meu objetivo é fazer uma grande temporada. Sei que a Liga Sorocabana é uma equipe muito aguerrida e brigadora. Vamos trabalhar forte para ajudar o time na busca dos seus objetivos", falou o armador. Já Guilherme Schneider, que estava defendendo as cores do Sky/Basquete Cearense, teve média de 5,3 pontos por jogo na última temporada. O ala já passou por Campo Mourão (PR) e Cia. do Terno/Romaço/Joinville, onde jogou na quarta edição do Novo Basquete Brasil. "Estou com muita vontade de começar a trabalhar e bastante ansioso para jogar pela Liga Sorocabana de Basquete. Venho crescendo a cada temporada e o meu objetivo e seguir assim, ajudando a equipes nas competições que teremos pela frente", declarou Schneider. Por fim, Guilherme Hubner, de 2,09 m de altura, se apresenta na próxima sexta-feira. Nas quatro primeiras edições do NBB, o pivô vestiu a camisa do Icatu/Minas, antes de se transferir para o Limeira, onde acumulou médias de 5,7 pontos e 3,3 rebotes por jogo.]]></content>
			<description><![CDATA[Nesta segunda-feira, a Liga Sorocabana de Basquete anunciou a contratação de mais três reforços para a próxima temporada. O armador Thiago Marcello, que estava no basquete universitário norte-americano, mas que já jogou no Paulistano/Unimed, o ala Guilherme Schneider, ex-Sky/Basquete Cearense, e o pivô Guilherme Hubner, que atuou no Winner/Kabum/Limeira na última edição do NBB, chegam à equipe sorocabana. A equipe já havia acertado com três atletas norte-americanos....]]></description>
			<category><![CDATA[Basquete]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Protestos se espalham pelo país; Rio reúne 100 mil no Centro]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 02:25:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/protestos-se-espalham-pelo-pais-rio-reune-100-mil-no-centro,0e00e4e19ce4f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/protestos-se-espalham-pelo-pais-rio-reune-100-mil-no-centro,0e00e4e19ce4f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[As manifestações que começaram na semana passada em São Paulo contra o reajuste das tarifas do transporte público ganharam novas reivindicações, principalmente em relação aos gastos com as obras para a Copa do Mundo, e se espalharam nesta segunda-feira a pelo menos 20 cidades. A maior manifestação aconteceu no Rio de Janeiro, onde 100 mil pessoas marcharam pela Avenida Rio Branco, no Centro, mas outras milhares fizeram o mesmo em diferentes ruas de São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Belém, Vitoria e Curitiba, entre outras grandes capitais. No Rio, a manifestação transcorreu de forma pacífica até por volta das 20h, mas acabou protagonizada por depredações e confrontos entre um grupo de participantes e a polícia. Os distúrbios começaram em frente à Assembleia Legislativa, na Rua Primeiro de Março. Policiais militares tentaram dispersar manifestantes que teriam tentado invadi-la e estes reagiram com fogos de artifício e jogando pedras. Acuados no local e em menor número, os policiais então usaram balas de borracha, gás lacrimogêneo e spray de pimenta. Houve tumulto e correria na região da Assembleia, e alguns manifestantes quebraram vidraças de lojas e agências bancárias, enquanto outros picharam as pilastras do Palácio Tiradentes, sede do Legislativo estadual. Na lateral do prédio, um carro foi incendiado. O Largo do Paço Imperial, que fica próximo, também foi palco de enfrentamentos. Os lemas e palavras de ordem do protesto eram "Vem para a rua" e "O Brasil acordou". Os gritos dos manifestantes mostravam insatisfação com o prefeito da cidade, Eduardo Paes, o governador Sérgio Cabral, e com a Copa do Mundo no Brasil. A presidente Dilma Rousseff, Cabral, Paes, o deputado federal Marcos Feliciano, o mensalão, os altos gastos públicos com megaeventos esportivos no Brasil e a ação violenta da polícia também foram alvo de críticas. Quando levantadas em meio aos participantes presentes na Rio Branco, bandeiras de partidos políticos foram vaiadas, e logo surgiu um coro de que "a única bandeira é do Brasil". Muitas pessoas levaram flores contra a violência e narizes de palhaço contra a hipocrisia. Houve quem fosse fantasiado, como o caso de um rapaz vestido de "bolha imobiliária". Uma das cerca de 100 mil pessoas presentes ao ato - segundo a Polícia Militar e especialistas da Coppe/UFRJ -, a estudante Mariana Godois, de 19 anos, disse acreditar que o movimento transcende a insatisfação pelo aumento do preço do transporte público. "Lutamos contra esse absurdo de dinheiro que foi gasto em estádios para se exibir para quem está lá fora, sendo que o que o país precisa é saúde e educação. Os 'vinte centavos' (do aumento da passagem de ônibus) foram a gota d'água pra gente lutar pelo que acredita", disse a jovem à Agência Efe. De terno escuro bem alinhado e gravata vermelha, o advogado João Tancredo, de 56 anos, aguardava imóvel enquanto um jovem pintava seu rosto com tinta verde. Ele negou a ideia de que este é um protesto de jovens e estudantes: "não é uma questão de idade, é uma questão de cidadania. A polícia não precisa repreender, as pessoas sabem se organizar", declarou à Efe, acrescentando que "a repressão violenta que uniu o Brasil dessa forma". Em Brasília, os manifestantes atravessaram os cordões de isolamento montados pela polícia para que os protestos não se aproximassem do Congresso e ocuparam o telhado do histórico edifício projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Os participantes dos protestos aproveitaram a ordem do governo de Brasília para que os policiais não reprimissem os manifestantes e se espalharam por todo o telhado do Congresso, para onde levaram grandes cartazes com suas reivindicações. Os participantes da ação permaneceram cerca de meia hora nessa área e depois desceram de forma pacífica após um diálogo com as autoridades. Os manifestantes inicialmente tentaram aproximar-se das portas da sede do Legislativo, mas foram contidos pela polícia e entraram no espelho d'água para não serem alcançados pelos agentes. Já em São Paulo, no fim da tarde, cerca de 30 mil pessoas, de acordo com estimativa da Polícia Militar, participavam do quinto grande ato na cidade. Divididos em três frentes em um certo momento, os manifestantes chegaram a fechar trechos de importantes vias, como a Marginal Pinheiros e avenida Faria Lima, mas nenhum incidente grave foi registrado até então. Alvo da crítica de alguns manifestantes, Dilma qualificou como "legítimas" as manifestações que reuniram milhares de pessoas em diferentes cidades do país. "A presidente Dilma Rousseff considera que as manifestações pacíficas são legítimas e próprias da democracia", afirmou a ministra da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Helena Chagas. Por sua parte, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em seu perfil no Facebook, que "ninguém em sã consciência pode ser contra manifestações da sociedade civil porque a democracia não é um pacto de silêncio". "Não existe problema que não tenha solução. A única certeza é que o movimento social e as reivindicações não são coisa de polícia, mas sim de mesa de negociação", acrescentou Lula.]]></content>
			<description><![CDATA[As manifestações que começaram na semana passada em São Paulo contra o reajuste das tarifas do transporte público ganharam novas reivindicações, principalmente em relação aos gastos com as obras para a Copa do Mundo, e se espalharam nesta segunda-feira a pelo menos 20 cidades....]]></description>
			<category><![CDATA[Política]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[PA: protesto termina com elogios entre PMs e  manifestantes]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 02:18:10 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/pa-protesto-termina-com-elogios-entre-pms-e-manifestantes,3679c1b6c055f310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/pa-protesto-termina-com-elogios-entre-pms-e-manifestantes,3679c1b6c055f310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Terminou sem tumulto a manifestação de pelo menos 13 mil pessoas em Belém, no Pará, na noite desta segunda-feira. Foram duas horas de concentração e três horas de caminhada com gritos de ordem com várias reivindicações, a maior parte relacionada à corrupção. Apesar de momentos de tensão, tudo terminou com elogios mútuos entre manifestantes e Polícia Militar. Na próxima quinta-feira, haverá outro protesto semelhante. Em vez de lutar contra aumento de passagens de ônibus, como em São Paulo e Rio de Janeiro, os paraenses protestaram contra uma obra inacabada em Belém, o BRT (Bus Rapit Transit). Durante o trajeto, no entanto, a maioria dos gritos eram relacionados a outros temas. Cada grupo tinha seu alvo: construção da usina de Belo Monte, Proposta de Emenda Constitucional 37 ou gastos pela Copa do Mundo. Na hora marcada, às 16h, as pessoas começaram a se encontrar na Praça do Operário, em frente ao Mercado de São Brás. As três horas de caminhada pela avenida Almirante Barroso e o fim do movimento no Entroncamento foram cumpridos à risca, sem que houvesse surpresa para os policiais. "Foi pacífico, sem incidentes. Nossa avaliação é positiva", diz o major Leno Carmo, assessor de imprensa da corporação. Só após o balanço completo da operação será divulgado o número de detidos. "O que teve de incidente foi pontual, pessoal, nada relacionado com o movimento em si", esclarece. Cerca de 800 policiais trabalharam na segurança do evento. No começo da caminhada, a PM estimava haver 5 mil pessoas; ao final, 13 mil. Já Ricardo Silva, um dos integrantes do circuito Fora do Eixo, entidade com participação ativa no movimento, afirmou terem sido cerca de 20 mil pessoas. "Tudo isso de gente, sem violência. Serve de exemplo para o Brasil, é um orgulho pra todo mundo", diz, ao final. "A PM foi um exemplo", garante. Para manifestantes e para a polícia, o principal motivo para a tranquilidade do manifesto foi o planejamento cuidadoso. Uma reunião com quase mil pessoas realizada ontem decidiu horário, trajetos e outros detalhes. No início da tarde de hoje, uma comissão se encontrou com representantes da Polícia Militar e de outros órgãos públicos para acertar os ponteiros. Defensores públicos se propuseram a intermediar o diálogo e participaram de todo o trajeto. O promotor Harrison Bezerra lutou contra a PEC 37. "Todo mundo aqui tá indo contra a corrupção, mas se essa PEC sair e tirar o poder do Minstério Público vai haver consequências terríveis", explica o promotor.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/18/1protestobelemfaraonespecial.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Filipe Faraon/Especial para Terra" title="Foto: Filipe Faraon/Especial para Terra"> <br>Terminou sem tumulto a manifestação de pelo menos 13 mil pessoas em Belém, no Pará, na noite desta segunda-feira. Foram duas horas de concentração e três horas de caminhada com gritos de ordem com várias reivindicações, a maior parte relacionada à corrupção. Apesar de momentos de tensão, tudo terminou com elogios mútuos entre manifestantes e Polícia Militar. Na próxima quinta-feira, haverá outro protesto semelhante....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/18/1protestobelemfaraonespecial.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Sócios do Verdão aprovam filtro de 15% para chapas se candidatarem]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 02:05:18 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://esportes.terra.com.br/palmeiras/socios-do-verdao-aprovam-filtro-de-15-para-chapas-se-candidatarem,d200e4e19ce4f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://esportes.terra.com.br/palmeiras/socios-do-verdao-aprovam-filtro-de-15-para-chapas-se-candidatarem,d200e4e19ce4f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O Palmeiras concluiu como serão suas eleições diretas. A partir do pleito marcado para dezembro de 2014, quando acaba o atual mandato de Paulo Nobre, cada chapa precisará ser aprovado por, ao menos 15% dos conselheiros para se candidatar. A definição foi dada em votação dos sócios no último sábado. O clube divulgou o resultado nesta segunda-feira. Na sede social, 785 associados foram votar em relação ao filtro e 699 aprovaram a adoção de 15%, enquanto 82 se posicionaram contrariamente e ainda houve quatro votos em branco. O filtro já poderia ter sido definido em fevereiro, quando os sócios aprovaram as eleições diretas, e em maio, mas nas duas oportunidades não houve quórum. Para que a votação tivesse validade no último sábado, eram necessários, ao menos 500 associados votando. Até a eleição de Paulo Nobre, no último mês de janeiro, só conselheiros participavam das eleições. A partir de dezembro do ano que vem, os sócios terão direito a voto, e ainda com outra novidade: a votação será na chapa fechada com o presidente e quatro vices, e não mais com direito a voto em cada um deles.]]></content>
			<description><![CDATA[O Palmeiras concluiu como serão suas eleições diretas. A partir do pleito marcado para dezembro de 2014, quando acaba o atual mandato de Paulo Nobre, cada chapa precisará ser aprovado por, ao menos 15% dos conselheiros para se candidatar. A definição foi dada em votação dos sócios no último sábado....]]></description>
			<category><![CDATA[Palmeiras]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Krona Joinville bate São Caetano e garante liderança na 1ª fase]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 02:05:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://esportes.terra.com.br/futsal/krona-joinville-bate-sao-caetano-e-garante-lideranca-na-1-fase,8200e4e19ce4f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://esportes.terra.com.br/futsal/krona-joinville-bate-sao-caetano-e-garante-lideranca-na-1-fase,8200e4e19ce4f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Com antecedência, a Krona Joinville se garantiu na liderança da primeira fase da Liga Futsal. Nesta segunda-feira, o time catarinense recebeu o São Caetano/Construban, no Centreventos Cau Hansen, em Joinville (SC), e derrotou a equipe paulista pelo placar de 4 a 1. Com o resultado, a Krona Futsal chega aos 41 pontos, com campanha de 13 vitórias, dois empates e apenas uma derrota e, beneficiado pelo empate do Corinthians com o CSM/Pré-Fabricar/Fme, de Jaraguá do Sul (SC), o Joinville se garante na primeira posição da tabela na primeira fase do torneio nacional. O Corinthians tem somente mais uma partida a disputar e poderia chegar aos mesmos 41, mas levaria desvantagem para a Krona no número de vitórias. Já o São Caetano/Construban é o lanterna da primeira fase e já não tem chances de se classificar. O time do ABC paulista ainda não venceu na competição, tendo conquistado somente três pontos (três empates e 14 derrotas). Todos os gols do jogo foram marcados no primeiro tempo de confronto. Do lado da Krona Joinville, Café, Valdin, Elisandro e Pelé marcaram. Portuga descontou para o São Caetano. Depois de assegurar a liderança, a Krona Joinville tem duas partidas fora de casa para encerrar a etapa de classificação da Liga Futsal. Primeiro, no próximo sábado, às 13h (de Brasília), o time catarinense enfrenta o Muffatão/Sol Oriente/Mion, no ginásio Municipal da Neva, em Cascavel (PR). Depois, na segunda-feira, às 20h15, a Krona faz clássico catarinense contra o Floripa Futsal, no ginásio Rozendo Lima Vasconcelos, em Florianópolis (SC). Já o São Caetano/Construban finaliza sua melancólica participação na Liga Futsal 2013 contra a Poker/Agrária/Guarapuava, nesta quarta-feira, às 20h30, no ginásio Joaquim Prestes, em Guarapuava (PR). Confira todos os resultados desta segunda-feira na Liga Futsal: Csm/Pré-Fabricar/Fme - SC 1 x 1 Corinthians - SP Cia do Terno/Minas - MG 2 x 1 São José/ValeSul Shopping - SP Floripa Futsal - SC 0 x 3 Oi/Oppnus/PenaltyUmuarama - PR Muffatão/Sol Oriente/Mion - PR 7 x 2 Copagril/SempreVida - PR Carlos Barbosa - RS 3 x 1 Concórdia/Umbro/Passarela - SC Krona Futsal - SC 4 x 1 São Caetano/Construban - SP ADC Intelli/Orlândia - SP 4 x 3 Suzano/São Paulo/Penalty - SP Assoeva/Unisc/ALM/Venax - RS 3 x 5 Atlântico Apti UriErechim - RS]]></content>
			<description><![CDATA[Com antecedência, a Krona Joinville se garantiu na liderança da primeira fase da Liga Futsal. Nesta segunda-feira, o time catarinense recebeu o São Caetano/Construban, no Centreventos Cau Hansen, em Joinville (SC), e derrotou a equipe paulista pelo placar de 4 a 1....]]></description>
			<category><![CDATA[Futsal]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Felipão admite dificuldades com imprensa e exalta "complemento" Parreira]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 01:56:31 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://esportes.terra.com.br/futebol/copa-das-confederacoes/felipao-admite-dificuldades-com-imprensa-e-exalta-complemento-parreira,87e61d7bbe45f310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://esportes.terra.com.br/futebol/copa-das-confederacoes/felipao-admite-dificuldades-com-imprensa-e-exalta-complemento-parreira,87e61d7bbe45f310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A parceria com Carlos Alberto Parreira está fazendo bem para Luiz Felipe Scolari. Quem afirma é o próprio treinador da Seleção, que declarou em entrevista ao programa "Bem, Amigos", da Rede Globo, que o coordenador técnico, tetracampeão mundial em 1994, é seu "complemento" para lidar com jogadores e imprensa, por ter uma personalidade mais tranquila. Confira todos os vídeos da Copa das Confederações "Vejo no Parreira uma parte minha que muitas vezes não tenho", disse Felipão. "É uma pessoa mais gentil, mais diplomática, que sabe em algumas situações trabalhar com vocês da imprensa e com os atletas diferentemente do que eu faço. Às vezes vou por um lado e o Parreira, por outro. Principalmente nas dificuldades com a imprensa, que eu tenho algumas, isso é público e notório". Qual a mais bela camisa da Copa das Confedera&amp;ccedil;&amp;otilde;es?&amp;lt;a data-cke-saved-href=&amp;quot;http://esportes.terra.com.br/infograficos/camisa-copa-confederacoes/iframe2.htm&amp;quot; href=&amp;quot;http://esportes.terra.com.br/infograficos/camisa-copa-confederacoes/iframe2.htm&amp;quot;&amp;gt;veja o infogr&amp;aacute;fico&amp;lt;/a&amp;gt; &amp;amp;amp;amp;lt;a data-cke-saved-href=&amp;amp;amp;quot;http://esportes.terra.com.br/infograficos/camisa-copa-confederacoes/iframe2.htm&amp;amp;amp;quot; href=&amp;amp;amp;quot;http://esportes.terra.com.br/infograficos/camisa-copa-confederacoes/iframe2.htm&amp;amp;amp;quot;&amp;amp;amp;amp;gt;veja o infogr&amp;amp;amp;aacute;fico&amp;amp;amp;amp;lt;/a&amp;amp;amp;amp;gt; Com os dois últimos campeões do mundo no comando - Felipão levou o penta em 2002, Parreira comandou o tetra em 94 - a Seleção estreou bem na Copa das Confederações, vencendo o Japão por 3 a 0. Para Scolari, a conversa entre ambos, com a participação do auxiliar técnico Flávio Murtosa, vem sendo fundamental para a evolução que o time brasilero vem demonstrando em sua visão. "Sempre tive o Murtosa trabalhando comigo, e já não é mais uma dupla, é um trio. Sou o técnico, mas não decido sozinho. Pergunto ao Parreira, pergunto ao Murtosa, peço para verem os treinamentos. Juntamos porque foi muito interessante para mim, pelo Parreira ter tomado a decisão de não ser mais técnico de futebol e sim um coordenador. Está sendo maravilhoso trabalhar, porque temos o mesmo ideal", elogiou o treinador.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/12/desembarquebrasilfelipaopareiraap3.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: AP" title="Foto: AP"> <br>A parceria com Carlos Alberto Parreira está fazendo bem para Luiz Felipe Scolari. Quem afirma é o próprio treinador da Seleção, que declarou em entrevista ao programa "Bem, Amigos", da Rede Globo, que o coordenador técnico, tetracampeão mundial em 1994, é seu "complemento" para lidar com jogadores e imprensa, por ter uma personalidade mais tranquila....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/12/desembarquebrasilfelipaopareiraap3.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Copa das Confederações]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Grêmio aprova mudanças em parceria com OAS para administrar Arena]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 01:52:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://esportes.terra.com.br/futebol/brasileiro-serie-a/gremio-aprova-mudancas-em-parceria-com-oas-para-administrar-arena,eabe541d7bf4f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://esportes.terra.com.br/futebol/brasileiro-serie-a/gremio-aprova-mudancas-em-parceria-com-oas-para-administrar-arena,eabe541d7bf4f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Atendendo às expectativas, o Conselho Deliberativo do Grêmio aprovou por unanimidade - foram 205 conselheiros votantes - na noite desta segunda-feira as alterações no contrato de parceria entre o clube gaúcho e a OAS para a gestão da Arena Porto-Alegrense. A reunião, que se iniciou por volta das 20h, durou cerca de duas horas, quando a aprovação foi confirmada. Foram 14 medidas modificadas na parceria entre as duas partes. A principal delas a diminuição no repasse anual para a Arena para que seus sócios adentrem o estádio com os mesmos direitos. Dos R$ 41 milhões anteriores, passam a R$ 12 mi no primeiro ano, R$ 15 milhões no segundo e R$ 18 milhões no terceiro ano. Os vínculos poderão ser renegociados e as conversas continuarão durante os anos, segundo relatos dos conselheiros.  "É um começo novo. Tenho certeza que a sinergia entre o Grêmio e a OAS passa a existir melhor. Como foi exemplificado, o marketing do clube e o da Arena passam a trabalhar juntos. Não salva o Grêmio, não viramos novos ricos, mas o clube e a empresa não podem concorrer com venda de passaporte da Arena, associações, enfim. Antes, eram duas lojas, da Arena e do Grêmio. Agora é só uma", exemplificou o integrante do Conselho de Administração, Adalberto Preis, que esteve envolvido nas negociações com a construtora. A assinatura do novo contrato pode levar até 90 dias. O clube já aproveitará para esperar a vistoria da Arena, que está sendo feita por uma empresa contratada, para que a troca das escrituras de Olímpico e novo estádio sejam completas. A tendência é que a transformação do protocolo assinado com a empreiteira em contrato seja feito antes desse prazo. Mas Preis trabalha com esse montante de dias também para que todos os assuntos pendentes - há também o Centro de Treinamentos - sejam esgotados. O presidente Paulo Odone se manifestou durante a reunião que durou mais de duas horas. No entanto, o clima não se exaltou, como no encontro da última semana, quando o projeto foi apresentado. Outros pontos modificados foram a participação do Tricolor em ganhos dos empreendimentos imobiliários no terreno do Olímpico e no entorno da Arena. O clube também passa a ter de arcar com o um possível prejuízo no futuro.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/10/img0564.JPG&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Dassler Marques/Terra" title="Foto: Dassler Marques/Terra"> <br>Atendendo às expectativas, o Conselho Deliberativo do Grêmio aprovou por unanimidade - foram 205 conselheiros votantes - na noite desta segunda-feira as alterações no contrato de parceria entre o clube gaúcho e a OAS para a gestão da Arena Porto-Alegrense. A reunião, que se iniciou por volta das 20h, durou cerca de duas horas, quando a aprovação foi confirmada....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/10/img0564.JPG]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Brasileiro Serie A]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[RJ: manifestante teria sido baleado em frente à Alerj]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 01:48:58 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/rj-manifestante-teria-sido-baleado-em-frente-a-alerj,1dec47206f45f310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Um manifestante teria sido ferido com um tiro durante protesto em frente à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) na noite desta segunda-feira. Cleberson de Oliveira, 21 anos, foi atingido no braço direito e socorrido inicialmente por médicos voluntários da Universidade Federal Fluminense (UFF) que acompanham a manifestação. A vítima garante que foi baleada, mas os médicos suspeitam que o ferimento possa ter sido causado por estilhaços de vidro. "Estava na escadaria da Alerj, do lado esquerdo, quando fui atingido. Não consegui ver se foi policial ou manifestante. Só senti a dor e saí correndo", disse Cleberson. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) encaminhou o jovem para o hospital Souza Aguiar.  O estudante de Medicina da UFF Juan Médici, que prestou os primeiros socorros à vítima, disse acreditar que Cleberson não foi baleado. "Pelo que eu vi do ferimento, foi estilhaço de vidro. Se tivesse sido baleado, provavelmente teria fraturado o braço dele", afirmou. Os manifestantes entraram em confronto com policiais em frente à Alerj. No fim da noite, um grupo conseguiu invadir o prédio da Assembleia, quebrou janelas, ateou fogo na porta e tirou cadeiras de dentro do edifício. Policiais presos dentro da Alerj Dezenas de PMs e funcionários ficaram presos dentro da Alerj, cercada por manifestantes. Eles negociaram com os que protestavam para sair com os policiais que ficaram feridos durante a invasão. Oficialmente, cinco estão machucados, mas havia informações de que até 20 PMs estariam feridos. Por volta das 23h15, a Tropa de Choque chegou ao local e usou bombas de gás lacrimogênio. Às 23h45, os policiais deixaram a Alerj. Funcionários dizem que havia mais de 100 pessoas dentro do prédio. "Ficamos numa sala no segundo andar, presos. Eles jogavam muitas pedras do lado de fora. Está tudo arrebentado, janelas, portas. Algumas pessoas entraram em pânico. Tinham três PMs feridos com a gente. Nunca imaginei que pudesse acontecer isso. Eles quebraram tudo, é uma pena", disse o supervisor dos ascensoristas, Robert Rodrigues. Um dos PMs feridos foi identificado como sargento Washington, que está machucado no olho, vítima de um rojão. Outros policiais foram atingidos por pedradas. Durante a confusão, PMs deram tiros de fuzil para o alto para tentar dispersar a multidão. Policiais à paisana estavam do lado de fora, circulando entre os manifestantes. Um deles foi até um orelhão e dizia para um interlocutor. "É melhor chamar mais gente, porque vai dar merda".  Numa das portas laterais, os manifestantes tinham contato com os PMs que estavam dentro do prédio. Muitos hostilizavam os policiais, e diziam que iriam invadir a Alerj. Outros seguiam jogando pedras no edifício e em prédios próximos.  No início do confronto, policiais militares tentaram dispersar os manifestantes que se aproximaram da Alerj, e estes reagiram com fogos de artifício e jogando pedras. A polícia então usou balas de borracha, gás lacrimogêneo e spray de pimenta. Houve tumulto e correria na região da Assembleia, e alguns manifestantes quebraram vidraças de lojas e agências bancárias, enquanto outros picharam as pilastras do Palácio Tiradentes, sede do Legislativo estadual. Uma pessoa foi detida, acusada de invadir um carro oficial da Assembleia. O manifestante foi levado para a 5ª Delegacia de Polícia. Os manifestantes começaram a chegar ao local por volta das 19h50. A polícia montou dois cordões de isolamento com a ajuda de grades para impedir que os ativistas tivessem acesso à escadaria do prédio. O objetivo era evitar que as pichações ao prédio registradas nos protestos de quinta-feira se repetissem. Segundo a Polícia Militar, a tropa de choque foi chamada após uma tentativa de arrombamento. A polícia tentou impedir a entrada dos manifestantes com balas de borracha, e muitas pessoas tentam fugir do local. ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/18/rjmanifestantefogophotopress.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Marcelo Fonseca/Brazil Photo Press" title="Foto: Marcelo Fonseca/Brazil Photo Press"> <br>Um manifestante teria sido ferido com um tiro durante protesto em frente à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) na noite desta segunda-feira. Cleberson de Oliveira, 21 anos, foi atingido no braço direito e socorrido inicialmente por médicos voluntários da Universidade Federal Fluminense (UFF) que acompanham a manifestação. A vítima garante que foi baleada, mas os médicos suspeitam que o ferimento possa ter sido causado por estilhaços de vidro....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/18/rjmanifestantefogophotopress.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Bauru: vereadores são impedidos de sair da Câmara em protesto]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 01:46:53 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/bauru-vereadores-sao-impedidos-de-sair-da-camara-em-protesto,1d8063cd0e45f310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/bauru-vereadores-sao-impedidos-de-sair-da-camara-em-protesto,1d8063cd0e45f310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Mais de 1,2 mil pessoas, segundo os organizadores, se solidarizaram com os protestos realizados na capitais e realizaram ato semelhante em Bauru, no interior de São Paulo. A concentração aconteceu na Praça Rui Barbosa, no Centro. Inicialmente apenas uma reunião seria realizada para definir a data do protesto, mas de lá os manifestantes deram início ao ato e seguiram pela Avenida Rodrigues Alves, um dos principais corredores de ônibus coletivos da cidade, até a frente da Câmara Municipal. Muitos carregavam cartazes, usavam máscaras e apitos. O trânsito na via ficou bloqueado por quase uma hora.   Na Câmara os vereadores encerravam a sessão semanal quando foram impedidos pelos manifestantes de saírem do local. A entrada principal do prédio bem como as duas saídas dos fundos, que dão acesso às garagens foram cercadas. Dezenas de policiais militares acompanham as ações.  Os manifestantes exigem que os vereadores instaurem uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) para investigar o aumento nos valores das passagens em Bauru. Dos 17 vereadores, apenas dois se mostraram favoráveis à abertura da investigação: Roque Ferreira (PT) e Raul de Paula (PV). Eles ameaçam não sair da Câmara até que os vereadores concordem em investigar os reajustes do transporte coletivo em Bauru. Pelas grades do portão da garagem dois vereadores tentaram negociar com os manifestantes, mas não surtiu efeito.   "Existe uma tabela e as empresas concessionárias do transporte em Bauru se baseiam nela para aumentar as tarifas. Desde pneus, gasolina, óleo. Mas essa tabela está desatualizada. Se ela for analisada a fundo pelos vereadores, o preço da tabela seria muito abaixo do que é hoje", afirmou o organizador da manifestação Igor Fernandes.  Segundo ele, a tabela que serve como base para os reajustes data da década de 1970 e geraria mais lucros às empresas concessionárias do serviço. A frente de defesa contra o aumento da tarifa coletou assinaturas durante o mês de maio solicitando ao prefeito a revogação do decreto que aumentou os preços das passagens do transporte coletivo no município.  No dia 5 de maio as tarifas do transporte coletivo em Bauru sofreram reajuste de 13% passando de R$ 2,40 (para tarifas pagas em dinheiro) para R$ 2,90, sendo uma das mais caras do estado de São Paulo. Uma semana depois o prefeito Rodrigo Agostinho (PMDB) anunciou uma redução que levava em conta uma medida provisória que reduziu as alíquotas da contribuição para o PIS/Pasep e da contribuição da prestação de serviços de transporte coletivo de passageiros. O valor da tarifa caiu para R$ 2,80, para pagamento em dinheiro.  “Aqui a gente consegue ser efetivo com a tarifa, mas não é só a tarifa. Indiferente do preço da tarifa é a falta de qualidade. Também enfrentamos problemas com saúde, educação. Estamos mostrando nas ruas nossa insatisfação”, disse.  Adesão O movimento ganhou força e o número de participantes quase dobrou enquanto o grupo seguiu da Praça para a Câmara.  "Conseguimos tirar muita gente do ônibus pra vir participar. Eu protesto pelo fim da violência que está acontecendo em São Paulo e pela redução da tarifa dos ônibus que são superlotados e que a gente tem que esperar horas e horas no ponto", disse a estudante Marília Dutra, 19 anos.  A mãe de Marília, a professora universitária Nilma da Silva também participou do ato. "É o fim da picada o que está acontecendo no Rio e SP e você parar e manifestar num país que se diz democrático", critica.  Depois de ter trabalhado o dia todo, a operadora de caixa Jéssica Cristina  Soares de Oliveira, 21 anos, fez questão de participar. "Os políticos deixam por último a saúde. Estamos protestando contra tudo o que eles estão fazendo com o nosso país."  "A gente está muito acostumado a não fazer nada. O pessoal pensa muito em São Paulo, mas aqui também podemos fazer algo para mudar. Saímos do Facebook e viemos às ruas dar a cara, chamar a atenção", disse o estudante Felipe Marchioli, 21 anos.  O aposentado Domingos Pereira de Lima, 78 anos, também apoiou o protesto. "É uma manifestação oportuna, legítima. Os políticos estão muito acomodados", disse.  "Tenho que cuidar do futuro do meu país. Não é por causa dos R$ 0,20 é contra a má administração, corrupção", afirmou a estudante Andreza Garcia, 17 anos.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/18/protestobaurujoao-rosanjornal-da-cidadediv.JPG&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: João Rosan/Jornal da Cidade" title="Foto: João Rosan/Jornal da Cidade"> <br>Mais de 1,2 mil pessoas, segundo os organizadores, se solidarizaram com os protestos realizados na capitais e realizaram ato semelhante em Bauru, no interior de São Paulo. A concentração aconteceu na Praça Rui Barbosa, no Centro. Inicialmente apenas uma reunião seria realizada para definir a data do protesto, mas de lá os manifestantes deram início ao ato e seguiram pela Avenida Rodrigues Alves, um dos principais corredores de ônibus coletivos da cidade, até a frente da Câmara Municipal. Muitos carregavam cartazes, usavam máscaras e apitos. O trânsito na via ficou bloqueado por quase uma hora.  ...]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/18/protestobaurujoao-rosanjornal-da-cidadediv.JPG]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Elenco de 'Saramandaia' prestigia festa de lançamento da novela]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 01:43:42 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://diversao.terra.com.br/tv/novelas/elenco-de-saramandaia-prestigia-festa-de-lancamento-da-novela,27337467de45f310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://diversao.terra.com.br/tv/novelas/elenco-de-saramandaia-prestigia-festa-de-lancamento-da-novela,27337467de45f310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O elenco de Saramandaia, nova trama das 23h da Globo, esteve no Museu de Arte do Rio (MAR) na noite desta segunda-feira (17) para prestigiar a festa de lançamento da novela. Nomes como Lília Cabral, José Mayer, Débora Bloch e Fernanda Montenegro estiveram no museu, que fica no centro do Rio. Saramandaia, de autoria de Ricardo Linhares, é livremente inspirada na obra original de Dias Gomes, com direção de núcleo de Denise Saraceni e direção geral de Denise Saraceni e de Fabrício Mamberti. A estreia está prevista para o dia 24 junho. ]]></content>
			<description><![CDATA[O elenco de Saramandaia, nova trama das 23h da Globo, esteve no Museu de Arte do Rio (MAR) na noite desta segunda-feira (17) para prestigiar a festa de lançamento da novela. Nomes como Lília Cabral, José Mayer, Débora Bloch e Fernanda Montenegro estiveram no museu, que fica no centro do Rio....]]></description>
			<category><![CDATA[Novelas]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Pelotas, Cuiabá e Blumenau reduzem tarifas de transporte coletivo]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 01:43:19 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/pelotas-cuiaba-e-blumenau-reduzem-tarifas-de-transporte-coletivo,c13320d5cd45f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[As prefeituras das cidades de Pelotas (RS), Cuiabá (MT), Blumenau (SC) anunciaram reduções no valor das tarifas de transporte coletivo nesta segunda-feira. Entre as três cidades, apenas em Blumenau a redução será em cumprimento a uma decisão da Justiça. Uma liminar obriga a cidade catarinense a reduzir o preço da passagem em pelo menos R$ 0,12. Dessa forma, em 48 horas o valor cairá dos atuais R$ 3,05 para R$ 2,90. O prefeito Napoleão Bernardes (PSDB) anunciou nesta segunda que vai cumprir a decisão judicial. Em Pelotas, no Rio Grande do Sul, e em Cuiabá, no Mato Grosso, a redução da tarifa se dará por causa da isenção do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) de empresas de transporte coletivo urbano. O prefeito de Pelotas, Eduardo Leite (PSDB) assinou na tarde desta segunda-feira o decreto que estabelece redução de 5,45% da tarifa de transporte. O novo valor, de R$ 2,60 da passagem do coletivo urbano, passa a valer a partir da zero hora desta quarta-feira. Em Cuiabá, o prefeito Mauro Mendes (PSB) anunciou que tarifa terá uma redução de 3,65%. Com isso, a passagem passará dos atuais R$ 2,95 para R$ 2,85.  Ranking das tarifas de &ocirc;nibus no Pa&iacute;s&lt;a data-cke-saved-href=&quot;http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/tarifas-de-onibus/iframe.htm&quot; href=&quot;http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/tarifas-de-onibus/iframe.htm&quot;&gt;veja o infogr&aacute;fico&lt;/a&gt; &amp;amp;lt;a data-cke-saved-href=&amp;quot;http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/tarifas-de-onibus/iframe.htm&amp;quot; href=&amp;quot;http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/tarifas-de-onibus/iframe.htm&amp;quot;&amp;amp;gt;veja o infogr&amp;aacute;fico&amp;amp;lt;/a&amp;amp;gt;]]></content>
			<description><![CDATA[As prefeituras das cidades de Pelotas (RS), Cuiabá (MT), Blumenau (SC) anunciaram reduções no valor das tarifas de transporte coletivo nesta segunda-feira. Entre as três cidades, apenas em Blumenau a redução será em cumprimento a uma decisão da Justiça....]]></description>
			<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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			<title><![CDATA[Brasil acorda com protestos em todo o país]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 01:40:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/brasil-acorda-com-protestos-em-todo-o-pais,01ffe4e19ce4f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/brasil-acorda-com-protestos-em-todo-o-pais,01ffe4e19ce4f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Dezenas de milhares de brasileiros participaram de manifestações nesta segunda-feira nas maiores cidades do país para protestar contra o aumento das tarifas dos transportes e os gastos com a Copa do Mundo de 2014 em detrimento dos serviços públicos. Em São Paulo, ao menos 65 mil pessoas participaram dos protestos, que ocuparam dois pontos distintos da cidade. No Rio de Janeiro, outro grande protesto tomou conta de toda a avenida Rio Branco. Especialistas da Coppe/UFRJ avaliaram em 100 mil o número de participantes. Confrontos foram registrados em frente à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Manifestantes que tentaram invadir o local jogaram pedras, coquetéis Molotov e disparavam rojões em direção a policiais acuados no prédio da Alerj, alvo de pichações. Ao menos um carro foi queimado na região. A polícia reagiu com bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha. Segundo um oficial da PM, cerca de 80 policiais estão refugiados dentro da Assembleia Legislativa, incluindo cinco soldados feridos. "Isto é muito bom. No Brasil as pessoas não costumam sair às ruas para protestar, é uma imagem bonita", disse à AFP um manifestante no Rio de Janeiro. "Estou aqui para mostrar que o Brasil não é apenas futebol. Aqui não é só festa. Há outras preocupações, como a falta de investimentos em coisas realmente importantes, a saúde e a educação", disse à AFP a advogada Daiana Venancio, 24 anos, no centro do Rio. "Que sentido tem fazer uma festa para os gringos quando o Brasil está mal?" - perguntou Priscila Parra, estudante de física de 20 anos. Em São Paulo, os manifestações fecharam a Marginal Pinheiros e seguiram para o Palácio dos Bandeirantes. Outra multidão ocupou a Avenida Paulista. "Quero que o Brasil acorde. Não é apenas pelas passagens, mas também pela educação e a saúde", disse à AFP Diyo Coelho, de 20 anos, que carregava flores pelas ruas de São Paulo. Em Brasília, manifestantes marcharam pela Esplanada dos Ministérios e centenas ocuparam o teto do Congresso Nacional. "Brasil se fodeu, o povo apareceu", "sou brasileiro com muito orgulho", cantavam os manifestantes. Ao menos 5 mil pessoas protestaram em Brasília, segundo a polícia local. "Chegamos à Casa do Povo. É o primeiro passo para demonstrar que não somos um povo morto. Pensavam que pararíamos para ver futebol, mas não foi assim", disse Bruno Pastrana, um estudante de 24 anos, sentado no teto do Congresso. A presidente Dilma Rousseff reagiu afirmando que "as manifestações pacíficas são legítimas e próprias da democracia". "É próprio dos jovens se manifestar", estimou Dilma em um comunicado divulgado pelo blog da Presidência. Belo Horizonte, Fortaleza, Salvador, Porto Alegre e Curitiba também tiveram protestos nesta segunda-feira. As manifestações reúnem diversos movimentos de contestação, que vão daqueles que protestam contra o aumento das tarifas dos transportes coletivos aos que condenam os gastos com os eventos esportivos sediados no Brasil. Em Belo Horizonte, onde o protesto reuniu cerca de 30 mil pessoas, segundo seus organizadores, a polícia disparou bombas de gás lacrimogêneo contra os manifestantes para impedir que o movimento chegasse ao Mineirão, onde Nigéria e Taiti jogavam pela Copa das Confederações. Em Porto Alegre, a polícia dispersou manifestantes com bombas de gás lacrimogêneo após grupos destruírem um ônibus e incendiarem lixo no centro da cidade. Convocadas através das redes sociais, as reivindicações não têm vínculo político. Com gritos de "não tenho partido", a maior parte dos manifestantes é composta por jovens da classe média. "Eu vim porque quero que o Brasil acorde. Não é apenas contra a alta dos preços dos transportes, mas pela educação e pela saúde", disse à AFP Diyo Coelho, 20 anos, que participava de uma passeata junto a um grupo de amigos em São Paulo, que levavam flores brancas nas mãos. "Vem, vem, vem pra rua, vem!", gritavam os manifestantes no centro histórico e financeiro do Rio. Do alto dos prédios comerciais, pessoas jogavam papéis brancos em apoio aos manifestantes. "Estou aqui para mostrar que o Brasil não é apenas o país do futebol e do carnaval. Aqui nós temos outras preocupações, como a falta de investimentos em coisas realmente importantes, como saúde e educação", disse Daiana Venâncio, 24 anos, formada em direito. A onda de protestos começou em São Paulo na semana passada. O motivo inicial era contestar o aumento das tarifas dos transportes coletivos, que passaram de R$ 3,00 para R$ 3,20. Rapidamente as manifestações se espalharam para outras cidades. Na ordem do dia dos protestos estão os gastos colossais com a Copa das Confederações e a Copa do Mundo -- 15 bilhões de reais -- em detrimento de outras áreas, como saúde e educação. Estas são as maiores manifestações de rua no Brasil em 21 anos, desde os protestos de 1992 contra a corrupção do governo do então presidente Fernando Collor de Melo, que renunciou durante o processo de impeachment.]]></content>
			<description><![CDATA[Dezenas de milhares de brasileiros participaram de manifestações nesta segunda-feira nas maiores cidades do país para protestar contra o aumento das tarifas dos transportes e os gastos com a Copa do Mundo de 2014 em detrimento dos serviços públicos....]]></description>
			<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		</item>
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