Volta ao Mundo

Fé à prova de fogo
Na Tailândia, durante o Kin Jay, o Festival Vegetariano de Phuket, os fiéis budistas se abstêm de comer carne, beber álcool e outros vícios como o fumo. Todos se vestem de branco e pequenos altares são montados em toda a parte para as ofertas de incenso, velas, flores e frutos. Nove taças de chá são ofertadas em cada altar para os nove imperadores míticos do budismo tailandês. Médiuns incorporam os nove imperadores, entrando em transe. Muitos perfuram a própria carne usando instrumentos contundentes. Outros, em transe, caminham sobre braseiros enormes. Tudo para cumprir o ritual de purificação e afastar os maus espíritos.

MONTE FUJI: TERAPIA CONTRA DEPRESSÃO
Segundo o fotógrafo japonês Rocky Tanaka, contemplar o Monte Fuji traz paz de espírito e é uma boa terapia, que pode até curar a depressão. Sua teoria surgiu a partir das reações de pessoas às fotos do pico mais alto do Japão feitas por Tanaka. Essas fotos são consideradas a versão moderna das “36 vistas do Monte Fuji”, de Hokusai, uma série de figuras desse cartão-postal japonês pintadas em blocos de madeira no século 19. E não é só Tanaka que vê propriedades terapêuticas na montanha: para Toshiaki Goto, chefe da Yachimata Child Clinic, ver o nascer do sol no Monte Fuji pode prover maior fluxo de adrenalina pela manhã, o que estimula alguns nervos a produzir hormônios para motivação.

Romantismo do BOTO
De acordo com especialistas brasileiros e britânicos, o boto da Amazônia corteja a fêmea com galhos, folhas e pedras de argila. O fato surpreendeu os cientistas, já que é a primeira vez que tal comportamento é visto em animais aquáticos. Os pesquisadores estudaram os botos por três anos na Reserva Mamirauá de Desenvolvimento Sustentável, na Amazônia, e observaram que só os machos apanham objetos e fazem malabarismos, como rodopiar e lançar os presentinhos para a superfície. Os animais realizam esse ritual mais freqüentemente na presença de fêmeas.
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