Veja outros sites:
 Hieróglifos
 Vidas Passadas
 Tarô do Amor
 Kamasutra
 Dados Mágicos
 Oráculo celta
 Mico da sorte
 Horóscopo Asteca
 Omikuji
 Oráculo de Delfos
 Búzios
 Altar Virtual
 Cartomancia
 Tarô
 Biscoito da Sorte
 Realejo
 Bola 8
 Par Perfeito
 I-Ching
 Runas
 Vidente
 Numerologia
 Horóscopo
 Home
 Índice
 Arquivo de chats
 Edições Anteriores
 Especiais

 Canais:

 Guia Cósmico
 Área 51
 Encantamentos
 Transcendendo
 Reconectando
 Paranormal

 Busca

Procure outras matérias
 
 


Marina Gold é professora universitária formada em Letras (português, inglês e alemão) pela Unesp-Assis e em Pedagogia pelas Faculdades Campos Salles. É Mestra em comunicação e semiótica pela PUC-SP. Tem uma editora, a Labortexto Editorial, que só publica textos polêmicos. Além da carreira de professora, possui faculdades paranormais, atende em seu consultório e agora colabora com Planeta na Web. Marina pode ser contatada pelo e-mail marinagold@planetanaweb.com.br

Coluna Semanal
Marina Responde
Seção Relato

08/05/2002

Uma nova oportunidade

Depois de muito silêncio e alguma escamoteação, a mídia enfim está discutindo com clareza o problema das drogas e sua influência na vida dos envolvidos e de tantos quantos os rodeiam.

Atrelados ao verdadeiro show de conscientização e desmascaramento promovido pela novela das oito, que fornece um eixo de base lúcida para a reflexão sóbria e objetiva em torno de tão importante assunto, outros de órgãos de circulação têm colocado a discussão em evidência

Comentam-se os danos materiais e psicológicos causados pelas drogas, os tratamentos possíveis, as políticas de prevenção e a necessidade de conscientização geral.

Esta coluna, cumprindo seus desígnios, procura agora focalizar o assunto do ponto de vista espiritual: além das necessidades físicas, geradoras do transtorno, além da derrocada psicológica e da auto-destruição, então, os impulsos do espírito que, regularmente, são os primeiros responsáveis pela escolha do caminho das drogas.

O indivíduo traz esses impulsos de outro ponto de sua evolução e já nasce com o duro desafio de vencer a cruel realidade da dependência. Trata-se daqueles que já vêm sôfregos para essa vida, e na sua busca, reeditando um passado momentaneamente esquecido, se envolvem com o álcool e com as drogas muito precocemente.

A vida para eles, segundo eu entendo, é uma oportunidade de renovação, de se livrar do problema que os afeta. É uma nova oportunidade, pois a pessoa que vence a dependência em vida está pronta para a evolução espiritual.

Felizmente muitos conseguem sair e assim aproveitam bem o dom de suas existências.

Os modernos tratamentos muito têm colaborado para a recuperação dos aditados. O amparo e carinho da família e dos amigos são imprescindíveis para a cura ou, como eu prefiro, para a libertação, que dará àquele ser a condição de, enfim, tornar-se uma pessoa sem vínculos negativos, com a possibilidade de preparar um futuro melhor e com certeza de que seu espírito está pronto para uma condição mais humanizada, na qual a própria vida dá o prazer


Marina Gold responde cinco questões por semana, uma a cada dia útil. As perguntas são sorteadas entre as enviadas na semana. Para participar, clique aqui e preencha a ficha de inscrição. Confira a coluna diariamente para checar se sua questão foi sorteada. Os leitores que quiserem apenas conversar com Marina Gold não precisam preencher essa ficha. Podem mandar um e-mail comum. Aqueles que não forem sorteados terão os seus e-mails respondidos normalmente, como sempre.

Pseudônimo: Sempre procurando
Pergunta: Minha mãe ate hoje se nega a dizer o nome do meu pai... Diz que não "preciso" conhecê-lo. Mas além da curiosidade normal que cerca esta situação, devo parecer muito com ele, inclusive mentalmente, já que não consigo ter afinidades com minha mãe. Será que o encontrarei um dia ou de alguma forma vou conhecê-lo? Obrigada. Muita luz!!!
Marina Responde: A única pessoa que pode te fornecer esta informação é atua mãe. Se ela não concorda em esclarecer essa tua questão, é muito pouco provável que você encontre seu pai, e mesmo que ela te diga, há grande dificuldade em descobrir o paradeiro dele. Parece que a tua mãe está te protegendo com esta atitude. Por outro lado, ela te criou da melhor forma que pôde, enquanto que ele não veio à tua procura. Tente entender melhor a tua mãe, que tanto fez por você. Com tua atitude você faz com que ela se sinta insuficiente.
Um abraço, Marina

Pseudônimo: Banda
Pergunta: Marina, No último dia 07.04.02, meu filho de 16 anos (portador de paralisia cerebral), partiu... Como devemos nos preparar para lidar com a partida de um ente querido ? Principalmente uma criança excepcional ?
Marina Responde: Considere-se uma vencedora: por 16 anos você lutou, correu aos médicos, seguiu a orientação de todos os interessados, amou essa criança com resignação, acolhendo a missão que te foi conferida. Você cumpriu e, assim, venceu esse estágio tão doído na evolução de toda a tua família. Não se sinta vazia, pois essa criança deixou um enorme espaço livre para você. Aproveite-o com tranqüilidade e saiba que ele partiu muito agradecido pela dedicação e carinho de todos os familiares. Para todos vocês e, principalmente para ele, chegou o tempo da renovação.

Pseudônimo: Ju da Fefe
Pergunta: Eu gostaria de saber onde eu poderia encontrar relatos de loucuras de amor . . . coisas práticas que podem ser criadas no dia-dia . . para demonstrar carinho, amor, paixão, ternura . . . Gestos e atitudes ... que muitas vezes requerem uma certa cara de pau. Estou disposto a fazer qualquer coisa pela minha amada. . . Já fiz muitas coisas . . . mas meu repertório está se esgotando . . . se puderem me ajudar, agradeço desde já . . . Junior
Marina Responde: O amor, meu amigo, é natural, é o que brota dentro de nós, é o instintivo. É claro que um carinho mais picante, uma poesia mais erótica ajudam a brilhar mais a relação, mas de verdade o amor não é uma tarde de circo, não precisa de repertório. O amor é paz. Só de amá-la tanto assim, tão bem amada e desejada já e suficiente.
Seja feliz. Marina.

Pseudônimo: esperança_a_última_que_morre
Pergunta: Oi Marina, Eu acredito que a esperança é a última que morre mesmo. Estou tentando há muito tempo ser sorteada e até hoje não consegui. Vou continuar tentando.... Marina, tive um aborto espontâneo no final de novembro/2001 e fiz uma cirurgia de retirada do mioma em 03/01/2002. Acho que perdi o bebê devido a um susto de gravidez de uma irmã que nos dá problema em casa, mas isso não vou levar em consideração. Gostaria de saber se vou engravidar novamente. Vocês já me responderam que estão orando por mim e até já me enviaram uma oração que faço todos os dias pedindo ajuda, mas será que você poderia me tirar um pouco dessa ansiedade? Aguardo ser sorteada.
Marina Responde: Você teve essa dificuldade com esse bebê que você perdeu devido a causas orgânicas e não por susto com a tua irmã. Com um bom acompanhamento médico e acalmando sua ansiedade, você poderá engravidar. Sem tratamento as chances são menores. No transcorrer do segundo semestre você terá uma definição, com grande chance de ser positiva, mas depende da medicina, no campo material. No campo espiritual continue o tratamento, tomando a água da prece e tenha a certeza de que você está bem acompanhada. Aqui também continuamos pedindo.
Um abraço, Marina.

Pseudônimo: Vida
Pergunta: Olá Marina, está é a 4ª vez que te escrevo, e espero ter a sorte de ser sorteada desta vez. Tenho duas questões que gostaria de sua orientação, a 1ª é que namoro há 6 anos com um rapaz de quem gosto muito, já estamos construindo nossa casa, participo das obrigações financeiras, mas mesmo assim não me sinto 100% segura em nosso relacionamento, gostaria de saber se estou no caminho certo. E a 2ª sobre o aspecto profissional/financeiro. Fiz magistério (2º grau), lecionei por 6 meses, mais não segui carreira, há 4 anos trabalho num órgão público do judiciário prestando serviços na área de informática, a minha pergunta é: estou na área certa? Tem algum concurso publico à minha espera? Desde já agradeço a sua atenção!
Marina Responde: Quanto ao namoro: já é muito bom e será ainda melhor se você complicar menos. O moço é bom, gosta de você, não tem dúvidas sobre o que deseja da vida e tem tudo para te dar uma condição feliz. No aspecto profissional, você terá melhores chances no sistema em que está trabalhando. Se estudar mais, crescerá mais.
Um abraço, Marina.

Pseudônimo: Sonhadora
Pergunta: Oi Marina! Tenho muitas dúvidas quanto à minha vida amorosa. Namorei um rapaz durante cinco anos e, quando achei que iria me casar, ele resolveu terminar. Depois dele já passei por outros dois relacionamentos, mas não eram as pessoas certas. O meu primeiro namorado, que é meu amigo hoje, terminou o seu relacionamento e está atrás de mim. Só que já se passaram mais de 5 anos e não gosto dele mais. Você acha que ainda vai demorar muito pra eu encontrar a pessoa certa? Que essa carta seja abençoada e chegue rápido em suas mãos. Obrigada, Sonhadora.
Marina Responde: O teu ex-namorado, depois de 5 anos já não é mais a mesma pessoa ( e nem você). Não há entre vocês, pelo menos do teu lado, a chama da atração, da paixão. Não adianta você se forçar a uma volta ao passado, a não ser que você queira, ou aceite, conhecer esse novo homem que ele é hoje. Olhar para a frente, para o futuro, poderá trazer melhores vantagens, pois no final do ano você terá um novo conhecimento, mais de acordo com o que você deseja. Você é jovem, tem condições pessoais muito boas e certamente esse 3º namorado que virá será como você espera. Mas, preste atenção ao "EX" para não chorar depois por não ter ficado com ele. Isso quer dizer: resolva primeiro o teu relacionamento com ele, muito bem resolvido. Só então você estará pronta para um novo amor. Marina

Um hotel, um amigo, um fantasma, um amor...

Transcrevo para vocês o curioso relato que me foi enviado por uma leitora. Leiam comigo:

"Morava em Porto Alegre, estado do Rio Grande do Sul, e em novembro de 1996 fui convidada pelo meu empregador para, juntamente com alguns colegas, fazer um serviço em outra cidade que fazia fronteira com a Argentina - mais precisamente, Uruguaiana.

Minha empresa já havia nos indicado o hotel mais barato e fomos para o mesmo.

Nas primeiras duas semanas fiquei sozinha em meu apartamentinho e nada aconteceu de diferente. Como fui com o meu melhor amigo e colega de sala há 14 anos, ficamos tranqüilos e animados quanto à realização do empreendimento para o qual fomos instruídos.

Depois do trabalho íamos jantar e depois, cada um para o seu quarto.

Após um final de semana em que havíamos viajado para a capital e sofrido, devido ao calor intenso, resolvemos mudar de quarto e ficar juntos em um apartamento de dois ambientes. Até aí tudo bem.

Porém, naquele mesmo dia começaram as confusões.

Após a nossa chegada ao nosso novo apartamento, meu colega saiu com alguns amigos e eu resolvi ver TV no meu compartimento.

As horas se passaram e eu não conseguia dormir, fiquei muito apreensiva sem saber bem o por que, fiz de tudo para passar aquela ansiedade que me sufocava: rezei, liguei para minha casa, fui para o saguão bater um papo com outros hóspedes, tomei uma cerveja bem gelada na praça defronte. Nada conseguia acabar com a minha angústia. Então entrei novamente, liguei o ar condicionado e me deitei.

Nesse meio tempo meu colega chegou e foi recolher-se em seu compartimento, ligado ao meu por uma porta que, após um acordo, deveria permanecer aberta. Quando eu estava quase dormindo, senti que nas minhas costas a cama havia afundado como se alguém tivesse deitado ao meu lado. Virei-me depressa, e pronta para começar uma discussão, parei atônita.

NÃO HAVIA NINGUÉM DEITADO DO MEU LADO, MAS.... AO OLHAR PARA A PAREDE SENTI UM VULTO TRAJANDO BOMBACHA, E PALA, PORÉM O MESMO NÃO TINHA A CABEÇA!

Nem é preciso dizer que entrei em pânico! E gritando chamei pelo meu colega, e qual não foi a minha surpresa quando o vi, pálido feito um papel, olhos esbugalhados e tremendo.

Ele disse que alguém o havia apertado enquanto dormia.

Daí em diante a nossa noite foi para o brejo....

Fomos para a sacada até nos acalmarmos e resolvemos dormir na mesma cama.

Na manhã seguinte resolvi investigar com os funcionários sobre o acontecido e é lógico, omitindo os fatos, apenas perguntei para a senhora que preparava o café se alguém havia comentado sobre o fato do hotel ser mal-assombrado.

A princípio ela negou, mas insisti porque notei que a mesma arregalou os olhos, confirmando minhas suspeitas!

Meu colega sugeriu mudarmos novamente de apartamento.

Eu, por ser simpatizante da doutrina espírita, lhe expliquei que de fato não adiantaria, pois para os espíritos não existem paredes nem andares, mas ele insistiu.

Novamente em um novo apartamento tentamos esquecer o ocorrido.

Novos colegas se instalaram no hotel, e comentamos o acontecido, o que gerou muitas piadas maldosas, principalmente a meu respeito.

Resolvemos fazer um churrasco no terraço e qual não foi a minha surpresa quando novamente surgiu o então já denominado "sem cabeça!".

Bem, eu que já estava pra lá de furiosa com tantos comentários, não deixei para ontem e fui até a parede e mesmo sem vê-lo, mas a senti-lo, iniciei uma boa xingação!

Lembro perfeitamente do que lhe falei...

- Olha aqui, eu não tenho medo de ti, viu!

Chega de me incomodar, é por sua causa que a minha reputação está na lama.

E agora o problema é teu, tu tens que me tirar dessa se quiseres ajuda!

Vê se dá um bom susto nesta gente e mostra como não sou louca nem mulher da vida, eu sou mãe e não vou permitir que por sua causa a minha fama, depois de 20 anos de empresa, fique suja.

E agora vê se me deixa em paz!

Dizendo isto fui até a mesa para jantar. Alguns dos meus colegas estavam apavorados, mas um alto executivo não tardou em me chamar de pirada.

Resolvemos sair para dar uma voltinha na cidade. Quando eu e meu colega fomos até o quarto buscar nossas carteiras, e apagar o televisor que havia ficado ligado, novamente eu o senti e neste mesmo instante falei para o colega:

-Temos visita, e ele está passando por debaixo do televisor (que ficava acima no suporte colocado na parede).

Neste exato momento a TV saiu fora do ar. Quando eu disse "Pronto já passou!", ela voltou a funcionar.

Meu colega se apavorou e já aproveitamos para procurar um novo hotel.

O proprietário, quando soube que iríamos embora, resolveu negociar, além de reduzir ao mínimo o custo da diária, fez questão de alugar o apartamento no valor de um quarto comum. IRRESISTÍVEL!

Entre eu e meu amigo de tantos anos começou a surgir um interesse estranho. Eu já não conseguia permitir que ele dormisse ao meu lado, mas cada vez que ele ia para o outro compartimento sempre acontecia algo. Tanto eu quanto ele acabávamos rindo e dizíamos que este fantasma gostava de nos ver dormindo lado a lado.

Cada vez ficávamos mais unidos. Já compartilhávamos as nossas coisas, nosso dinheiro, nossas idéias e depois de 30 dias resolvemos compartilhar nossos sentimentos.

Bem naquela semana eu tive que retornar a Porto Alegre e deixei meu colega sozinho no apto.

Ao chegar na empresa as piadas eram uma constante, todos comentavam, além de me olharem agora com outros olhos.

Confesso que eu estava abatida e até triste, pois além de falarem mal de mim, eu ainda me sentia culpada por haver tido um relacionamento com o meu melhor amigo e colega de trabalho.

Mas nem havia se passado três dias quando recebi um telefonema cômico do meu amigo que ficara no hotel.

Ele me contava que na noite anterior o tal executivo que insistira em dormir sozinho no seu apartamento saiu de madrugada correndo pelo corredor vestindo apenas meias, cueca, sua pasta e o celular, e foi bater no quarto dos outros três dizendo que, ao tentar ler um livro, alguém forçara seus braços a fechar a página, e quando ele largou o livro, desistindo da leitura, sentiu que alguém lhe apertou fortemente no leito.

Foi um alívio para mim quando tal notícia se espalhou na empresa.

Eu estava finalmente livre e novamente com credibilidade.

Embora eu achasse que a história havia terminado, não havia não!

Estava eu na minha casa quando por volta das 4 horas da manhã senti a presença do "sem cabeça". Levantei e fiquei apavorada...

Teria ele vindo de Uruguaiana???

Qual não foi a minha surpresa quando, ao chegar ao serviço, encontrei o agora bem mais que amigo e colega de quarto.

E sabem a que horas ele passou pela minha casa? É !...Sim !...foi às quatro horas da manhã!

Bem, algum tempo depois através de minha filha fiquei sabendo que naquela cidade havia acontecido a "GUERRA DA DEGOLA". Também soube que naquele lugar, onde haviam construído o hotel, teria sido uma fazenda cujo fazendeiro havia sido vítima desta guerra.

Procurei então ajuda para todos nós.

Hoje peço a Deus que ajude este espírito que eu soube chamar-se Fagundes, pois foi devido a sua interferência que acabei encontrando naquele colega com quem convivi durante 14 anos lado a lado, sem sequer notar-lhe a masculinidade, o marido ideal, o amor e o companheiro da minha vida".

Envie o seu relato sobre qualquer experiência mística, paranormal ou espiritual para marinagold@planetanaweb.com.br.

>> Leia matéria Enxergando Além

>> Leia também as outras semanas

Hieróglifos
Vidas Passadas
Tarô do Amor
Kamasutra
Dados Mágicos
Oráculo Celta
Mico da sorte
Horóscopo Asteca
Omikuji
Oráculo
de Delfos
Búzios
Tarô Egípcio
Altar Virtual
Istoé Dinheiro
Horóscopo Financeiro
 

 

 

 

 

 



| ISTOÉ ONLINE | DINHEIRO | ISTOÉ GENTE | ISTOÉ DIGITAL | EDIÇÕES ANTERIORES |
| ASSINE A NEWSLETTER | ASSINATURAS | EXPEDIENTE | FALE CONOSCO | PUBLICIDADE |
AVISO LEGAL
© Copyright 1996/2002 Editora Três