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7)
Escolher orgânicos: comprar
comida orgânica reduz significantemente o uso de fertilizantes,
pesticidas e fungicidas. Isto é bom para os nossos corpos,
além de reduzir a poluição do solo e da água. Sim, comida
orgânica custa mais e não é tão fácil de achar, mas se a
demanda cresce, mais agricultores vão optar pelo orgânico
e os custos baixarão.
8) Planejar as necessidades sociais: a qualidade
de vida é baseada em muito mais do que apenas necessidades
materiais. Planejamento urbano que cria espaços abertos,
encoraja moradia comunitária e comércio local nos torna
melhores vizinhos. Nos sentiremos melhor com nós mesmo,
reduzindo a necessidades de estímulos artificiais à nossa
auto-estima, como consumir mais.
9) Redefinir progresso: progresso não necessariamente
significa crescimento. Significa melhores condições de vida
e um ambiente mais saudável. Menos desenvolvimento e melhorias
na saúde pública significam progresso, enquanto mais desenvolvimento
pode na verdade levar à degradação social e ambiental.
10) Preocupar-se com as coisas grandes: nossos reais
problemas ambientais envolvem energia, população, mudanças
climáticas e consumo. Vamos parar de nos preocupar com sacolas
de papel contra as de plástico, ou se fraldas descartáveis
são melhores que as de pano. Precisamos é reduzir a quantidade
de coisas nessas sacolas, e o número de bumbuns que vão
dentro das fraldas, se queremos realmente criar sociedades
sustentáveis.
Bob Lilienfeld é presidente do Cygnus
Group, uma firma de consultoria que estimula organizações
a pensar, planejar e agir de maneira sustentável. Informações
podem ser encontradas no web
site deles. O Cygnus
Group acredita que não basta apenas reciclar, temos
é que diminuir o uso e repensar o consumo.
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