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  10 Maneiras para tornar melhor
um mundo de 6 bilhões de pessoas


Por BOB LILLIENFELD

1) Estimular a conservação e não o consumo: nossa sociedade facilita o gasto, mas não a economia. Digamos que queremos comprar uma casa: os juros de empréstimo bancário são mais ou menos 6% (nos Estados Unidos). Mas se ao invés de fazer um empréstimo decidimos investir ou pôr na poupança, nosso dinheiro é taxado em até 40%. Isso está ao contrário! Estimular a poupança garantiria que as pessoas tivessem bastante para o futuro, através da redução do consumo no presente.

2) Insistir na economia de energia: o uso de energia é um fator determinante para o meio ambiente global. A queima de derivados do petróleo libera dióxido de carbono e outros poluentes na atmosfera, aumentando significantemente as chances de mudança no clima global. Concentrar em questões como transporte público e economia doméstica de energia têm imenso impacto em mudanças do clima provocadas pelo homem.

3) Refocalizar a política para o bem da maioria: a sociedade não mais olha para o que é o melhor para o todo, mas sim o que é o melhor para determinados grupos - onde o dinheiro e a influência política estão. Isto é muito triste, porque significa que grupos que estimulam o desenvolvimento sempre ganham sobre esforços para conservar recursos naturais e criar condições de vida sustentáveis.

4) Manter a qualidade de vida nas grandes cidades: manter as cidades vitalizadas reduz a necessidade de mudar para os subúrbios, reduzindo também a necessidade de mais ruas, carros, loteamentos e shopping centers. Cidades são eficientes, porque muitas pessoas dividem um pequeno espaço e utilizam transporte público ou vão a pé.

5) Praticar a visão global: muitas vezes, olhamos para situações particulares e não vemos o efeito total de nossas ações. Reciclagem é um bom exemplo. É bom reciclar. Mas se focalizamos apenas no que fazer com nosso lixo, tiramos os olhos do problema maior - a criação e consumo dos produtos que originalmente vieram nos pacotes e caixas que botamos fora.

6) Encorajar a auto suficiência: quanto mais podemos fazer por nós mesmos, menos precisamos contar com o que outros podem fazer por nós. Por exemplo, se plantamos nossa própria comida, podemos reduzir os custos da energia associados ao transporte de alimentos (nota do editor: hortas comunitárias, como as que existem em Nova York, seriam uma solução viável para as cidades, onde obviamente não é fácil ter uma plantação em casa).

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