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  Relatos mediúnicos - continuação

A energia dos poetas

Foto: RICARDO GIRALDEZ
Comecei a psicografar aos 11 anos. Aconteceu tranquilamente porque minha família é espírita. No início, eram poesias. Não eram minhas, pois vinham instantaneamente e acompanhadas de sensações como arrepios, calor nas mãos ou na cabeça. É como vestir um pensamento que não é meu. Quando recebo mensagens de Castro Alves, é uma sensação mais enérgica. Quando vem Cecília Meireles, o sentimento é mais cândido. Em meu livro A educação segundo o espiritismo, publico essas mensagens. O mais importante é o conteúdo. São meus momentos mais felizes."

Dora Incontri, 35 anos, jornalista e pedagoga



Voz para os espíritos

"Tinha 32 anos quando comecei a ouvir vozes, gargalhadas e passos dentro de casa. Ficava apavorada e meus braços paralisavam. Neurologistas suspeitaram de epilepsia, mas não conseguiam diagnosticar nada. Essa angústia durou cerca de três anos. Comecei a fazer um tratamento espiritual. Descobri que tinha mediunidade de psicofonia. Deixo a mente quieta e o espírito fala. Sei tudo o que ele diz e, quando acho necessário, interfiro na comunicação. Um médium equilibrado deve interferir quando julga que uma informação pode prejudicar alguém."

Maria Aparecida Pereira, 63 anos, dona de casa



Publicado por ISTOÉ em 15/04/98.

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Unidade de parapsicologia da Universidade de Edinburgh.



Site do conhecido médium Gasparetto.



Consciência Espírita.


 
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