PARANORMAL > Propriedades Astrais
  Relatos mediúnicos

A descoberta aos 16

Fotos: RICARDO GIRALDEZ
Tinha sete anos quando vi um espírito. Na escola, a professora tentava controlar a turma e um homem dava gargalhadas ao seu lado. Aflito, perguntava aos colegas: "Vocês não estão vendo?" Ninguém via. Aconteceu outras vezes, mas com o tempo deixei de vê-los. Aos 16, tive um desmaio e meu braço esquerdo enrijeceu. Os médicos suspeitaram de epilepsia, mas os exames acusaram um foco epilético que não justificava os sintomas. Por seis meses, desmaiei, tive convulsões e os remédios não surtiram efeito. Perdi o ano, parei de estudar. Mal saía de casa. Angustiado, fiquei agressivo. Os médicos indicaram uma clínica psiquiátrica. Meus pais suspeitaram de mediunidade. Se não fossem espíritas, estaria internado como um doente mental. Passei a ir às reuniões recomendadas para mediunidade muito ostensiva. Com prece, leitura e meditação os desmaios acabaram em três meses. Hoje aplico passes. Sou médium de cura e de fala. Em transe, minhas mãos se movimentam involuntariamente sobre as pessoas. Nessa hora, meu cérebro fica em ponto morto. Sinto cheiros, a cabeça começa a formigar e vai adormecendo. Meu corpo parece se moldar ao de alguém. A voz e a fisionomia mudam. No início, não gostava. Não queria ser diferente. Sinto mágoa de não ter vivido o auge da minha adolescência. Mas acredito que tenho um compromisso. Ainda não voltei a estudar, mas planejo fazer supletivo. Trabalho com meu pai das 6h às 14h na padaria dele e depois vou para o centro espírita. A mediunidade é uma doação que me trouxe equilíbrio."

Conrado G. dos Santos, 19 anos, trabalha na padaria do pai

| 1 | 2 | 3 | próxima>>



















LEIA MAIS

Unidade de parapsicologia da Universidade de Edinburgh.



Site do conhecido médium Gasparetto.



Consciência Espírita.


 
© Copyright 1996/2000 Editora Três