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Pouca
gente sabe, mas o baralho comum utilizado para jogos como canastra,
bridge, buraco, truco e tantos outros presta-se também à prática
divinatória, conhecida como cartomancia
Pouca gente sabe que o baralho
comum utilizado para jogos como
canastra, bridge, buraco, truco
e tantos outros, presta-se também
à prática divinatória, conhecida
como cartomancia. Suas 52 cartas
trazem indicações claras sobre
os vários setores de nossas vidas,
como o amor, as finanças, a profissão
e a saúde. A origem da cartomancia
é incerta. Só há um consenso entre
os estudiosos do assunto: as civilizações
mais antigas da humanidade já
usavam as cartas e seus equivalentes
da época tanto como diversão lúdica
quanto para vislumbrar o passado,
o presente e o futuro dos consulentes.
Indícios de cartas são encontrados
no Egito, no Extremo Oriente e
na Índia, mas a maioria dos pesquisadores
considera mais plausível que as
cartas que conhecemos tenham se
originado no Egito. As mais antigas
pistas da existência de baralhos
de cartas na Europa remontam ao
século XI, mas só 200 anos depois
elas começaram a ser citadas de
maneira mais consistente. A princípio
elas se disseminaram entre a nobreza
e o clero, para só posteriormente
atingir as classes mais baixas.
Naquela época a maioria dos relatos
que se referiam às cartas era
para proibir seu uso.
As Relações das Cartas
Um baralho comum é composto
de 52 cartas -- 40 referentes
a números de um (ás) até dez
e 12 referentes a figuras (rei,
dama e valete). Elas estão divididas
em quatro naipes -- ouros, paus,
copas e espadas, cada um com
13 cartas. Tais números permitem
associações simbólicas dos mais
variados tipos.
Dias, semanas, estações e
anos - As 52 cartas são
relacionadas às 52 semanas do
ano, e os quatro naipes, às
quatro estações:
Ouros: Primavera
Paus: Verão
Copas: Outono
Espadas: Inverno
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