ÁREA 51 > Ufologia
  Um Mergulho na
Pesquisa Ufológica

Em 1980, depois de um encontro com um ser especial,
a psicóloga carioca Gilda Moura passou a estudar o fenômeno da abdução e a orientar pessoas que viveram experiências ufológicas e paranormais. Nesta entrevista, ela fala do seu trabalho e do novo livro, Rio Subterrâneo – A História de um Caminho (Nova Era)

Por Fátima Afonso

PLANETA - Quando, exatamente, você começou a ter contato com fenômenos paranormais? De que forma eles influenciaram a sua vida?

Gilda - O meu contato com fenômenos paranormais se iniciou em 1972, após o avistamento de uma nave que pousou próximo à entrada do sítio de meu pai. Nas minhas memórias de infância, o único fato paranormal que eu recordo é o de constantemente os relógios de pulso pararem quando eu os usava.
Essas ocorrências tiveram uma profunda influência no meu ser. A partir dessa época, passei a viver cercada de sincronicidades, que foram direcionando a minha busca e me levando a fazer grandes transformações na minha vida, até culminar com o encontro insólito com um ser especial. O impacto na minha consciência a partir daí foi tão profundo que entender os fenômenos e poder auxiliar outras pessoas envolvidas passou a ser prioridade na minha vida.

PLANETA - Quem é esse ser especial?

É muito difícil definir quem é esse ser especial que modificou a minha vida e deu início ao processo de expansão da minha consciência. Por não conseguir explicar e ter levado muitos anos para entender o que se passou na noite em que o conheci, decidi escrever O Rio Subterrâneo.
Ele é uma pessoa aparentemente igual a qualquer ser humano. No entanto, dele emana uma força especial que é capaz de impactar a mente, paralisá-la sem falar e manipular o ambiente, inclusive fazendo o tempo das pessoas presentes parar. Quem ele é, não sei. Mestre, “extraterrestre”, imortal, não sei; apenas sei que igual a todos nós ele não é.

PLANETA - Você é psicóloga, mas acabou penetrando num campo ainda bastante polêmico no meio científico, a ufologia. O que fez com que seguisse nessa direção?

Gilda - A partir desse encontro extraordinário, fui levada a deixar o estudo da parapsicologia por alguns anos para dedicar-me ao aprendizado e entendimento dos contatos por UFOs. Eu havia vivido uma experiência muito forte, que não deixava dúvidas da existência de acontecimentos e encontros modificadores de consciência no nosso planeta.

Como esses fatos se passam principalmente em modificações subjetivas e, portanto, ligadas ao nosso aspecto mental e emocional, estudar a ufologia, e entender a sua influência na mente das pessoas que vivenciaram o fenômeno, passou a ser de suma importância para o entendimento da minha própria mente.

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