ÁREA 51 > Abduções
  Sequestros Ufológicos - continuação

Apesar de estranhos, os relatos de seqüestras ufológicos têm tantos pontos em comum que acabaram despertando o interesse de David Jacobs, conceituado historiador da Universidade de Temple (EUA)o

Na primeira sessão de regressão, Melissa descreveu fatos de quando era uma garota de seis anos e brincava com um amigo num campo nos fundos de sua casa. Antes que percebesse, estava sendo transportada para um OVNI por alienígenas. Teve as roupas retiradas e foi submetida a um exame médico. Sua genitália foi sondada com um instrumento com forma de uma agulha. Ela sentiu uma espécie de implante fora inserido em seu ovário esquerdo.

Eu estava espantado. Na primeira regressão, Melissa havia espontaneamente "lembrado" de ter sido levada a bordo de um OVNI, submetida a exame médico e ter sua genitália examinada. O que faria com isso? Não tinha meios de me assegurar da verdade do que ouvira, embora o material de suas lembranças fosse semelhante ao que Hopkins estava encontrando. Eu não sabia o que fazer com esse testemunho, além de anotá-lo.

Melissa continuou a vir regularmente para as sessões e logo outras pessoas também começaram a aparecer: Ken Rogers, um ciclista profissional; Barbara Archer, uma estudante universitária e repórter; George Kenniston, um advogado; Karen Morgan, uma especialista em relações públicas, para citar alguns. Decidi que o melhor modo de continuar a coligir informações sistemáticas seria realizar tantas sessões de hipnose sobre acontecimentos "sugestivo" em cada indivíduo quanto possível. Nos cinco anos seguintes conduzi mais de 300 sessões hipnóticas com cerca de 60 abduzidos. Os abduzidos eram, na maioria, cidadãos comuns que não estavam tentando cometer uma fraude e que, com uma exceção, não apresentavam qualquer distúrbio mental. Eram protestantes, católicos, judeus, brancos, negros, homens, mulheres, jovens, velhos, profissionais, trabalhadores informais, casados, solteiros, divorciados, empregados, desempregados, articulados e incoerentes. As pessoas que me procuravam classificavam-se e qualificavam-se de modo variado, como os abduzidos encontrados por Hopkins.

Descobri que, em geral, fazia pouca diferença o lugar onde as abduções haviam ocorrido. As pessoas que entrevistei diziam ter sido abduzidas em todas as regiões do país (e também por todo o mundo), em cidade e zonas rurais, rodovias e estradas isoladas, casas individuais ou apartamentos. Embora na maior parte não se conhecessem, elas contavam as mesmas histórias. Haviam sido abduzidas por seres de aparência estranha, submetidas a uma série de "procedimentos" físicos e mentais, e depois recolocadas no mesmo lugar de onde haviam sido retiradas. Não podiam controlar o evento e, quando terminado, prontamente esqueciam quase tudo. A maioria tinha a impressão de que alguma coisa lhe havia sucedido, mas não conseguia explicar com certeza. Descobri que alguns dos abduzidos lembravam-se dos acontecimentos sem a ajuda da hipnose; suas histórias eram as mesmas daqueles cujas lembranças eram recuperadas com a hipnose.

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Relato pessoal e engraçado de uma abduzida.



Interessante entrevista com Eve Frances Lorgen, pesquisadora e terapeuta que trabalha com pessoas que foram abduzidas. Em inglês.



A autoridade online em abduções: International Center for Abduction Research.


 
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