Veja outros sites:
 Hieróglifos
 Vidas Passadas
 Tarô do Amor
 Kamasutra
 Dados Mágicos
 Oráculo celta
 Mico da sorte
 Horóscopo Asteca
 Omikuji
 Oráculo de Delfos
 Búzios
 Altar Virtual
 Cartomancia
 Tarô
 Biscoito da Sorte
 Realejo
 Bola 8
 Par Perfeito
 I-Ching
 Runas
 Vidente
 Numerologia
 Horóscopo
 Home
 Índice
 Arquivo de chats
 Edições Anteriores
 Especiais

 Canais:

 Guia Cósmico
 Área 51
 Encantamentos
 Transcendendo
 Reconectando
 Paranormal

 Busca

Procure outras matérias
 
 
 
           

Encantamentos: Pagão

publicado em 08/08/2001
 

O xamã celta

Por Alessandra Nahra

Arte: Alfer
John Matthews (à esq.):
primeira visita
ao hemisfério sul.

Quem se interessa por práticas espirituais certamente já se deparou com o xamanismo e com a cultura celta. Mas provavelmente nunca os colocou juntos numa mesma frase, porque aparentemente uma coisa não tem nada a ver com a outra. O escritor e pesquisador John Matthews também pensava assim - até que suas pesquisas o levaram a desenterrar a ponte entre essas duas tradições.

Arte: Alfer
O livro e as cartas
do xamanismo celta.

Uma das maiores autoridades em mitologia celta, Matthews tem cerca de 60 livros publicados na Europa e Estados Unidos, e está no Brasil para um workshop no qual guiará cerca de 30 pessoas numa fantástica jornada de cunho declaradamente celta - apresentando assim aos brasileiros esta vertente xamânica muito antiga. "O xamanismo celta se perdeu por volta do século 6 d.C., provavelmente pelo advento do cristianismo, numa época em que tudo que era relacionado ao paganismo estava desaparecendo ou tendo que se esconder". Matthews sustenta, no entanto, que muitos dos primeiros exploradores cristãos eram xamãs, apesar de não se chamarem assim. O xamanismo celta entrou então na clandestinidade, ressurgindo séculos mais tarde em práticas espirituais como o witchcraft, ou bruxaria.

"O xamanismo é a prática espiritual mais antiga. Numa certa época, era praticado no mundo inteiro", afirma Matthews. "E quase todas as religiões têm elementos xamãnicos, ainda que estes não apareçam com freqüência". O principal destes elementos que definem o xamanismo é a crença de que tudo é sagrado e divino. "O xamã se torna um com a natureza, com o planeta, e se comunica com os espíritos dos animais e de todas as coisas que crescem". E isto, diz Matthews, é a linha mestra de todo o xamanismo - seja ele norte americano, siberiano, brasileiro, celta. É o que ele chama de "core shamanism", as principais práticas que estão presentes no xamanismo de qualquer cultura.

E o centro do trabalho do xamã é a jornada. Os toques de tambor transportam o "viajante" a um transe onde ele encontra os animais de poder, guias e espíritos que o levarão ao que é preciso ver, descobrir ou curar. É uma jornada para dentro, mas não exclusivamente interior. Matthews explica que acessamos um mundo espiritual que está fora de nós, ainda que o vejamos sob o filtro da nossa própria história. "Com a jornada xamãnica, convidamos este mundo, que está fora de nós, para que entre". O que encontraremos nessa viagem depende da cultura de cada um, do contexto e da necessidade psicológica e espiritual.

 

 



Encantamentos

Bruxas, anjos, elementais, xamãs, druídas, alquimistas: as criaturas e realidades das outras dimensões


Serviço

Xamanismo Celta, workshop com o mitólogo ingles John Matthews.
Dias 11 e 12 de agosto de 2001 em São Paulo. Inscrições pelo telefone (11) 5573-8115.
Para mais informações, visite o site da Hera Mágica ou o de John Matthews.



| ISTOÉ ONLINE | DINHEIRO | ISTOÉ GENTE | ISTOÉ DIGITAL | EDIÇÕES ANTERIORES |
| ASSINE A NEWSLETTER | ASSINATURAS | EXPEDIENTE | FALE CONOSCO | PUBLICIDADE |
AVISO LEGAL
© Copyright 1996/2002 Editora Três