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O
planeta dos lunáticos - II
Um dos sítios turísticos mais apreciados pelos visitantes,
segundo os relatos de ufologistas, seria a misteriosa "Área
51". Trata-se de uma base aérea e centro de pesquisas tecnológicas,
num lago seco chamado Groom Dry Lake, no meio do Emigrant
Valley. A instalação, a cerca de 50 quilômetros ao norte de
Rachel, está cercada pela cadeia de montanhas Papoose, e faz
parte do complexo militar da Base de Nellis e Grunney Range.
Mais ao sul fica o local onde eram feitos testes atômicos
até os anos 70 e que foi desativado, mas continua concentrando
boas doses de radiatividade. A voz corrente é que o governo
americano está desenvolvendo na "Área 51" naves espaciais
e armamentos baseados em conhecimentos fornecidos por extraterrestres.
Esta teoria explicaria as aparições de objetos voadores não-identificados,
fachos de luz que lembram raio laser e outros fenômenos poucos
convencionais.
De mais concreto, o que se tem certeza é de que no
meio da base existe uma pista de pouso de quase dez quilômetros
- uma enormidade - com um piso contendo cinco metros de espessura.
Nos limites da "Área 51", que está a vários quilômetros do
ponto central, existem letreiros ameaçando de prisão aqueles
que invadem o perímetro. As placas avisam: "Use of Deadly
Force Autorized", ou seja: quem ultrapassar aquele ponto pode
levar chumbo. Para garantir a eficácia das ameaças existe
uma força de segurança - estimada em mais de 500 homens. O
governo dos EUA nega a existência de qualquer base na região.
Ao ser interpelado judicialmente, o Pentágono responde, invariavelmente:
"Base secreta? Que base secreta? Não temos nenhuma instalação,
secreta ou não, naquela área". Assim, apesar das aparências
em contrário, a "Área 51" oficialmente não existe. E isso
serve de combustível para a fogueira de curiosidade, paranóia
e especulações.
| Alcyr
N. da Silva |
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| Mary
Merrier e sua cadela Misty: ereta depois da "visita"
dos ETs |
Desta forma, desde o final dos anos 50, reporta-se
que extraterrestres são vistos aos magotes nesta área, como
excursões de japoneses em lojas de departamentos de Nova York.
Na rabeira destas turnês intergalácticas, cada vez mais vêm
terráqueos em busca de contatos imediatos de primeiro, segundo
e terceiro graus. Muitos juram que tiveram sucesso nos encontros.
Pesquisas do Departamento de Estatísticas dos EUA revelam
que 3,7 milhões de americanos acreditam ter visto Ovnis, pelo
menos uma vez na vida.
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