Veja outros sites:
 Hieróglifos
 Vidas Passadas
 Tarô do Amor
 Kamasutra
 Dados Mágicos
 Oráculo celta
 Mico da sorte
 Horóscopo Asteca
 Omikuji
 Oráculo de Delfos
 Búzios
 Altar Virtual
 Cartomancia
 Tarô
 Biscoito da Sorte
 Realejo
 Bola 8
 Par Perfeito
 I-Ching
 Runas
 Vidente
 Numerologia
 Horóscopo
 Home
 Índice
 Arquivo de chats
 Edições Anteriores
 Especiais

 Canais:

 Guia Cósmico
 Área 51
 Encantamentos
 Transcendendo
 Reconectando
 Paranormal

 Busca

Procure outras matérias
 
 
Índice 358 | Da Redação | Cartas | Jornal | Astrologia | Terra verde
Imagem e Som | Livros | Agenda | Clube do Leitor

JORNAL
--------------------------------------------------------------------------------------------------

Dinossauros
Ajuda celestial

Rasmussen/Sipa-Press
Dinossauros: pleno desenvolvimento após impacto de asteróide eliminar seus rivais.

Um asteróide que se chocou com a Terra há cerca 200 milhões de anos pode ter facilitado a proliferação dos dinossauros. A tese, do cientista Dennis Kent, da Universidade Rutgers (Nova Jersey), vem sendo comprovada com traços de materiais comumente encontrados em fragmentos vindos do espaço, datados da mesma época em que os grandes animais se originaram, e em análises de irídio em ossos, fragmentos de pegadas e esporos de plantas retirados de sítios no leste da América do Norte.

Com esses dados em mãos, Kent concluiu que, logo após o impacto do asteróide com nosso planeta, as modificações ambientais causaram a morte dos primitivos rivais dos dinossauros. Estes últimos puderam então se proliferar livremente e acabaram reinando no período jurássico, sem nenhuma outra espécie a desafiar seu domínio. O irônico é que, mais tarde, o impacto de outro asteróide na Península do Yucatán, no México, os levaria ao extermínio, surgindo para animais menores a possibilidade de evoluir calmamente.

--------------------------------------------------------------------------------------------------

Biologia
A morada da consciência

Christiane S. Messias
O campo eletromagnético do cérebro seria a sede da consciência.

Neurobiólogos em todo o mundo se perguntam onde pode ser encontrada a consciência em nosso cérebro e de que ela é feita. Johnjoe McFadden, da Universidade de Surrey (Grã-Bretanha), diz ter descoberto a resposta: nossos pensamentos conscientes – e todos os conceitos desenvolvidos por eles – encontram-se no chamado campo eletromagnético do cérebro.

Nossa atividade cerebral funciona através de sinais que viajam ao longo dos nervos como ondas de eletricidade carregadas de íons (partículas com carga elétrica positiva ou negativa). Quando os sinais alcançam a terminação nervosa, pulam para outro nervo através de neurotransmissores químicos. O próximo nervo decide se vai ou não retransmitir a mensagem de acordo com a quantidade de estímulos que recebe.

McFadden percebeu que, durante esse processo, todas as informações que circulam pelas terminações nervosas enviam sinais ao campo eletromagnético cerebral, que as agrupa, amarra e organiza automaticamente. Para ele, a consciência seria esse campo eletromagnético, que faria a seleção dos neurônios retransmissores, influenciando nossas ações.

--------------------------------------------------------------------------------------------------

Genética
Judeus: origem em discussão

Sipa-Press
Os judeus, segundo cientistas britânicos, descenderiam de mulheres não-semitas.

Mais uma vez na história dos judeus os relatos das Escrituras não combinam com as modernas evidências científicas. O novo confronto entre o Velho Testamento e a genética foi recentemente apresentado no Jornal Americano de Genética Humana por David Goldstein, Mark Thomas e Neil Bradman, da College University de Londres. Segundo eles, os mais recentes estudos em nove comunidades judaicas apontam que as mulheres carregam poucas assinaturas genéticas no DNA mitocondrial (uma característica exclusivamente feminina). Trocando em miúdos: as comunidades judaicas tinham um número reduzido de mães-fundadoras, cujo padrão genético não pode ser associado nem aos judeus, nem às atuais populações do Oriente Médio.

Os cientistas britânicos sugeriram que os homens judeus, possivelmente comerciantes, devem ter se unido com mulheres não-semitas das populações que visitavam e delas tiveram seus descendentes. Por isso, a origem das mães permanece biologicamente desconhecida. Controvertidamente, o rabinato defende que o legado genético mais puro é herdado das mães, ou seja, de ventre hebraico.

--------------------------------------------------------------------------------------------------

Celtas
O rei de Stonehenge

British Tourist Authority
Stonehenge: esqueleto de provável rei encontrado em sítio arqueológico a três quilômetros do monumento.

A equipe do pesquisador britânico Andrew Fitzpatrick, da Wessex Archaeology, estava procurando um sítio sepulcral romano quando deparou com o mais rico esqueleto da Idade do Bronze já encontrado no Reino Unido. Em seu túmulo, cerca de cem objetos preciosos demonstravam o alto status do morto, entre eles dois brincos de ouro e três facas cujas lâminas foram forjadas em cobre, numa época em que poucas pessoas conheciam esse metal. Outros itens levam a crer que o corpo seria do provável rei de Stonehenge, com broche feito de ossos, mais alguns finos ornamentos.

O esqueleto, de idade estimada em quatro mil anos, foi sepultado nos idos de 2300 a.C., a tempo de testemunhar o erigir do grande altar a céu aberto de Stonehenge – de onde o sítio arqueológico, aliás, dista pouco mais de três quilômetros. Os pesquisadores deduziram que, pelo mau aspecto dos dentes e do osso do joelho, o homem, além de muito rico, era bem idoso quando morreu.

--------------------------------------------------------------------------------------------------

Religião
Ervas do candomblé no jardim botânico

Salvador vai ganhar um jardim botânico afinado com as tradições religiosas locais: muitas das espécies de plantas abrigadas nos 14 mil metros quadrados da nova instituição (criada onde era o Horto da Mata dos Oitis) serão ervas sagradas do candomblé. As aroeiras, cajazeiras, gameleiras e irocos terão no futuro jardim botânico um espaço permanente de pesquisa. Para montar o acervo, o prefeito da capital baiana, Antonio Imbassahy, pediu aos 2.883 terreiros do Estado filiados à Federação Nacional do Culto Afro-Brasileiro que indiquem as árvores consideradas divinas.