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Previsão Astrológica
A guerra desenhada no céu
Segundo a astrologia, a humanidade passa por momentos de grande
transformação, acentuada neste instante sobretudo pela ação
de Marte, o planeta da guerra, e por Plutão, ligado à violência
sofisticada.
Por
Milton Correia Júnior
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FrankZullo/Sipa-Press |
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No
dia 11 de agosto de 1999, o hemisfério norte foi
palco de um fenômeno curioso e pouco comum: um eclipse
total do Sol, que cobriu boa porção dos países
daquela região da Terra. O eclipse teve início
no norte da Índia, passou pelo Afeganistão e
parte do Oriente Médio, se estendeu pela Europa, alcançando
países como Alemanha, França e Inglaterra, e
terminou exatamente em Nova York. Ao mesmo tempo em que a
Lua encobria o Sol e o dia virava noite, uma grande cruz formava-se
no céu devido ao posicionamento de Marte, em oposição
a Saturno, e de Urano, em oposição a Sol/Lua.
O
astrólogo Adonis Saliba não tem a menor dúvida
de que esse evento veio anunciar algo de muito grave para
o planeta: uma longa guerra que se estenderá até
2013 e envolverá os países afetados pelo eclipse
total do Sol. Ao analisar os mapas astrológicos do
instante do ataque às torres gêmeas do World
Trade Center, em Nova York, e ao Pentágono, em Washington,
o astrólogo Valderson de Souza também vê
na posição dos astros, naquele momento, fortes
indícios de que havia condições propícias
para atos terroristas.
Se tudo isso já estava anunciado, seria o famoso
maktub (palavra do idioma árabe que significa estava
escrito) em ação? Ambos os astrólogos
concordam nesse ponto, pois, segundo eles, há uma clareza
cristalina nos mapas que não permite duvidar da fatalidade.
Quando
as torres gêmeas, que lembram o número 11,
foram inauguradas em 11 de setembro de 1973, seu destino já
estaria traçado: esse grande símbolo do poder
econômico seria destruído 28 anos depois
o equivalente a um ciclo de Saturno, o planeta da transformação,
destruição e morte. Quando o eclipse total do
Sol de 11 de agosto de 1999 aconteceu em Nova York, eram 8
horas. Nesse momento, o Sol estava na Casa 12, a do obscuro,
daquilo que não se consegue ver. O ascendente era o
signo de Virgem, no décimo primeiro grau (11). É
também uma grande coincidência que o ápice
desse mesmo eclipse tenha ocorrido às 11h03.
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Pamela Duffy |
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| Vista
das torres do World Trade Center antes do atentado:
destino refletido no movimento dos astros. |
Em
numerologia, o número 11 faz parte dos números
excelsos, que não podem ser reduzidos, junto com o
22 e o 33, pois estão ligados ao desenvolvimento da
humanidade. O 11 é chamado de primeiro sinal, o 22
de sinal diabólico e o 33 de sinal evolutivo. O 11,
então, pode ser interpretado como um aviso, o início
de um processo.
O astrólogo Adonis Saliba, porém, não
acredita que o ataque às torres, no dia do seu
aniversário, tenha sido concebido com essa finalidade:
Todas essas coincidências fazem parte de algo
maior, que escapa à nossa compreensão.
Por isso mesmo, tem receio do que está por vir, um
período de grandes atribulações, até
que o homem se conscientize de que não é o ódio
que leva a um estado de paz. Ou até que o homem aprenda
a ser mais tolerante e consiga aceitar e conviver com as diferenças.
Segundo a astrologia, a humanidade está vivendo
um ciclo de profunda transformação, com
o final da era de Peixes e o início da era de A-quário,
em 2300. A nova era será marcada pelas conquistas sociais
e pela evolução da tecnologia. Os primeiros
sinais de Aquário aconteceram em 1789, com a Revolução
Francesa, quando pela primeira vez foram gritadas aos quatro
ventos três palavras mágicas: liberdade, igualdade
e fraternidade. Nesse intervalo entre as duas eras, é
certo que a humanidade passará por uma depuração,
libertando-se do ódio, da intolerância e do preconceito.
| O
ano de 2013 poderá marcar o retorno simbólico do Cristo. |
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