Altar Virtual
 Cartomancia
 Tarô
 Biscoito da Sorte
 Realejo
 Bola 8
 Par Perfeito
 I-Ching
 Runas
 Vidente
 Numerologia
 Horóscopo
 Home
 Índice
 Arquivo de chats
 Edições Anteriores
 Especiais

 Canais:

 Guia Cósmico
 Área 51
 Encantamentos
 Transcendendo
 Reconectando
 Paranormal

 Busca

Procure outras matérias

 

 


Edição 350


 

Índice 350 | Da Redação | Cartas | Jornal | Astrologia | Terra verde
Imagem e Som | Turismo | Livros | Agenda | Clube do Leitor
 


Terapias Holísticas
Dos Druidas à Antroposofia

Fundamentado sobretudo na ciência alquímica e nas propriedades espirituais da natureza, o sistema de cura druídico emprestou ao homem moderno as bases da medicina antroposófica.

Por Sérgio Mortari

Martinez
Sacerdotes druidas em ritual: estudos que buscavam a integração do homem à natureza.

Há 20 séculos, até ser destruído pelos romanos, o povo celta habitava a região compreendida pela Grã- Bretanha e a Gália. Entre as suas classes sociais, a de maior prestígio era a dos druidas, sacerdotes com elevados conhecimentos religiosos, astronômicos, jurídicos, médicos, alquímicos e astrológicos. Como autoridades máximas, eles presidiam várias celebrações, que eram efetuadas no campo, em altares circulares feitos de pedras. Stonehenge, na Inglaterra, é o exemplo que restou desse tipo de monumento.

Adeptos da medicina natural, os druidas, na verdade, viam nas propriedades das plantas a maior fonte de tratamento e cura das doenças, físicas e espirituais. Ao mesmo tempo, levavam em consideração os princípios da alquimia e os efeitos do magnetismo humano e terrestre.

O visgo era considerado uma planta sagrada, que adquiria qualidades espirituais ao parasitar o carvalho.

A medicina druídica baseava-se, sobretudo, na ciência da alquimia, que utiliza o conhecimento, a captação e a utilização de energias sutis do homem e da natureza para diagnosticar e tratar os males de seus pacientes, pois seus fundamentos estavam relacionados à visão do homem como um todo harmônico com a natureza.

Sob a ótica da medicina druídica, o homem manifesta suas atividades básicas através dos cinco domínios – físico, mental, astral, psíquico e causal – e dos sete sentidos – tato, paladar, visão, audição, olfato, percepção e intuição.

Tato e paladar são sentidos físicos, assim como a visão, o olfato e a audição, já que não ultrapassam o lado material das coisas. A percepção é um sentido superior muito importante para o uso da radiestesia, pois permite a captação e interpretação das emanações dos diversos corpos. A intuição, por sua vez, é o elo de ligação com outras dimensões, não acessadas pelos sentidos anteriores.

O sentido da visão também está relacionado com o domínio mental, possibilitando o exercício de sua inteligência através da aquisição e divulgação de conhecimentos úteis a todos.

A audição e o olfato também têm relação com o domínio astral, que está ligado às emoções e aos desejos e possibilita ao homem que, através do autoconhecimento, perceba a si e aos outros. Dessa forma, ele passa a respeitar mais os demais componentes da natureza.

Associada ao domínio psíquico, a percepção é a fonte de onde o homem recebe lampejos intuitivos, inspirações e revelações. Já o domínio causal relaciona-se com a consciência, que, em última análise, é o próprio livre- arbítrio.

próxima>>

 

Serviço

Sérgio Mortari é médico homeopata e acupunturista, fone: (11) 5542-4022; e-mail: sergiomortari@uol.com.br

       


| ISTOÉ ONLINE | DINHEIRO | ISTOÉ GENTE | ÁGUA NA BOCA | EDIÇÕES ANTERIORES |
| ASSINE A NEWSLETTER | ASSINATURAS | EXPEDIENTE | FALE CONOSCO | PUBLICIDADE |