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DA REDAÇÃO

Da Redação
Luz na Noite Escura

Chesnot/Sipa-Press
Cláudio Versiani
Só o amor é capaz de combater a violência e estabelecer a paz.

Diante dos acontecimentos em Nova York, é difícil não julgar, não tomar partido e não temer o desenrolar dos fatos. É justamente isso, porém, que venho tentando fazer desde o dia 11 de setembro, quando o World Trade Center veio abaixo. Afinal, convenhamos, nas duas pontas da corda há culpados e inocentes. Se, de um lado, os Estados Unidos vêm praticando uma política injusta, arrogante e nada louvável em relação aos países do Terceiro Mundo, do outro, os terroristas (quase com certeza, homens ligados a Bin Laden) pecam pela violência, o fanatismo e a desumanidade. Pelo desenrolar dos fatos, tanto americanos como afegãos e seus respectivos aliados acabarão pagando um alto preço pelo conflito que se desenha hoje no cenário político. Na verdade, como estamos todos ligados não só pelas regras da globalização, mas sobretudo pelas leis da espiritualidade, de uma forma ou de outra acabaremos sofrendo as conseqüências da imperfeição humana.

Felizmente, não estamos no olho do furacão. Isso, porém, não nos isenta de dar o melhor de nós em favor de uma solução pacífica para o conflito. E, dadas as circunstâncias, a melhor arma é mesmo a nossa face amorosa, que, na maior parte do tempo, acabamos deixando encoberta pela sombra dos sentimentos negativos. Somos o que pensamos, mas principalmente o que sentimos – até a ciência já começa a se convencer disso. Neste instante, portanto, cabe a nós (cada qual à sua maneira) vibrar amor, boa vontade, tolerância e compreensão para os nossos desafortunados irmãos em conflito. Parece pouco, mas, como ensinava uma mensagem que um amigo me enviou pela Internet, “uma pequena lanterna, no breu hostil da noite, pode acalentar muitos, guiar muitos e iluminar o caminho daqueles que buscam a luz”.

Como ensinaram Cristo, Buda e tantos mestres da humanidade, só o amor é capaz de combater o ódio e vencer grandes batalhas. Procuremos, pois, exercitar o coração: sejamos um farolete, uma lamparina, um lampião, até que, finalmente, nos transformemos num imenso sol...

Fátima Afonso, redatora-chefe


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