| |
|
Poderes
Extraordinários
A
ciência imita os místicos
Nas
últimas décadas, a ciência vem aprendendo a dominar parcelas
cada vez maiores da luz astral, produzindo verdadeiros milagres
sobre a matéria, façanha antes realizada apenas por místicos
e grandes iogues.
Por
Carlos Cardoso Aveline
Ter
pensamentos, perceber o futuro, caminhar sobre as águas,
levitar, mover objetos com a força da mente ou desmate-
rializá-los e rematerializá-los no mesmo instante
a grande distância. A força da mente parece infinita,
e a história humana está repleta de relatos
sobre os poderes extraordinários conquistados por santos
e iogues adiantados.
De onde vêm esses poderes que tantos sábios
(e mesmo pessoas comuns) têm demonstrado possuir ao
longo da história? Qual o ponto de encontro desses
fatos com o pensamento científico atual? Não
se pode dizer que o progresso científico seja a única
forma de ampliação da força mental humana.
Há formas de expansão que o pensamento racional
ainda não pode descrever com facilidade.
A
mente humana é um mistério, escreve
o cientista Adrian W. Clark, em um livro dedicado ao fenômeno
da psicocinese (capacidade de movimentar objetos físicos
com a força mental). Quanto mais tentamos saber
sobre o funcionamento da mente, mais misteriosa ela fica.
Como ela funciona? O que são percepções
extra-sensoriais e como ocorrem? Qual é o limite da
inteligência do cérebro? Como os cérebros
humanos se associam para produzir façanhas como o pouso
de homens na Lua (...), a invenção da televisão,
os radares, os automóveis e aviões? Há
limites para os estranhos poderes da mente? (Psycho-Kinesis,
Moving Matter with the Mind, de Adrian V. Clark, Parker
Publishing Company, Nova Iorque, 1973.)
Na verdade, o futuro da mente é de uma glória
e de uma felicidade sem limites. O desenvolvimento humano
apenas começou. Os sábios e iogues com poderes
extraordinários são precursores da humanidade.
Abrem caminho para que o resto da população
expanda mais rapidamente sua consciência.
O iogue Paramahansa Yogananda discute em sua autobiografia
a relação entre a ciência moderna e a
sabedoria do Oriente. Com a conversibilidade da matéria
em energia e da energia em matéria, os físicos
de vanguarda redescobriram, segundo Yogananda, a antiga lei
de maya, de acordo com a qual o universo físico é
de certo modo uma ilusão sensorial que não tem
existência de fato, exceto em um plano superficial da
realidade.
E, se a matéria pode ser convertida em energia
pura, temos a explicação para os milagres.
Segundo Yogananda, mestres capazes de materializar e
desmaterializar seus corpos e outros objetos, de mover-se
com a velocidade da luz e de utilizar os raios da luz criadora
para produzir instantaneamente qualquer manifestação
física têm, do ponto de vista da física,
uma quantidade imponderável, ou infinita, de massa.
E ele acrescenta: A consciência de um iogue perfeito
identifica-se, sem esforço, não com um corpo
limitado, mas com a estrutura do universo. A lei da gravitação
(...) é impotente para obrigar um mestre a exibir a
propriedade do peso, que é condição inerente
a todos os objetos materiais. Quem tem consciência de
ser espírito onipresente não está mais
sujeito à solidez do corpo no espaço e no tempo.
(Autobiografia
de um Iogue,
de Paramahansa Yogananda, Summus Editorial.)
A
luz criadora de que fala Yogananda é
a luz astral, ou o akasha da filosofia esotérica, e
constitui uma contrapartida sutil e invisível do mundo
físico. Ela possui vários níveis de densidade
e sutileza. Os seus níveis mais elevados são
território do espírito imortal e controlam o
que é externo e denso. Assim no céu como na
terra, assim no espírito como na matéria. No
livro O Universo Inteligente, o físico Fred Hoyle afirma
que o universo evolui e é controlado do seu interior,
e sua evolução flui sempre de dentro para fora
(O
Universo Inteligente, Fred Hoyle, Editorial Presença,
Lisboa, 1993).
O mesmo ocorre com cada um de nós. Nosso comportamento
físico é guiado por nossas emoções,
que são guiadas pelos nossos pensamentos, que são
guiados pelas nossas intuições mais elevadas,
algumas das quais são quase desconhecidas do nosso
cérebro consciente.
Leia mais:
A
ciência imita os místicos
A
luz astral
A
ciência e o esoterismo
Milagres
tecnológicos
|