Vote em IstoÉ na final do Top 3, o voto popular do IBest.
 NUMEROLOGIA
 TARÔ
 HORÓSCOPO
 CAPA
 ÍNDICE
 ENTREVISTAS
 CHATS ANTERIORES

 CANAIS

 Guia Cósmico
 Área 51
 Encantamentos
 Transcendendo
 Reconectando
 Paranormal

 BIBLIOTECA PLANETA

 Edições Anteriores
 Especiais

 BUSCA

Procure outras matérias

 

 


Edição 342

ASSINATURAS
EXPEDIENTE
PUBLICIDADE
NEWSLETTER
FALE CONOSCO

 
           

Transcendendo: Religião

Edição 342 - Março 2001
  ENTREVISTA
Inty Mendoza
No Caminho da Fé

Estudioso da filosofia oriental, Inty Mendoza juntou-se ao chinês Sim Soon Hock para transformar uma série de palestras sobre a doutrina budista em sete livros que tratam das riquezas do homem santo. O primeiro, recentemente publicado, fala da fé e é o tema central desta entrevista que Inty deu a PLANETA.

Clique aqui para comentar esta matéria

Por Fátima Afonso

Carmina Sophia

PLANETA – O livro Fé (Axis Mundy), de sua autoria e do chinês Sim Soon Hock, é o primeiro título de “As 7 Riquezas do Homem Santo”. De onde nasceu a idéia de produzir essa coleção?
Inty
– Essa coleção nasceu de palestras e reuniões que nós realizamos periodicamente na Associação Ad Lumen de Filosofia Oriental, em Jundiaí. Esse tema foi escolhido por fazer parte da doutrina budista. Isso era um pouco do que nós estávamos estudando na época e, até certo ponto, foi escolhido meio ao léu, sem que houvesse uma intenção específica de transformar esse material em livro. A idéia surgiu no meio do processo e nós passamos a organizar melhor o material; foi feito um trabalho de revisão e complementação relativamente longo, já que as palestras foram dadas em 98 e o livro só ficou pronto agora.

PLANETA – Como é que você conheceu o Sim?
Inty –
Eu o conheci numa outra associação de filosofia oriental de São Paulo, a Associação Para Estudos de Confúcio e Mencius. O senhor Sim, que é de Cingapura, acabou vindo para o Brasil fazer palestras a convite dessa organização e eu fazia todo o trabalho de tradução das suas palestras.

PLANETA – Você chegou a viver na China?
Inty
– Eu fiz algumas viagens para Taiwan, mas o maior período de tempo que eu fiquei lá foram cinco meses. Foram viagens para entrar em contato com alguma coisa muito específica de filosofia, budismo e confun-cionismo.

PLANETA – Homens santos, segundo vocês, foram todas aquelas pessoas que serviram de inspiração para o despertar espiritual da humanidade, como Cristo, Buda, São Francisco de Assis e Confúncio. Quais seriam os homens santos dos dias atuais?
Inty
– Agora, trabalhando ativos, eu não sei...

PLANETA – Chico Xavier poderia ser considerado um homem santo?
Inty
– Eu acredito que sim.

PLANETA – Qual é a diferença básica entre o ser humano comum e o homem santo?
Inty
– Você “mede” o homem santo pelo ensinamento, pelo exemplo que ele deixa. Até que ponto o seu legado é inspirador para um processo de autoconhecimento de todo ser humano e não de uma determinada doutrina ou para o engrandecimento de uma instituição específica? Quer dizer, não é uma coisa assim tão situada no tempo e no espaço; o homem santo é aquele que consegue vencer as eras, porque o seu ensinamento está tão relacionado à própria vivência da realidade humana que é uma coisa que vai inspirar todas as pessoas, em todas as culturas.

PLANETA – Nesse sentido, nós poderíamos dizer que há muitos homens santos que passam despercebidos...
Inty
– Sem dúvida nenhuma; eu acredito que a grande maioria é assim: pessoas com uma existência de grande qualidade que não entram para a história, mas cumprem com o seu papel.

Leia mais:

No caminho da fé

Os rituais religiosos

A fé em excesso

Sofrer inutilmente é o maior pecado

 


Transcendendo

Os veículos para
a busca interior. Terapias, religiões, meditações, cura.
O encontro da alma, corpo e mente



| ISTOÉ ONLINE | DINHEIRO | ISTOÉ GENTE | ÁGUA NA BOCA | EDIÇÕES ANTERIORES |
| ASSINE A NEWSLETTER | ASSINATURAS | EXPEDIENTE | FALE CONOSCO | PUBLICIDADE |
© Copyright 1996/2001 Editora Três