HORÓSCOPO
 CAPA
 ÍNDICE
 ENTREVISTAS
 CHATS ANTERIORES

 PARANORMAL

 Outro Plano
 Propriedades Astrais

 BIBLIOTECA PLANETA

 Edições Anteriores
 Especiais

 BUSCA

Procure outras matérias


 


ASSINATURAS
EXPEDIENTE
PUBLICIDADE
NEWSLETTER
FALE CONOSCO

 

 

 
           

Paranormal: Outro Plano

Edição 340 - Janeiro 2001
   

Passagem Para o Mundo Astral
O que sentimos na hora de partir

Yuzuru Oshihara/Sipa-Press
Atos de generosidade e benevolência ganham destaque no momento do “juízo final”.

Um domingo, eu estava fazendo uma palestra a respeito da morte e, depois, fui cumprimentar as pessoas à medida que deixavam o templo. Um homem veio a mim e me disse: “Minha esposa faleceu há pouco tempo. Ela era membro de sua igreja. Eu estava sentado ao lado de seu leito pouco antes de ela deixar o corpo. De repente, ela abriu os olhos e parecia estar vendo através de mim. Disse: ‘Oh! O Mestre está aqui! O Mestre está aqui!’ Então, os olhos dela se concentraram em mim e ela disse: ‘Agora eu quero ir. O Mestre está me esperando.’ Senti uma vibração de amor extraordinariamente grande no quarto. Jamais havia sentido um amor tão grande. E não vinha de nenhum ponto em particular; vinha de todos os pontos a meu redor. Tive de vir aqui e descobrir o que ela esteve fazendo durante todos esses anos!”

O que vocês vão sentir quando chegar a hora de partir? Do mesmo modo que em tudo na vida, as experiências de duas pessoas não são exatamente iguais. Mas, baseado no que descreveu Paramahansaji e no que narraram numerosas pessoas que tiveram a experiência de morte iminente, podemos elaborar o cenário que vocês poderiam esperar.

A consciência e a força vital começam a retirar-se do corpo para a coluna vertebral. Um por um, os cinco sentidos param de funcionar. O primeiro a desaparecer é o sentido do tato, o que significa que qualquer dor física que a pessoa possa estar sentindo some. Então, à medida que a força vital sobe na coluna vertebral em direção à saída, as forças do corpo astral que ativam os sentidos do olfato, paladar e visão retiram-se; o último a desaparecer, diz nosso guru, é o sentido da audição. Assim, quando uma pessoa está em coma, não está completamente inconsciente; pode ouvir o que se passa em torno. Finalmente, há o último suspiro. Há um ligeiro sentido de sufocação quando os pulmões param. Contudo, o desconforto é muito rápido. Então, os olhos se erguem para o centro crístico e o sentido de confinamento à prisão carnal se desfaz.

Antes de completar a transição para o mundo astral, entretanto, há uma parada no caminho. É para a revisão da vida, o “dia do juízo”; como um filme acelerado, todos os acontecimentos notáveis de sua vida passam diante de sua visão interior. Talvez você se surpreenda com o que vai ver: muitas coisas a que dedicou muito tempo e esforço – as conquistas e realizações que pensava significarem algo – não estão, necessariamente, entre o que importa nesta revisão da vida. Em vez disso, acabam sendo as chamadas “coisinhas” que realmente importam: Quanto você amou os demais? Você cuidou deles? Suas ações foram generosas e benevolentes? Quanto amor você cultivou por Deus? Essas coisas parecem ser mais significativas em retrospectos, porque são os assuntos mais vitais para Deus e para a alma. Contudo, essa revisão não é áspera ou crítica; ninguém o está julgando, a não ser você próprio. Você não sente medo, só uma enorme paz e um enorme bem-estar. E quando a revisão se completa, há um amoroso senso de justiça – uma aceitação, por parte de sua alma, do que ela necessita no próximo passo de seu desenvolvimento.

 

Leia mais:

A Aventura da Vida e da Morte

Visões da morte

O que sentimos na hora de partir

Surpresa: você continua vivo

 


Paranormal

Fenômenos que os olhos não vêem. Experiências
que fogem à compreensão.
O dia-a-dia do mundo astral


| ISTOÉ ONLINE | DINHEIRO | ISTOÉ GENTE | ÁGUA NA BOCA | EDIÇÕES ANTERIORES |
| ASSINE A NEWSLETTER | ASSINATURAS | EXPEDIENTE | FALE CONOSCO | PUBLICIDADE |
© Copyright 1996/2001 Editora Três