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Paranormal: Outro Plano

Edição 340 - Janeiro 2001
   

Passagem Para o Mundo Astral
Visões da morte

Martinez
Vislumbre do astral no momento de deixar o corpo físico: certeza de um mundo melhor.

Nos anos 70, houve uma atriz de Hollywood que morreu no apogeu da vida. Ela manifestou uma última vontade incomum: quis ser enterrada em sua Ferrari vermelha, novinha em folha. Assim, foi colocada ao volante do carro durante o serviço fúnebre. Ao final, quando os funcionários do cemitério estavam empurrando lentamente a Ferrari para a cripta, ouviu-se um “murmúrio” em voz alta vindo da parte de trás da assistência: “Tomara que ela esteja com a carteira de motorista, porque é uma longa viagem!”

Embora nossa tendência seja agarrarmo-nos tenazmente a nossas posses e relacionamentos, e ao resto de nossa existência terrestre, a morte, em si, não é algo a ser temido. Ao contrário, é algo muito bonito. Numerosas pessoas na iminência de irem-se desta vida para a próxima têm um vislumbre do glorioso mundo astral em que entramos após a morte. Podem ver um “ser de luz” radiante que vem para tranqüilizá-las. Ou podem ver entes queridos que se foram antes, esperando sorridentes para saudá-las.

Um rapaz de 17 anos, em Seattle, estava lutando contra a leucemia. Uma noite, estava tão mal que o médico e os parentes achavam que não agüentaria. Cerca de duas horas da manhã, arregalou os olhos, sentou-se na cama e disse: “Os anjos! Lindos, lindos os anjos!” Afundou de novo nos travesseiros, voltou-se para os pais e disse: “Deixem-me ir. Por favor, deixem-me ir.” Adormeceu e, logo depois, faleceu.

Muitas pesquisas científicas a respeito de “experiências da morte iminente” têm corroborado esta visão da morte profundamente inspiradora. De fato, essas experiências são tão comuns que os folhetos distribuídos pelo Hospice Movement dos Estados Unidos, dirigido a pessoas que estão ajudando seus parentes a morrerem em paz, diz: “(seu ente querido) pode falar ou sustentar que falou com pessoas que já morreram, ou ver ou ter visto lugares que não sejam acessíveis atualmente ou visíveis para você. Isso não indica uma alucinação nem uma reação aos remédios. A pessoa está começando a afastar-se desta vida e está sendo preparada para a transição, de modo a não ficar apavorada. A respeito do que a pessoa sustente que viu ou ouviu, não a contradiga, não explique que não pode ser, não a deprecie nem argumente. Não é só porque você não pode ver ou ouvir que a experiência deixa de ser verdadeira para seu ente querido. Confirme a experiência dele ou dela. São experiências normais e comuns. Se elas assustarem seu ente querido, explique que são coisas normais.”

 

Leia mais:

A Aventura da Vida e da Morte

Visões da morte

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Surpresa: você continua vivo

 


Paranormal

Fenômenos que os olhos não vêem. Experiências
que fogem à compreensão.
O dia-a-dia do mundo astral


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