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Extinção

Riscos são mais sérios do que se pensa

Claudio Savaget
Tartarugas aquáticas: riscos ainda maiores por servirem como alimento e remédio no sudeste da Ásia.
A Red List, estatística do World Con- servation Union sobre a probabilidade de extinção de animais e plantas, publicada na Times, no início do outubro, apontou que a situação pode estar pior do que se pensa. Das 18.276 espécies relacionadas, 11.046 – das quais 24% mamíferos e 12% pássaros – estão ameaçadas de extinção. Os critérios para a elaboração da listagem consideram o tamanho da população, a porcentagem de declínio das espécies e sua distribuição geográfica para determinar quais as espécies mais ameaçadas. Em relação à lista anterior, publicada há quatro anos, o prognóstico para certos espécimes é especialmente negativo. A quantidade de macacos em perigo de extinção subiu 50%, devido à perda de habitat e à falta de alimentos. O número de tartarugas aquáticas ameaçadas – apreciadas no sudeste da Ásia como iguarias e remédios –, mais do que dobrou. Quanto aos pássaros, o número de albatrozes em situação de risco pulou de 3 para 16 em virtude da pesca. O mais alarmante, afirmam os ambientalistas, é que a Red List representa apenas uma fração do 1,75 milhão de espécies conhecidas.
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Instituto Ethos
Manuais para valorizar a diversidade e as crianças


Novas publicações ensinam como enfrentar preconceitos e ajudar crianças e jovens.
Para apoiar e orientar as empresas a adotarem práticas de valorização da diversidade em sua política de gestão, o Instituto Ethos lançou, em parceria com a Fundação BankBoston, o manual Como as Empresas Podem (e Devem) Valorizar a Diversidade, com sugestões sobre como enfrentar o preconceito no ambiente de trabalho e no âmbito das relações empresariais, apontando fontes nacionais e internacionais capazes de contribuir com empresas que desejam iniciar um programa de valorização da diversidade no local de trabalho. A publicação aborda temas como a igualdade de oportunidades; a ética e a diversidade como fator de competitividade; e a discriminação racial ou étnica; além de apresentar projetos de valorização da diversidade adotados por empresas e dados e avaliações de organizações que têm a diversidade como um princípio, como a OIT (Organização Internacional do Trabalho) e a Fundação BankBoston, que desenvolve o Projeto “Geração XXI” para garantir que jovens negros tenham acesso ao conhecimento, por meio de um acompanhamento de sua vida escolar até que eles concluam o curso universitário. Outro manual recentemente lançado pelo Instituto Ethos é O Que as Empresas Podem Fazer Pela Criança e Pelo Adolescente, elaborado em parceria com a Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e patrocinado pela Abecitrus, BM&F e Santista Têxtil. Nele são apresentados uma análise sobre os dez anos de vigência do Estatuto da Criança e do Adolescente, estratégias para a ação social empresarial em defesa da criança e do adolescente e 22 projetos bem-sucedidos nesse setor que estão sendo desenvolvidos pela iniciativa privada.
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Açúcar orgânico
Suíça dá exclusividade de exportação ao Brasil

Divulgação
A Usina São Francisco, lí der mundial na produção, exportação e comercialização de açúcar orgânico, conquistou exclusividade de exportação para a Suíça, um dos países mais rígidos na legislação sobre a produção orgânica. O produto, de marca Native, com certificados internacionais para exportação, é resultado do maior projeto de agricultura orgânica da atualidade. Produzido sem fertilizantes, defensivos, aditivos químicos ou branqueadores, é transportado somente por navio ou estrada, para evitar a poluição causada pelos aviões. A embalagem, 99% biodegradável, confeccionada com papel cartão, produzido a partir de bagaço de cana, colorida com tintas atóxicas e protegida com verniz à base de água e celofane de celulose pura, recebeu em 24 de outubro o Prêmio Fiesp de Ecodesign.


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