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A
Sina da Evolução
Fátima
Afonso, redatora-chefe
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Osmar
Bustos
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Conscientização
ecológica: uma das boas novidades do século que se encerra
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Agora
é fato: estamos prestes a entrar no terceiro milênio, cuja chegada
foi antecipadamente comemorada no início de 2000. Para a decepção,
talvez, de alguns poucos adeptos do apocalipse, o ano terminou e
as profecias de grandes cataclismos feitas ao longo da história
não se concretizaram; a humanidade (como já era previsto) segue
firme na sua jornada evolutiva. Não é preciso ir muito longe, basta
uma rápida olhada no último século para constatarmos que, lentamente,
vamos aprendendo com os nossos próprios erros. Só nestes cem anos,
enfrentamos várias guerras (duas de proporções mundiais), destruímos
uma fatia considerável da natureza e assistimos, inertes, ao problema
da miséria no mundo (como é possível, ainda hoje, existir uma Etiópia?).
Em compensação, sobretudo a partir da década de 90, vêm crescendo
entre nós os movimentos pela paz, as campanhas de combate à fome
e a luta pela conscientização ecológica. Pouco a pouco, valores
como ética, honestidade e responsabilidade social começam a fazer
a diferença no mundo dos negócios e na política (no Brasil, o resultado
das eleições para prefeito já é uma amostra disso). Ao mesmo tempo,
aqui e ali, a ciência abre espaço para as verdades espirituais.
Os problemas, é claro, são ainda muitos e imensos; temos, sem dúvida,
um exaustivo trabalho individual e coletivo pela frente. Certamente,
porém, a humanidade seguirá, milênios afora, guiada pela luz da
evolução – afinal, creio eu, não podemos fugir do destino que Deus
nos reservou.
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