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Mutirão, a Escola da Vida
Estudo
na Mutirão desde que tinha apenas 6 anos de idade. Este é o lugar
onde eu passei a maior parte da minha vida. Onde eu cresci, amadureci;
onde eu aprendi a maior parte das coisas que eu sei hoje e, talvez,
as mais importantes. Aprendi que todas as formas de vida devem ser
respeitadas – até mesmo aquelas que não podemos ver. Aprendi que
as grandes lições da vida são aprendidas a todos os momentos, com
as menores coisas, com as mais simples situações.
Num
lugar cercado de verde, protegido por boas vibrações, aprendi, desde
pequena, a contemplar a natureza, a entender como é importante o
contato com ela.
Com
o passar do tempo, fui percebendo que todos temos o dever de contribuir
para que o mundo se torne um lugar melhor. E que cada gesto, cada
intenção, é importante e deve ser realizado com responsabilidade.
Após 11 anos, vivo o meu último ano como estudante da Mutirão. Sei
que aqui aprendi lições muito importantes, que levarei pela vida
toda. Lições que são, ao mesmo tempo, tão singelas e tão profundas.
Talvez,
a publicação da matéria sobre a escola, em PLANETA 336 (setembro/2000,
de Paulo Urban), possa fazer com que mais pessoas tenham a oportunidade
de passar alguns anos de suas vidas nesse lugar mágico, assim como
eu passei.
Marina de Almeida N. Portas, Cotia, SP.
Foi com grata surpresa que li o artigo sobre a escola Mutirão na
revista PLANETA.
Meu
filho, hoje com quase 6 anos, está lá desde os 2. Posso dizer com
toda a segurança que a escola realmente é muito especial. Afinal,
meu filho quer ir à escola!
Nesses
quatro anos de convivência é notório o desenvolvimento dele: conversa
com frases completas e corretas, conhece muitos assuntos, tem um
grande vocabulário. Já aprendeu um pouco sobre o Oriente, cultura
dos povos árabes; brincando conhece detalhes sobre o Descobrimento
do Brasil e das diversas regiões do País. Conhece muito da MPB de
boa qualidade! Sabe o Hino Nacional, da Independência e da Bandeira.
Sem deixar de ser criança, pois conhece todos aqueles jogos, brincadeiras
de roda e músicas que eram comuns 30 ou 40 anos atrás pelas ruas
das cidades. Mas o melhor é que, quando está em uma festa ou reunião
onde há crianças mais velhas que ele, sabe conviver e conversar,
pois na Mutirão as crianças dos 2 aos 16, 17 anos convivem trocando
experiências. Uma experiência de cidadania, enfim!
Wanderley Moutinho de Jesus, por e-mail.
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Parabéns
a PLANETA
Sou
leitora assídua da revista PLANETA e quero parabenizá-los pela qualidade
em particular da matéria “Edifícios Verdes: Ecológicos, Econômicos
e Eficientes” (edição 335, agosto/00), sobre arquitetura ecológica.
Eloah Rocha Monteiro de Castro, Florianópolis, SC.
Parabéns a PLANETA pelo belo trabalho que realiza na propagação
de preciosas informações a respeito da grandiosidade da vida e da
criação! O
primeiro contato que tive com essa revista foi em junho/93, onde
li a matéria intitulada “O Homem Santo da Índia”, de Inês Castilho,
um artigo sobre Sathya Sai Baba, cujo amor e sabedoria tudo engloba.
Depois disso só adquiri a edição 336 (setembro/00) e confesso a
grata surpresa e grande satisfação ao saber que há 28 anos vocês
distribuem luzes de esperança a centenas de vidas. Comparando
a matéria de 1993 com a realidade atual, percebemos uma nítida expansão
da influência de Baba pelo mundo inteiro. Acredito que a presença
física de uma alma da sua hierarquia espiritual deveria ser exaustivamente
abordada por essa nobre revista.
Fábio Pereira Espinheira, Aracaju, SE.
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