Descrição: rinoceronte gigante com dois metros de altura, seis metros de comprimento e um chifre único em sua testa com dois metros de altura. O animal deve pesar em torno de cinco toneladas. As patas traseiras eram mais longas que as dianteiras, para facilitar os possíveis golpes.
História: o unicórnio gigante é um animal que comprovadamente existiu. Seu nome científico é Elasmotherium sibiricum. Ele desapareceu há aproximadamente 1,6 milhões de anos.
Apesar de provavelmente ter sido extinto na pré-história, de acordo com a enciclopédia sueca Nordisk familjebok, publicada de 1876 a 1957, e com o cientista Willy Ley, o animal pode ter sobrevivido o suficiente para ser lembrado em mitos do povo russo como um touro com um único chifre na testa.
Ahmad ibn Fadlan, viajante muçulmano cujos escritos são considerados uma fonte confiável, diz ter passado por locais onde homens caçavam o animal. Fadlan, inclusive, afirma ter visto potes feitos com chifres do unicórnio.
Em 1663, perto de uma caverna na Alemanha, foi encontrado o esqueleto de um animal que, especulava-se, seria um unicórnio. A caveira estava intacta e com um chifre único no meio, preso com firmeza. Cerca de 100 anos depois, uma ossada semelhante foi encontrada perto da mesma caverna. Os dois esqueletos foram analisados por Gottfried Leibniz, sábio da época, que declarou que (a partir das evidências encontradas) passara a acreditar na existência de unicórnios.
Acredita-se que o Elasmotherium deu origem ao mito moderno do unicórnio, como descrito por testemunhas na China e Pérsia.