"Namorei um cara durante anos. Depois fiquei sabendo que ele pintava e bordava, saia com outras garotas, enfim, que eu era uma chifruda. Depois que terminamos ele começou a namorar uma menina muito "dada". Uma vez saí com uma turma de amigas e ela estava no meio, sem ele. Fomos a uma danceteria e ela sumiu logo no começo da noite. Queríamos ir embora e nada da garota aparecer. Aí uma amiga dela veio avisar a turma: "Pessoal, vamos embora. A Fulana se enroscou aí com um carinha (que não era o namorado dela) e vai para casa com ele".
Martha Sanpietro, 26 anos, publicitáriaEu era a namorada perfeita: a mulher bonita, fiel e apaixonada, presente na alegria e na tristeza, na saúde e na doença. Só que quem dá valor para isso quando a vizinha gostosa dá o maior mole? Ele acabou me trocando por ela, mas não demorou muito para sentir na própria pele. O golpe foi baixo: ela o chifrou com o irmão dele. O melhor de tudo foram os meses em que ele correu atrás de mim em busca do perdão, mas aí já era tarde".
Karen Galhaço, 29 anos, dentista