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– Exclusivo Online 07/02/2002 

SEQUESTRO
"A vida sempre foi muito boa para mim"
Na primeira entrevista depois do seqüestro, o publicitário Washington Olivetto narra o horror do cativeiro e dá lição de otimismo

Fabiana Fevorini

Ao falar sobre o que passou no período em que ficou preso no cativeiro, Washington Olivetto sorriu, gesticulou e elogiou a própria vida. "Estou vivendo uma 'ilha da fantasia de afetividade'", definiu ao agradecer ao carinho que recebeu da família, dos amigos, de autoridades e de desconhecidos, depois de sua libertação.
"Passei 53 dias sem ouvir uma palavra e sem ver uma pessoa", concluiu. Ele contou que o diálogo com os seqüestradores era feito através de cartas e códigos

Abordagem- Parado em uma suposta blitz da Polícia Federal, Olivetto disse que estranhou a agressividade dos policias com seu motorista. Viu também que as letras do logo da polícia estavam desproporcionais. Ele disse que tentou lutar com os seqüestradores antes de ser dominado por eles.

Cativeiro - Olivetto contou que 'as regras' que ele deveria seguir estavam escritas em um papel deixado no cubículo onde foi colocado.
"Percebi que o negócio era sério no segundo dia", disse ele que pediu aos bandidos caneta e papel para que pudesse escrever. Olivetto também recebeu livros e revistas.

O publicitário desenvolveu métodos para não perder a noção do tempo e não perder o auto-controle. "Eles colocavam música o tempo todo e eu calculava a passagem do tempo porque sei quanto dura, em média, um CD". As refeições e o intervalo entre os banhos que tomava também o ajudavam. "Eles começaram a me dar o café da manhã à tarde para que eu me confundisse.

"Fiquei com uma lâmpada acesa sobre mim o tempo todo. Lá pelo vigésimo dia colocaram o dimer", disse.

Libertação- Olivetto percebeu que estava sozinho na casa depois que a música parou e a luz se apagou e ficaram desligadas por muito tempo. "Quando senti que estava suando mais do que o normal fui checar a ventilação. Como estava desligada achei que poderia ficar impedido de respirar comecei a gritar e a bater na porta. Como eles não responderam, percebi que tinham ido embora."
O publicitário disse que conseguiu abrir uma fresta na porta por onde ouviu o latido de um cachorro e gritou por socorro.

Liberdade- Olivetto disse que deve mudar seus hábitos em relação à segurança pessoal, mas que ainda não pensou no assunto. "Vou fazer minha viagem de Natal e Ano Novo agora", disse o publicitário que pretende conhecer museus na Alemanha.
Segundo ele, nos dias que se seguiram à sua libertação ele está vivendo em uma "ilha da fantasia de afetividade" e que tem recebido presentes e homenagens de familiares, amigos, autoridades e desconhecidos. "Está uma delícia", declarou. Ele brincou com uma frase dita pelo filho: "Você está recebendo homenagens de morto, mas graças à Deus está vivo".

Vingança- O publicitário disse que não tem vontade de se vingar pessoalmente dos seqüestradores. "Acho que eles têm que ser tratados como criminosos. A sociedade merece que eles sejam punidos".

Leia mais:
Asas da liberdade: 1 | 2 | 3 | 4
Comandante Ramiro, o chefe
"A vida sempre foi muito boa para mim"

 




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