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– Exclusivo Online 04/12/2001 

MÚSICA
Almir Guineto reúne amigos em CD
Sambista das antigas volta ao mercado em disco de regravações e parcerias famosas

Fabiana Fevorini

Fotos: Divulgação

Almir Guineto é um sambista das antigas. Ex-integrante dos tradicionais Originais do Samba e Fundo de Quintal, ele está empenhado na divulgação do seu novo CD, Todos os Pagodes. Pronto para encarar a maratona que inclui entrevistas, programas de tevê e rádio, ele confessa: "o que eu gosto mesmo é ver o meu samba cantado nas rodas".

Há dois anos sem gravar, ele aceitou o convite e as exigências da Paradox para tentar voltar "para a boca do povo". A maioria das faixas do disco são regravações e apenas duas músicas são inéditas. "Nunca fui de regravar. Tenho muita inédita, mas essa era a ordem das coisas", diz, referindo-se à exigência da gravadora, sem se preocupar com a repercussão.

A simplicidade e a sinceridade de Almir, comparadas ao comportamento de outros artistas do showbiz, chama a atenção. Ele diz o que pensa. "Não acredito que vou voltar a vender como há 20 anos", afirma. "Hoje em dia para vender muito tem que ser milionário", brinca.

Para quem gosta de samba o disco é um prato cheio. Almir divide os vocais com outros nomes de peso como Zeca Pagodinho, na faixa "Saco Cheio", Beth Carvalho em "Pra Não Deixar Morrer um Grande Amor", Alcione em "Chantagem" e Jorge Aragão em "Perfume de Champagne". Os convidados foram escolhidos pelo diretor artístico Nilton Ribeiro. "Mas eu sabia que essa turma ia aceitar", diz com intimidade.

Duas parcerias chamam a atenção. O rapper Mano Brown em "Mãos" e o sertanejo Sérgio Reis em "Força que Embala". "Fiquei sabendo que o Mano Brown era meu fã, me apresentaram a ele e eu gostei da idéia de gravar com ele", explica. "Com o Sérgio (Reis), eu não tinha amizade, mas ele me procurou".

Aos 55, Almir está esbanjando energia. Adepto de uma cervejinha e da boa comida brasileira, o carioca que adotou São Paulo há 35 anos se prepara para três noites de Carnaval nun trio-elétrico em Salvador.

 




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