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Sociedade
Wilma Motta sai da sombra de Serjão

Três anos depois da morte do marido, Wilma Motta fala do amor de sua vida, das filhas e dos projetos, entre eles o Instituto Sérgio Motta, inaugurado para homenageá-lo no dia em que o ex-ministro completaria 60 anos

Ana Cristina Aleixo

Fotos: Álbum de família
O casal Sérgio e Wilma Motta, no início dos anos 90

O ex-ministro das Comunicações Sérgio Motta, morto há três anos vítima de um enfarte, ao se referir à mulher, Wilma Kiyoko Vieira da Motta, costumava brincar dizendo que, antes de casar, pensava ter escolhido uma gueixa, mas depois descobriu que ela era uma autoritária.

Exagero à parte, o "trator" tinha lá a sua razão. Ainda que se emocione ao falar do "grande amor de sua vida", Wilma, de 57 anos, não é de soltar o verbo como o marido, mas vai à luta quando tem certeza do que quer.

Ela relutou por três anos até decidir ceder à pressão de amigos do marido, como os ministros José Serra e Paulo Renato Souza, e de Marcos Mendonça, secretário de Cultura do Estado de São Paulo, e batizar um projeto com o nome de Serjão.Há pouco mais de um mês, em 26 de outubro, dia em que Sérgio Motta completaria 60 anos, ela inaugurou o Instuto Sérgio Motta, uma organização não-governamental que tem a finalidade de desenvolver trabalhos de experimentação e pesquisas em novas mídias e meios tecnológicos. Ainda criou o Prêmio Cultural Sérgio Motta, que incentiva talentos da cultura digital e da arte tecnológica. "Sérgio era um visionário, um homem muito positivo", diz Wilma, emocionada.

Em seu escritório no bairro de Perdizes, zona oeste de São Paulo, onde funciona provisoriamente a sede do Instituto, ela também recebe convites de todas as ordens: de palestras para a colônia nipônica a coquetéis beneficentes. Não é a toa que é figura constante de colunas sociais. Já atendeu a um pedido de um grupo de mulheres que solicitavam um encontro com o embaixador do Japão no Brasil. Conversou rapidamente com ele, mas aguarda a resposta. "Não sei se ajudei, mas abri um canal", diz. Wilma sempre cultivou a vontade de ajudar as pessoas, qualidade herdada da mãe, que a levava a debates e campanhas políticas quando era menina.

MILITÂNCIA - Formada em serviço social, Wilma conheceu Sérgio Motta em 1963, época de forte efervescência política. Ela cursava a Pontifícia Universidade Católica (PUC) e ele a Faculdade de Engenharia Industrial (FEI). Às vésperas do golpe militar, ele prestava assessoria à Ação Popular (AP) na União Estadual do Estudantes (UEE), da qual Wilma era tesoureira. Wilma lembra que, ao assumir o cargo, concedeu uma entrevista a um jornal do bairro da Liberdade. De cara, o repórter lhe perguntou se ela não temia ser marginalizada pela colônia japonesa por conta do envolvimento político. Wilma, que nunca foi muito integrada à colônia, não se fez de rogada. "Sou brasileira, todos nós somos. Aliás, brasileiro puro mesmo, só o índio."

Wilma e Sérgio namoraram por três anos. Mas a caçula dos quatro filhos do tradicional casal Kiyoko engravidou. Lembra de ter dito ao rapaz: "Ih, Sérgio, acho que estou grávida". Ele imediatamente respondeu: "Então vamos comemorar!" E comemoraram. Pouco tempo depois, casaram e foram curtir a lua-de-mel em Santos, no litoral sul de São Paulo. Na volta, Serjão surpreendeu a própria mãe, ao revelar a gravidez da mulher. "Mas ela casou de branco, véu e grinalda", indignou-se a mãe, dona Noemia. Motta reagiu: "Mas o que a senhora queria, que nós fizéssemos umas pintinhas negras em todo o véu?"

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