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Show
Uma noite com Paul McCartney
Músico passeia pela cidade, comemora aniversário da namorada em show de MPB e faz apresentação histórica em São Paulo, acompanhado por famosos e anônimos

Aina Pinto

MARCOS HERMES/DIVULGAÇÃO

A brasileira que cantou com Paul McCartney

FOI COM UM "HAPPY BIRTHDAY" em ritmo de samba que a cantora brasileira Izzy Gordon recebeu ao lado de cinco músicos Paul McCartney e a namorada, Nancy Shevell, na noite do sábado 20. Encarregada pela produção do artista de apresentar a MPB na festa de aniversário de Nancy, celebrada no Upstairs Bar, no Hotel Hyatt, Izzy embalou os passos de samba de Paul e dividiu o microfone com o ex-Beatle, como contou à Gente.

Como soube que cantaria para Paul McCartney?
Meu marido, que é produtor, disse que ainda não tinham aberto para quem me apresentaria na noite do sábado no Hyatt, mas poderia ser Paul McCartney. Cheguei ao hotel e o sigilo ainda foi mantido. Só quando começamos a passagem de som é que soube que seria para ele. Não acreditei que Paul pagaria para eu cantar para ele (risos).

Solicitaram algum repertório especial?
Fizemos um repertório com muito samba que foi aprovado pela produção dele. Quase todas as canções eram nacionais. Durante a passagem de som, uma produtora ficou lá para conferir se realmente éramos bons. Quando terminamos, ela disse que estávamos aprovadíssimos.

Qual foi sua reação ao vê-lo entrando pela porta?
Pensei: "Meu Deus, tem que sair a voz". Tive que segurar a emoção. Fiquei arrepiada o tempo todo. Mas quando vi o show pela televisão, no domingo, não consegui me conter e chorei de emoção.

Quanto tempo durou seu show?
Fiz duas entradas de 45 minutos. Ele, a Nancy, a banda e a equipe dançaram o tempo todo. Fizeram uma roda e Paul até deu umas sambadinhas. Também ficou impressionado com a nossa percussão. Pegou a mulher pela mão e foi conferir de perto os instrumentos.

Com que canção você os recebeu?
Pediram para cantar "Happy Birthday" para a Nancy. De repente estavam Paul e Nancy entrando pela porta da cozinha. Cantei novament "Parabéns" quando o bolo chegou. Havia também uma pessoa da produção dele chamada Sidnei fazendo aniversário e ninguém sabia. Na hora do bolo o próprio Paul chegou no meu ouvido e disse "Izzy, canta para o Sidnei também". Eu, nervosa com o Paul no meu ouvido, comecei a cantar. Ele falou tão baixinho, acho que queria poupar a voz.

DIVULGAÇÃO

Em qual momento ele mais se animou?
No fim do show eu estava cantando "É com esse que eu vou". Ele chegou perto e começou a cantar o samba comigo. Só tinha um microfone, eu nunca imaginei que ele também cantaria, então dividimos o mesmo microfone. Ficamos abraçados e ele falava "Como é mesmo Izzy?". Depois apresentou todos os músicos da minha banda.

O que mais impressionou você?
Fiquei muito feliz em ver que a grandiosidade do artista acompanha a grandiosidade da pessoa. Fui ficando tão à vontade que até mostrei uma música do meu disco O Que eu Tenho Pra Dizer chamada "De Cada Lado", e dei o CD para ele para a Nancy de presente. Ele só foi embora quando eu disse que o show tinha terminado.

Quando você cantou para o Bono Vox, foi parecido, certo?
Sim, mas com o Bono havia outros artistas brasileiros. Com Paul só estávamos nós, a banda dele e a equipe. Não eram mais que 20 pessoas. (Bela Megale)

 

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