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Maria Gadú
"Não posso decepcionar"
Tatuagens com seu nome nos braços das fãs, shows lotados, apresentações com Caetano Veloso. Com pouco mais de um ano de carreira, a cantora fala sobre o sucesso

Mauro Ferreira

Tem muita loucura entre as fãs?
Sim, é muita maluquice. Elas desmaiam, choram, invadem hotel. Já vi mais de 30 tatuagens do meu nome. Eu me sinto responsável de certa forma. Se eu fizer uma m..., a menina vai se arrepender pelo resto da vida. Não posso decepcionar.

Mas esse assédio também não vira cobrança?
Procuro ter uma relação com a galera que vai ao show, em especial com o fã-clube. Temos um monte de coisas em comum, estamos gostando da mesma coisa. Faço sarau em casa, chamo as meninas. Elas vivem aqui em casa e na da minha mãe também. Mas chega uma hora em que pontuo: “Hoje não vai dar, estou cansada.” Elas entendem.

Já está compondo para o segundo disco?
Não. Estou no mesmo processo de sempre, devagar. Meu processo de composição é intuitivo. Estou andando na rua, vem uma ideia, eu escrevo no braço. Mas aí já vem com melodia e tudo.

Mas não se pressiona para fazer um segundo disco tão bom quanto o primeiro?
Não penso nisso. Penso num segundo disco, mas preciso me preparar para lidar com tudo o que aprendi durante esse tempo. Quero poder expressar minha maturidade e compor uma coisa nova.

E como surgiu a ideia da turnê com o Caetano Veloso?
A gente fez a inauguração de um estúdio da Globosat, em maio. Foi incrível, fui à casa dele ensaiar. Depois, o Multishow nos chamou para cantar no prêmio deles. Por coincidência, eu tinha gravado o “Rapte-me, Cameloa” (música lançada por Caetano em 1981) para a trilha da novela Ti-ti-ti. Aí, pintou a turnê nesse projeto da Nextel (empresa de telefonia).

E como é dividir o palco com o Caetano?
É uma parada difícil de explicar. Escuto Caetano desde que nasci. Por mais que a gente tenha criado um certo grau de intimidade por estar convivendo bastante, há um momento em que me distraio no palco, olho para o lado e penso: “Meu Deus, é o Caetano!”

A Sony Music já adquiriu seu passe no mercado internacional. Tem planos de fazer carreira no Exterior?
O CD já saiu em Portugal. Pela Day One (empresa de agenciamento de shows vinculada à Sony), eu me apresentei em Portugal, Espanha, Nova York, Miami. Pode até fazer parte dos meus planos cantar lá fora, mas não com intuito de fazer carreira internacional. Adoro som, adoro idiomas. Música não tem fronteira.

 

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