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Matthew Lewis
O amigo boleiro de Harry Potter
Fã de futebol, o intérprete do bruxo Neville Longbottom pretende continuar na carreira de ator e diz que, graças aos filmes, conheceu Paul McCartney e a rainha da Inglaterra

Marina Monzillo

Divulgação

NA PRIMEIRA PARTE de Harry Potter e as Relíquias da Morte, atualmente em cartaz, um dos personagens secundários mais queridos, Neville Longbottom, aparece apenas em uma cena. Mas o amigo nerd e bem-intencionado da turma de bruxos tem um papel importante no desfecho da saga, que já foi filmada e será lançada em 2011. Seu intérprete, o inglês Matthew Lewis, deu rasante no Brasil para a pré-estreia paulistana do filme. Aos 21 anos, 1,83 m, o ator é fã de futebol e, no pouco tempo livre que teria na cidade, visitaria o museu dedicado ao esporte instalado no estádio do Pacaembu. Seu outro desejo, não realizado, era conhecer Pelé.

Você adora jogar futebol, mas seu contrato com a franquia Harry Potter impunha um limite às atividades físicas, por receio de acidentes, certo?
Isso mesmo, mas eu acabava sempre jogando. Agora vou poder voltar a jogar. Ainda mais porque, finalmente, me recuperei de uma torção no tornozelo que tive em 2007. Não vejo a hora.

Como foi seu preparo para as cenas de ação?
Na segunda parte de Harry Potter e as Relíquias da Morte temos muita ação, muita luta. Nós tínhamos uma academia no estúdio. Algumas cenas de ação começavam às 7h da noite e iam até às 2h da manhã. Sem o futebol e a academia, não seria capaz de aguentar.

FABIANO CERCHIARI/ AG. ISTOÉ

Como se sentiu quando terminaram as filmagens do último Harry Potter?
Fiquei triste e feliz ao mesmo tempo. Feliz pela sensação de dever cumprido, estava orgulhoso do que tínhamos feito. Também me senti ansioso com a liberdade e com o futuro.

Quais são seus planos para o futuro?
Quero fazer algo diferente e ver por onde minha carreira vai seguir. Farei uma peça no ano que vem. É Verdict, de Agatha Christie. Vai ser minha estreia no teatro.

Como entrou para o elenco de Harry Potter?
Eu fazia televisão desde os 5 anos e aos 9 li o livro de J.K Rowling. Logo depois, começaram as seleções e 40 mil pessoas apareceram. Havia gente de 30 anos querendo interpretar Harry, foi uma loucura. Foi só depois de dois meses que me ligaram oferecendo o papel de Neville.

Você teve uma infância fora do comum. Qual foi o lado bom e o lado ruim disso?
Como sempre morei em Leeds (a 315 km de Londres) e trabalhei em Londres, tinha duas vidas diferentes. Uma era a de ator de Harry Potter, viajando o mundo, sendo perseguido por fãs, indo a festas glamourosas. Aí eu voltava para casa, para os mesmos amigos de antes, para o futebol, ninguém me reconhecia. Era ótimo ter a oportunidade de voltar para a normalidade.

Qual foi a melhor coisa que esse trabalho proporcionou a você?
Conheci pessoas maravilhosas. Encontrei Paul McCartney alguns meses atrás. Foi incrível. Fui ao Buckingham Palace e fui recebido pela rainha. Mas claro que foi difícil ficar longe de casa, perder os aniversários.

 

   


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