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O primeiro adeus ao bruxinho
Em Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1, a saga se aproxima do fim e promete muita ação e efeitos especiais na trama que promove o derradeiro confronto entre o bem e o mal

Suzana Uchôa Itiberê

Divulgação
Daniel Radcliffe em cena do novo filme da saga de Harry Potter

VAI SER EM DOSE HOMEOPÁTICA, mas os fãs de Harry Potter começam a se despedir da série na sexta-feira 19, quando Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1 tem estreia mundial. O último aceno será em julho de 2011. Há uma década, Harry Potter e a Pedra Filosofal chegou aos cinemas como a adaptação de uma série de livros sobre um aprendiz de feiticeiro que havia reaproximado a garotada da literatura. Quando a primeira das sete partes da saga chegou às livrarias em 1997, a criadora daquela fantasia era uma inglesa de 36 anos, chamada Joanne Kathleen Rowling, que lecionava inglês na cidade escocesa de Edimburgo. Hoje, J.K. Rowling é considerada a mulher mais rica da Inglaterra. A reviravolta não foi menor na vida de Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, que saltaram do anonimato para a condição de ídolos.
Harry Potter se tornou o amigo que cabe na prateleira e modelo a seguir. Sua história é repleta de mensagens edificantes, em que o amor é a força maior e valores como companheirismo, retidão e lealdade estão sempre em pauta. Fora das telas, o elenco não decepcionou. Nenhum deles se deixou corromper pela fama ou embarcou em processo de autodestruição. Apesar do clima de despedida, os três continuam à disposição do diretor David Yates, dedicado à pós-produção da segunda parte de Harry Potter e As Relíquias da Morte.
Na etapa final, porém, a ação deve se sobrepor ao romance. Depois da morte de Dumbledore, a escola de magia Hogwarts está sob o comando de Voldemort e o herói precisa manter a distância. Sua missão agora é tomar posse das Horcruxes, relíquias que tornariam o lorde das trevas imortal. Um sentimento de urgência vai comandar os passos de Harry, Rony e Hermione, e as mortes atingem outra escala. O primeiro capítulo será uma espécie de road movie, com Harry em trânsito até metade da trama, e fecha quando Voldemort viola o túmulo de Dumbledore para roubar a Varinha das Varinhas. Com a divisão do último livro em dois filmes, a expectativa é de que esta seja a mais fiel das adaptações. Para os fãs que conhecem a história de trás pra frente, resta o frio na barriga por um adeus que se aproxima.

 

Divulgação

Números mágicos

A saga Harry Potter vendeu mais de 400 milhões de cópias, com tradução em 65 idiomas.

As adaptações dos seis livros para o cinema já alcançaram os US$ 5,5 bilhões de bilheteria.

Daniel Radcliffe tem uma fortuna estimada em 28,5 milhões de libras.

O parque temático O Mundo Mágico de Harry Potter, em Orlando, custou US$ 265 milhões e deve receber 4,5 milhões de turistas por ano.

J. K. Rowling é a número 1 do ranking da revista Forbes para as mulheres mais ricas da Grã-Bretanha, com uma fortuna que bate o US$ 1 bilhão – a rainha Elizabeth está em segundo.

 

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