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Internacional
Jessica Alba boa de briga
A atriz é uma agente durona em Machete e conta que deixou de fazer filmes comerciais para que seus trabalhos reflitam a mulher forte que se tornou após o nascimento da filha

Sartana Rivera não tem apenas a personalidade forte. Se for preciso, ela também bate em marmanjos.
Foi um prazer derrubar esses caras. E ainda de salto alto (risos). Acho que precisamos de mais mulheres fortes nos filmes. E, de preferência, de todas as cores e sotaques. Não faz sentido manter o estereótipo das loiras de olhos azuis como protagonista feminina. Até porque, muitas vezes, tudo o que elas fazem é sorrir e pedir ajuda ao mocinho (risos).

Já bateu num homem, fora das telas?
Já (risos). Tinha 11 anos e bati num garoto que foi desrespeitoso comigo. Na infância, eu era quase um moleque. Quando minha mãe estava grávida de mim, meu pai tinha apenas 19 anos e queria um menino, porque era o primeiro filho. Claro que ele nunca admitiu ter ficado decepcionado. Mas deve ter sido por isso que ele me ensinava a brincar mais como menino. Sempre pratiquei esportes com os meninos e era muito competitiva. Subia em árvores e tudo mais.

Não brincava de bonecas?
Não, necessariamente. As minhas bonecas não eram minhas filhas. Elas só faziam coisas aventureiras. Como saltar de um edifício (risos).

Sua filha também é assim?
Não, ela é toda princesinha. Tem vestido de princesa, roupa de cama de princesa, brinquedos de princesa. Mas ela não é tímida. Tem muita atitude.

afp/ Alberto Pizzoli

Quer mais filhos?
Quero sim.

Já sabe quando vai engravidar de novo?
Não existe essa coisa de melhor momento para ser mãe. Não dá para planejar a vida. Vou deixar acontecer. Quando o próximo bebê chegar, chegou.

Sempre soube que queria filhos?
Sim. Família é tudo o importa para mim. Minha carreira no cinema é um grande sonho, mas não me deixo iludir. Minha família é tudo o que mais amo.

Los Angeles, por causa de todas as superficialidades, não parece o lugar mais apropriado para quem valoriza a família viver.
E não é. Poderia viver em outra cidade. Mas meu marido, que é produtor, precisa morar em LA. A vantagem é que gosto da minha casa, toda ecologicamente correta. Temos conseguido viver nossa vida do nosso jeito, sem glamour. Ficamos bastante em casa. Adoro cozinhar, muitas vezes com as ervas e frutas do meu quintal. Faço muitos jantares para a família e amigos. Comprei recentemente um forno especial para fazer pizza. Quero estreá-lo em breve.

O que o seu marido achou da sua performance em O Assassino em Mim, onde sua personagem é brutalizada? (A estreia desse suspense está prevista para 17 de dezembro no Brasil.)
Ele me apoiou por saber que preciso me sentir desafiada e evoluir como atriz. E isso inclui trabalhar com um cineasta genial, como (o inglês) Michael Winterbottom. Meu marido é muito favorável a essa virada na minha carreira. Mesmo que para isso ele precise me ver numa cena chocante como aquela (quando o xerife interpretado por Casey Affleck desfigura a prostituta vivida por Jessica). Foi o filme mais duro e provocador que já fiz. E valeu a pena.

 

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