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Internacional
Jessica Alba boa de briga
A atriz é uma agente durona em Machete e conta que deixou de fazer filmes comerciais para que seus trabalhos reflitam a mulher forte que se tornou após o nascimento da filha

Rico Torres/ divulgação

DURANTE MUITOS ANOS Jessica Alba seguiu cegamente os conselhos de seu agente em Hollywood. "Ele sempre me convencia a aceitar os papéis mais comerciais, os que prometiam me projetar mundialmente", conta. E seu agente tinha certa razão. Após chamar atenção no seriado de ficção científica Dark Angel (2000-2002), a morena de curvas acentuadas ganhou cada vez mais visibilidade, seja na franquia O Quarteto Fantástico (2005 e 2007) ou nas comédias românticas, como Maldita Sorte (2007) e Guru do Amor (2008). "Mas nada disso me fez realmente feliz. Só percebi que precisava redirecionar a minha carreira quando minha filha nasceu e me senti muito mais forte", diz, referindo-se a Honor Marie Warren, 2 anos, fruto do seu casamento com o produtor Cash Warren. "Decidi que não deixaria mais ninguém me aprisionar no papel da garotinha. Daqui para frente, minhas personagens vão refletir a mulher na qual me tornei.''

Um dos primeiros filmes a vender uma imagem mais confiante de Jessica é Machete, em cartaz no Brasil, homenagem do cineasta Robert Rodriguez aos filmes exploitation (títulos B, de caráter apelativo, exibidos nos anos 60 e 70). Sua personagem é Sartana Rivera, uma agente do Departamento de Imigração dos EUA que sabe a hora certa de respeitar e desrespeitar a lei. "O filme ataca a discriminação contra os latinos, um tema cada vez mais atual nos EUA. É só lembrar a recente polêmica com a nova lei de imigração do Estado do Arizona (que pretendia tratar como crime a condição de imigrante ilegal)", considera a atriz californiana de 29 anos, filha de um mexicano, ex-oficial da Força Aérea americana. "Infelizmente, não falo espanhol, já que meu pai não falava o idioma comigo. Mas minha filha já está aprendendo. Hoje em dia, quanto mais línguas se aprende, melhor. É o primeiro passo para ser um verdadeiro cidadão do mundo.''

''Para que eu me afaste da minha filha, tem de ser por um bom motivo.
Só quero trabalhar com cineastas expressivos, sem me importar se o filme é grande ou pequeno''

 

Foi uma decisão consciente trocar os filmes mais óbvios e comerciais por projetos mais arriscados?
Sim. Não sou mais a mesma desde o nascimento da minha filha. Como fiquei um tempo em casa, cuidando dela, pensei muito na minha carreira e entendi por que estava perdendo a paixão pelo cinema. Nos últimos dez anos, deixei que meu agente me conduzisse, fazendo apenas filmes que não significavam nada para mim. Exceto por Sin City - A Cidade do Pecado (2005), minha primeira experiência com Robert Rodriguez. Só que isso acabou. Para que eu me afaste temporariamente da minha filha, a coisa mais preciosa do mundo, quero que seja por um bom motivo. Só quero trabalhar com cineastas expressivos, sem me importar se o filme é grande ou pequeno.

''Meu marido é favorável à virada na minha carreira. Mesmo que para isso ele precise me ver numa cena chocante'' Rico Torres/ divulgação

 

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