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Estilo casa
Arte no último
O triplex da marchande Jacqueline Shor no bairro dos Jardins, em São Paulo, é uma galeria sempre aberta aos amigos e cenário das festas mais fervidas da pauliceia, onde o high encontra todos os sotaques numa babel chique e multicultural

Silviane Neno Fotos Marcelo Navarro/Ag. IstoÉ

Na foto maior, a Jackie O. da série Divas, de Vik Muniz. PRESENTE DE CASAMENTO dos amigos.A tela ao lado é de Lya Chaia. Na foto menor, escultura de Florian Heiss

 

O escape não é frescura de escritor. Além da literatura, do comércio de artes, ela ainda é sócia de um restaurante de comida turca em São Paulo, o Kosebasi, e de uma fábrica de nécessaires, a Toots. O tino para os negócios ela herdou do pai, que no Peru tinha fábricas de bicicletas e pilhas. Energia, aliás, não falta a Jacque para promover festas dessas que ninguém falta por nada deste mundo. Reza a lenda que ela tem especial talento para adivinhar quem combina com quem e por conta disso já “casou” muitas amigas e amigos: “Na festa do meu casamento, foram 35 pares”, conta ela, orgulhosa. Se os romances sobem ou não a serra, aí já são outros 500 e, cá entre nós, fadas madrinhas modernas não garantem amor eterno. “Tenho prazer de juntar pessoas, culturas, religiões”, diz. “A energia quando é dada de verdade, volta para você.”

Globetrotter assumida, Jacque já morou em cinco países antes de assumir o Brasil como o endereço definitivo. “Em todos os lugares eu consegui me adaptar, não como turista, graças à ajuda de muitos amigos; por isso gosto de fazer a mesma coisa”, afirma. Sim, suas boas tacadas não acontecem só no campo amoroso; ela também tem olho clínico para enxergar boas oportunidades de negócios. Faz isso com tanta naturalidade que às vezes nem se dá conta. Recentemente, recebeu um telefonema de um amigo no dia seguinte a uma de suas famosas festas. Ele agradecia por ela ter apresentado uma pessoa com quem ele começara a fazer uma excelente parceria de trabalho. Jacque desligou o telefone sem sequer lembrar do momento em que apresentou os dois. Ela jura que, dessa vez, foi sem querer.

 

 

 

 

 

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